A primeira masturbação de uma menina
Lembro-me como se fosse hoje… Tinha apenas 13 anos e nada sabia da vida, do corpo… Mal havia tido a minha primeira menstruação…Como muitas meninas nessa idade, eu era franzina… Não havia nada em mim que pudesse atrair um garoto, e nem eu pensava nisso também. Brincava com minhas bonecas,era bastante estudiosa e alias, foi em meio a livros que descobri a melhor sensação que já senti em toda a minha vida…. Era uma tarde como outra qualquer, e eu vasculhávamos a estante do meu pai em busca de um livro para fazer uma pesquisa escolar… Lá, escondidinho e todo empoeirado, encontrei um pequeno livreto com desenhos em preto e branco… Resolvi folheá-lo para ver do que se tratava e qual não foi a minha surpresa ao perceber que eram desenhos eróticos… Senti algo latejar em mim… Continuei folheando e me deparei com um desenho específico que chamou a minha atenção: uma mulher nua alisava o seu grelinho e dizia: ?ai como eu gosto, sinto o meu botãozinho ficar quente!? na mesma hora , uma sensação completamente nova invadiu o meu corpo e eu tive vontade de fazer o mesmo,só pra experimentar…escondi o livreto na roupa e me tranquei no banheiro…me despi completamente,sentei sobre o vaso sanitário e abri as minhas pernas o máximo que pude…continuei a olhar aquele desenho que despertava algo incrível em mim e que eu jamais havia sentido… Com o dedo trêmulo, resolvi acariciar também o meu ?botãozinho?, percebi que o meu sexo estava molhado,todo lambuzado com um líquido viscoso… resolvi sentir o cheiro e levei então o meu dedo ao nariz,aquilo aguçou ainda mais o que estava sentindo…quis provar, e levei o dedo á minha boca…humm,delícia! Senti o meu gosto e decidi continuar acariciando o meu pequeno botãozinho…hum,como era gostoso!!o meu dedo deslizava em movimentos de vai-e-vem ,logo percebi que aquele liquido era para que o meu dedo deslizava sem problemas…continuei a acariciar e mais eu sentia vontade ,aumentei a velocidade …humm,que delícia!!(já estou toda molhadinha só de lembrar)…é,eu estava excitada e com muito tesão,embora nem soubesse o que era isso! Sentia medo,não sabia se o que estava fazendo era certo,se era normal,mas continuei e cada vez com mais intensidade…de repente foi incontrolável …meu dedo deslizava com muita naturalidade e uma sensação inundou o meu corpo…ai!ai!ai!aaaai! era o meu primeiro orgasmo!que sensação maravilhosa era essa?eu pensava! Senti um profundo relaxamento e o meu dedinho, nossa! Estava afogado no meu prazer…deslizei mais uma vez sobre o meu botãozinho e levei o dedinho cansado a boca,queria sugar todo o meu néctar,e foi o que fiz…desse dia em diante,passei a me masturbar todas as tardes na hora do banho e às vezes até de madrugada e ninguém nunca descobriu…era uma delícia!! Gozei muito!

A primeira masturbação de uma menina

Lembro-me como se fosse hoje… Tinha apenas 13 anos e nada sabia da vida, do corpo… Mal havia tido a minha primeira menstruação…

Como muitas meninas nessa idade, eu era franzina… Não havia nada em mim que pudesse atrair um garoto, e nem eu pensava nisso também. Brincava com minhas bonecas,era bastante estudiosa e alias, foi em meio a livros que descobri a melhor sensação que já senti em toda a minha vida…. 
Era uma tarde como outra qualquer, e eu vasculhávamos a estante do meu pai em busca de um livro para fazer uma pesquisa escolar… Lá, escondidinho e todo empoeirado, encontrei um pequeno livreto com desenhos em preto e branco… Resolvi folheá-lo para ver do que se tratava e qual não foi a minha surpresa ao perceber que eram desenhos eróticos… Senti algo latejar em mim… Continuei folheando e me deparei com um desenho específico que chamou a minha atenção: uma mulher nua alisava o seu grelinho e dizia: ?ai como eu gosto, sinto o meu botãozinho ficar quente!? na mesma hora , uma sensação completamente nova invadiu o meu corpo e eu tive vontade de fazer o mesmo,só pra experimentar…escondi o livreto na roupa e me tranquei no banheiro…me despi completamente,sentei sobre o vaso sanitário e abri as minhas pernas o máximo que pude…continuei a olhar aquele desenho que despertava algo incrível em mim e que eu jamais havia sentido… Com o dedo trêmulo, resolvi acariciar também o meu ?botãozinho?, percebi que o meu sexo estava molhado,todo lambuzado com um líquido viscoso… resolvi sentir o cheiro e levei então o meu dedo ao nariz,aquilo aguçou ainda mais o que estava sentindo…quis provar, e levei o dedo á minha boca…humm,delícia! Senti o meu gosto e decidi continuar acariciando o meu pequeno botãozinho…hum,como era gostoso!!o meu dedo deslizava em movimentos de vai-e-vem ,logo percebi que aquele liquido era para que o meu dedo deslizava sem problemas…continuei a acariciar e mais eu sentia vontade ,aumentei a velocidade …humm,que delícia!!(já estou toda molhadinha só de lembrar)…é,eu estava excitada e com muito tesão,embora nem soubesse o que era isso! Sentia medo,não sabia se o que estava fazendo era certo,se era normal,mas continuei e cada vez com mais intensidade…de repente foi incontrolável …meu dedo deslizava com muita naturalidade e uma sensação inundou o meu corpo…ai!ai!ai!aaaai! era o meu primeiro orgasmo!que sensação maravilhosa era essa?eu pensava! Senti um profundo relaxamento e o meu dedinho, nossa! Estava afogado no meu prazer…deslizei mais uma vez sobre o meu botãozinho e levei o dedinho cansado a boca,queria sugar todo o meu néctar,e foi o que fiz…desse dia em diante,passei a me masturbar todas as tardes na hora do banho e às vezes até de madrugada e ninguém nunca descobriu…era uma delícia!! Gozei muito!

Sou Lilian, 25 anos, 1m50 de altura, um pouco fora de forma com os seios fartos. Fico com um cara há mais ou menos um ano pelo qual sou louca por ele. Um tempinho atrás conheci alguns amigos desse menino onde um deles, Carlos, trabalhava com som de eventos, que eu as vezes precisava deste tipo de contato. Assim sendo troquei meu telefone com ele e nos adicionamos nas redes sociais, mas tudo com o pensamento profissional em minha cabeça. Depois de algumas conversas com Carlos percebemos que tínhamos algo em comum: somos dois tarados, maliciosos e safados. Com um tempo saímos algumas vezes como amigos e nunca sequer nos beijamos, pois eu pensava demais em meu ficante. Um dia, conversando sobre contos eróticos, eu disse ao Carlos que já tinha feito teatro e que adorava ler textos narrativos para outras pessoas. Dito isso decidimos ir para um apartamento dele vazio para eu fazer a leitura de alguns contos. Claro que eu queria testar o quanto eu conseguia me segurar quando o Carlos se animasse e partisse para cima de mim. Primeiramente falamos sobre sexo, lugares, o que gostamos e o que não fazemos na cama. Posteriormente, deitados no sofá cama da sala, eu usando um decote provocativo e ele só de bermuda mostrando seu corpo todo definido, comecei a ler dois contos que ele mesmo escolhera. Enquanto eu ia lendo aquelas histórias percebia que ele estava ficando com seu pau deliciosamente moreno duro, e acariciava por cima da bermuda e queria que eu fizesse o mesmo. Eu me segurando para não tocar, até que ele me pediu uma massagem. Nesta altura estávamos nós dois ardendo em fogo e ele decidiu partir pra cima… me virei, dei as costas para ele e o mesmo me agarrou forte como se fosse dormir de conchinha. Eu ficava sentindo através de nossas roupas seu pau roçando em minha bunda, louquinho para meter dentro de mim. Ele tirou o laço da minha blusa frente única e começou a roçar em meu pescoço, e me apertava, e me cheirava e me acariciava os seios com suas mãos fortes. Até então eu estava indo um pouco bem em me manter segura e não transar com ele… mas Carlos agarrou meu cabelo e me puxou para ele. Nossa, meus cabelos são como uma alavanca para minhas pernas. Nesse momento ele já tirou a bermuda e cueca e com força quis levar minha boca para chupar o pau dele. Eu tentava me manter fiel ao meu ficante, mas vendo aquele pau deliciosamente tortinho na minha frente, não me contive e aboncanhei ferozmente. Fiz uso de algumas técnicas que aprendi vendo tanto filme pornô e deixei ele louco de tesão e lambuzado. A essa altura minha bucetinha já estava sedenta por sexo e pedindo para ele vir meter com força. De repente ele me deita e monta em cima de mim, levantando minhas pernas para que ele pudesse enfiar seu moreno torto dentro de mim, me fazendo gemer de prazer. E assim continuamos metendo por um bom tempo. Víamos em nossos rostos como o tesão estava alto demais. Após umas boas e fortes metidas na minha bucetinha toda molhada de prazer fomos ao chuveiro tomar banho enquanto ele metia por trás na minha buceta. Após um tempo gozamos gostamos, nós vestimos e fomos embora. Não sei se teremos outra vez afinal, ninguém nunca sabe o dia de amanhã.

Sou Lilian, 25 anos, 1m50 de altura, um pouco fora de forma com os seios fartos. Fico com um cara há mais ou menos um ano pelo qual sou louca por ele. Um tempinho atrás conheci alguns amigos desse menino onde um deles, Carlos, trabalhava com som de eventos, que eu as vezes precisava deste tipo de contato. Assim sendo troquei meu telefone com ele e nos adicionamos nas redes sociais, mas tudo com o pensamento profissional em minha cabeça. Depois de algumas conversas com Carlos percebemos que tínhamos algo em comum: somos dois tarados, maliciosos e safados. Com um tempo saímos algumas vezes como amigos e nunca sequer nos beijamos, pois eu pensava demais em meu ficante. Um dia, conversando sobre contos eróticos, eu disse ao Carlos que já tinha feito teatro e que adorava ler textos narrativos para outras pessoas. Dito isso decidimos ir para um apartamento dele vazio para eu fazer a leitura de alguns contos. Claro que eu queria testar o quanto eu conseguia me segurar quando o Carlos se animasse e partisse para cima de mim. Primeiramente falamos sobre sexo, lugares, o que gostamos e o que não fazemos na cama. Posteriormente, deitados no sofá cama da sala, eu usando um decote provocativo e ele só de bermuda mostrando seu corpo todo definido, comecei a ler dois contos que ele mesmo escolhera. Enquanto eu ia lendo aquelas histórias percebia que ele estava ficando com seu pau deliciosamente moreno duro, e acariciava por cima da bermuda e queria que eu fizesse o mesmo. Eu me segurando para não tocar, até que ele me pediu uma massagem. Nesta altura estávamos nós dois ardendo em fogo e ele decidiu partir pra cima… me virei, dei as costas para ele e o mesmo me agarrou forte como se fosse dormir de conchinha. Eu ficava sentindo através de nossas roupas seu pau roçando em minha bunda, louquinho para meter dentro de mim. Ele tirou o laço da minha blusa frente única e começou a roçar em meu pescoço, e me apertava, e me cheirava e me acariciava os seios com suas mãos fortes. Até então eu estava indo um pouco bem em me manter segura e não transar com ele… mas Carlos agarrou meu cabelo e me puxou para ele. Nossa, meus cabelos são como uma alavanca para minhas pernas. Nesse momento ele já tirou a bermuda e cueca e com força quis levar minha boca para chupar o pau dele. Eu tentava me manter fiel ao meu ficante, mas vendo aquele pau deliciosamente tortinho na minha frente, não me contive e aboncanhei ferozmente. Fiz uso de algumas técnicas que aprendi vendo tanto filme pornô e deixei ele louco de tesão e lambuzado. A essa altura minha bucetinha já estava sedenta por sexo e pedindo para ele vir meter com força. De repente ele me deita e monta em cima de mim, levantando minhas pernas para que ele pudesse enfiar seu moreno torto dentro de mim, me fazendo gemer de prazer. E assim continuamos metendo por um bom tempo. Víamos em nossos rostos como o tesão estava alto demais. Após umas boas e fortes metidas na minha bucetinha toda molhada de prazer fomos ao chuveiro tomar banho enquanto ele metia por trás na minha buceta. Após um tempo gozamos gostamos, nós vestimos e fomos embora. Não sei se teremos outra vez afinal, ninguém nunca sabe o dia de amanhã.

minha namorada virgem
Namoro com uma linda miúda de 17 anos, que se chama Joana é morena com 1,77 de altura, e muito bem torneada, meiga e muito ingénua o que por vezes a torna pouco sociável, e para agravar a situação é muito envergonhada. Como é muito tímida por vezes causa situações de desconforto entre as nossas amizades, principalmente quando vamos para a praia, que nós todos frequentamos e que é a praia do meco (nudismo) e que ela ainda hoje se recusa a tirar a parte de baixo do biquíni, possivelmente porque tem um grande papo de cona, com muito pintelho e fica muito envergonhada, mas nós respeitamos a sua ideia. Quando a conheci com apenas 14 anos era virgem, revelação feita por Bela, que é a namorada do Pedro e que é a mais liberal do grupo é também as mais velha pois já contava com 25 anos, e de bastante experiencia a nível de namoros, quando á revelação da Joana penso que foi ao jeito de estarem a gozar com ela, quando estávamos todos do nosso grupo na garagem do Pedro, esta era utilizada por nós para as nossas paródias e alguns bailaricos que fazia-mos entre os amigos, a Joana tinha sido convidada pela Rita que é uma amiga nossa que também gosta de meninas, para se ambientar ao bairro visto que era a sua nova vizinha, alentejana de Évora e que tinha vindo para Lisboa, mas isso não interessa muito para o caso mas sim o que tenho para contar. Com o decorrer do tempo começamos a namorar eu sou mais velho do que ela tenho 23 anos com mais ou menos a mesma altura, e embora não seja tímido não tenho grande sucesso com as mulheres, pois tal como Joana ainda não tinha namorada, mas lá se foi passando o tempo, e por mentira que pareça não fui eu que lhe tirei a virgindade, com muita pena minha mas depois de ela me ter contado como foi fiquei um pouco triste, pois foi a Rita que lhe proporcionou a sua primeira relação sexual, segundo o relato que a minha namorada fez, foi passado na casa da Rita que ela tem junto ao mar e que todos nós do grupo frequentávamos, e que um certo dia, quando eu estava fora em trabalho a levou para jantar, depois como já era tarde acabou por ficar em casa dela entretanto foram dar uma volta pela praia, e como estava uma aragem um pouco fria elas iam bem agarradinhas e com a ratice da Rita, esta começou por lhe passar as mãos pelas mamas o que a minha namorada estranhou, pois tudo isso para ela era novo ia dando uns beijinhos e por vezes muito perto da boca, segundo o relato que ela me fês lá mais para diante á umas rochas, e foi aí que pararam um pouco, e claro a Rita atacou e como a miúda já estava excitada não demorou muito que não tivesse aos beijos na boca embora, os primeiros beijos não lhe dissessem nada, mas é claro que depois se torna fácil, a minha namorada na altura vestia uma saia de verão que era um pouco curta e um tope que lhe deixava a descoberto boa parte da barriga, entretanto e já se beijavam com muita sensualidade e as mãos da Rita começaram a fazer o trabalho de que estavam habituadas, entraram por debaixo do tope e massajaram as maminhas da minha miúda e depois quando ela sentiu que Rita lhe estava a mexer no sexo embora ainda por fora das cuecas, que já estava todas molhadas com os líquidos que ela deixava escorrer de dentro dela. Agora mais á vontade, Rita já estava de joelhos de frente a Joana, e esta com as cuecas já no meio das pernas, começou um grande minete e bem demorado pois a minha namorada diz que foram vários, os orgasmos que teve, a miúda contou-me estas cenas com uma lágrima no olho com um certo receio de que eu ficasse aborrecido com ela, mas que poderia eu fazer com tamanha sinceridade, e claro que eu logo vi de que ela foi a que menos culpa teve no cartório, embora consentisse mas, seria muito difícil não alinhar com a Rita, pois esta tinha arte na matéria da sedução, mas continuando com o relato feito por a minha miúda, e depois de se recomporem do seu momento de luxúria, e de regresso a casa passaram pelo bar da praia para se refrescarem e lá encontraram o Pedro que por ali estava como era habitual que logo se meteu com as duas raparigas fazendo o convite para se sentarem na sua mesa e estarem á vontade, perguntou por mim é claro o que lhe foi dito de que eu estava em viagem, mas que viria na próxima semana. O Pedro é nosso amigo e é o mais rebelde e também o que tem mais vantagem sobre as mulheres porque além de ser muito atiradiço goza da fama, e eu sei agora que o que dizem tem sentido, de que tem um grande caralho, pois e segundo dizem as más-línguas que só de comprimento ronda os 24 cm e do grosso uns 7 de diâmetro e não só pois parece que tem cá uma cabeçorra que é de meter medo e que por ironia do destino quis deus que fosse logo a minha namorada que me confirmasse de tal monstruosidade.  Rita acabou por convidar o Pedro para ir até lá a casa beber um copo e falar um pouco, Rita perguntou pela Bela e este disse que estava de turno e que só chegaria a casa depois das 24 horas. Com uns copos e muita conversa a Rita meteu música e começou a dançar sozinha e a dizer para nós dançarmos também, é claro que eu estou a relatar o que a minha namorada me disse; Olha amor então eu lá me agarrei ao Pedro e dançamos uma, duas, e sei lá mais que quantas pois sentia-me bem, mas sentindo sempre o sexo do Pedro colado na minha barriga e muito quente o que me fazia sentir ainda melhor, visto que já tinha levado uma esfrega e que estava bastante excitada e com uma vontade louca, de que a noite não acabasse pois sentia-me como nunca, até mesmo muito estranha e por mentira que possa parecer nem me lembrava de ti meu amor. Continuamos a dançar e a beber mais e eu sentia que Pedro estava cada vez mais atrevido pois já encostava a cara na minha e fazia festas na cabeça e por vezes lá chegava com as mãos do meu rabo mas como eu não o encorajava ele não ia mais além. Em certa altura tive necessidade de ir á casa de banho para fazer xixi e lavar-me pois sentia escorrer de dentro de mim um liquido muito quente, que me estava deixar desconfortável, quando me estava a limpar entrou a Rita e perguntou o que tinha e eu disse o que estava a acontecer ela riu, não te preocupes pois o que te está a acontecer é o mais natural possível, o que isso quer dizer é que estás pronta para receber um homem dentro de ti, então não estejas com medo, e deu-me um beijo nos lábios e eu mais uma vês gostei entretanto ela meteu a mão por debaixo do meu vestido e quando chegou á cueca viu que estava toda ensopada, meu Deus como tu estás miúda, tira lá as cuecas que isso te pode fazer mal, anda vamos para a sala que eu já te dou umas minha. Quando cheguei á sala lá estava o Pedro já de braços abertos á minha espera com uma musica de que eu gostava muito de dançar, embora um pouco rápida para a ocasião mas lá dançamos. Entretanto Rita aparece com uma taça de morangos já lavadinhos e com um tubo de chantilly, vai uma pausa para comer uns moranguitos? Ouve uma risada e uma concordância, sentamos no sofá e eu segredei á Rita pelas cuecas, ela riu e disse já trago não te preocupes, mas ela não resistiu e teve que dizer: Ó Pedro sabes que a Joana não tem cuecas? Mas porque está assim tanto calor brincou o Pedro, não disse Rita é que ao dançar contigo ele estava tão excitada que ficou toda molhadinha e para não constipar a passarinha teve que tirar, não acredito diz o Pedro; é verdade diz ela, então vê e vai na minha direcção para me levantar a saia mas eu segurei as mãos dela quando esta se preparava para me levantar a saia, foi nesta altura que eu dei uma gargalhada pois achei que era mesmo típico da minha namorada, mas continuando com o relato: Com o gesto que eu fiz em não ter deixado que me levantasse a saia foi logo uma galhofa e peras, ai eu fiquei um pouco mais solta, e então senti-me de coragem e disse ao Pedro: Então se não acreditas vê tu mesmo, cheguei-me mais perto do sofá onde ele estava sentado, vá então do que estás á espera e com as duas mãos levantou a minha saia até á cintura e disse lindoooo, mas afinal sempre era verdade, depois de tanto elogio ao meu sexo, o Pedro diz meu Deus como eu gostaria de beijar esta flor e foi aí que a Rita entrou e disse, porque não! E de joelhos de frente a mim e ao Pedro com uma das mãos passava por entre os meus lábios vaginais e com a outra agarrava na cabeça do Pedro e empurrava para entre as minhas pernas que permaneciam fechadas mas com vontade de as abrir mas não foi por muito tempo porque a Rita se encarregou de ela própria as abrir e assim o Pedro logo começou a beijar toda a minha zona por entre as pernas até que chegou aos meus lábios vaginais e depois foi o máximo porque ele era mesmo bom no que fazia, acabei por ter mais uns orgasmos, e foi a Rita que depois diz bem vamos lá dançar mais umas musicas, mas agora como já estamos mais soltos, o Pedro tem que tirar os calções, o que não foi preciso dizer duas vezes ele desce logo os calções e fica com aquela grande tora e em riste mesmo virada para cima com uma tuza que só visto, eu nem queria acreditar no que estava a ver, pois o único que tinha visto era o teu e nem para lá se chegava, então a Rita vai por detrás de mim e faz com que a minha saia me caia aos pés, depois acabei eu mesma por tirar o top e fique toda nua o Pedro fez o mesmo e começamos a dançar agora completamente todos descascados, o Pedro com o pau muito grande encostado a mim e que quase me chegava ás mamas, com as mãos no meu traseiro e eu agarrada ao seu pescoço estava-mos mesmo sincronizados, sempre  com os lábios serrados com os dele fomos dançando como se estivesse-mos na lua. Foi então que senti as mãos da Rita a massajarem as minhas mamas, e ela segredou ao meu ouvido, menina para baixo e fez pressão nos meus ombros para que eu ficasse de joelhos de frente ao Pedro, então ela agarrou no pau do Pedro e encaminhou para a minha boca e disse vá lá lambe com muito carinho e vai metendo na boca aos poucos até aguentares, e lá foi mas com grande dificuldade pois só a cabeça era descomunal como eu não era capaz de meter mais, então levantamos e de pé, com a Rita por detraz de mim disse ao Pedro para meter entre os meus lábios vaginais, e assim foi eu abri um pouco as pernas e o Pedro la meteu entre os lábios mas sem fazer força, eu estava a toda a hora á espera que ele metesse para dentro mas ele gostava de fazer aquele mete tira que me estava a deixar doida, então a Rita disse que é chegada a hora e puchou-nos para ir para a cama e quando estava-mos a entrar toca a campainha, merda diz a Rita, quem será, eu vou ver quando perguntou quem era, lá de baixo disse, sou a Bela; está aí o Pedro? É que sai de serviço e ele ficou de me apanhar no bar, e disseram que ele estava com vocês, está sim sobe entretanto com aquela conversa que nós ouvimos tratamos logo de nos vestirmos e ficamos junto da mesa que se encontrava na sala com as taças de morangos e as bebidas, é claro que quem nos visse teria a certeza de que alí havia coisa.  Com a chegada da namorada do Pedro que logo foi distribuindo beijinhos por todos, e como o Pedro ainda estava com o pau um pouco alterado eu ví que ela ao beija-lo lhe agarrou na ferramenta e disse credo amor como tú estás, quem te deixou neste estado!  Entretanto Rita chama por Bela para chegar á cozinha para a ajudar a preparar alguma coisa para comer, enquanto isso, e como eu estava junto da mesa a comer uns moranguitos, o Pedro aproximou-se de mim e disse, mas que sorte a nossa, logo havia de aparecer esta gaja, e deu-me um beijo no pescoço junto com um sussurro de como eu gostaria de entrar dentro de ti, e encostou-se ao meu rabo e eu logo senti o seu grande pau a ficar duro, então eu disse: cuidado que está cá a tua namorada; que se fôda diz o Pedro eu não consigo aguentar estar perto de ti sem que te esteja a tocar e nisto já eu sentia as mãos dele a levantar a minha saia e com a outra tirou o pau para fora e meteu dentro das minhas pernas por detrás, o que me dava um prazer dos diabos pois quando roçava no grelinho eu até soltava gemidos de prazer e com a minha mão mexia no seu grande cacete, com o entusiasmo te tinha-mos não demos pela presença de Bela que tinha chegado com mais morangos, mas Pedro nem se mexeu e Bela veio junto a mim e com muita meiguice pediu um beijo a Pedro e começou por apalpar as minhas maminhas por debaixo do meu tope o que me deixou a pensar o porquê de tamanha audácia, mas logo percebi que Rita já lhe devia de ter contado o que se estava a passar e onde tinha-mos ficado, então tirou o meu top e tirou a minha saia, e eu incrédula com tudo isto e vi pela cara do Pedro que este também estava surpreso, então Bela ajoelhou á minha frente e começou por me beijar por tudo o que era sitio até que chegou ao meu sexo e exclamou ummmmm que cheirinho tão bommmm enquanto isso Pedro que tinha o caralho metido entre as minhas pernas empurrou e apareceu junto da minha vagina com a grande cabeçorra de fora o que a namorada logo disse, esta conheço eu e lá foi direito para a boca dela o que tudo junto deveria dar um gozo do caralho com toda esta brincadeira da namorada senti que Pedro me estava abraçar com mais força e a emitir uns sons esquisitos, foi quando percebi que dele saiam jorradas de esperma que até a sua namorada se engasgava com isto tudo depois riu-se que nem um perdido. Pedro desencostou-se de mim e foi sentar-se no sofá como que cansado, enquanto Bela e Rita estavam de volta de mim mas agora já deitadas numa manta que rita tinha metido na sala e também estas todos nuas, eu deliciava-me com aquelas línguas que me faziam ir ao céu é claro que tive vários orgasmos, agora depois de saciadas deitaram-me de costas e depois de me abrirem bem as minhas pernas disseram bem Pedro agora é contigo, então este aproximou-se já com o caralho enm riste e de joelhos de fronte de mim deitou-se sobre mim e com muito cuidado encaminhou a sua tora na entrada da minha cona e depois começou a meter mas com muto cuidado mas as primeiras bombadas a que tive direito foram muito lentas dizia ele que era para me ambientar mas mesmo assim me doía muito e embora estivesse com medo pedi a Pedro que não me fizesse esperar mais e ele deu uma estucada que parecia que me estavam a cortar com laminas e claro que fiquei de rastos mas ao mesmo tempo estava muito feliz por poder rerceber um homen com aquel bacamarte todo e que tinha gozado umas tantas vezes que mais parecia que me estava a derreter quando Pedro tirou de dentro de mim o que me doeu bastante ao tirar deitei de dentro de mim jorradas d esperma e sangue que mais parecia que tinha ali tido um bébé, fomos-no lavar e rita depois deu-me um penso e umas cuecas para eu não estar a escorrer e lá tivemos todos a conversar e a rir das minhas figuras, eu estava um pouco intrigada com o facto de Bela estar ali a fazer estas coisas com o Namorado mas ela diz que o que ele tem dá para ela e sobra para as amigas e que quando quizer pode repetir, quanto ao teu namorado tens que lhe dizer o que aconteceu, que ele vai compreender com esta conversa eles foram embora e eu lá fiquei na casa da Rita que dorante a noite me propulsionou mais uma brincadeiras e foi assim que tudo se passou meu querido peço que me desculpes se poderes porque eu não soube resistir e tudo acabou com um grande beijo que eu dei á minha querida que se portou que nem uma valente e claro eu não me importei e até quero repetir a brincadeira mas agora comigo presente.

minha namorada virgem

Namoro com uma linda miúda de 17 anos, que se chama Joana é morena com 1,77 de altura, e muito bem torneada, meiga e muito ingénua o que por vezes a torna pouco sociável, e para agravar a situação é muito envergonhada. Como é muito tímida por vezes causa situações de desconforto entre as nossas amizades, principalmente quando vamos para a praia, que nós todos frequentamos e que é a praia do meco (nudismo) e que ela ainda hoje se recusa a tirar a parte de baixo do biquíni, possivelmente porque tem um grande papo de cona, com muito pintelho e fica muito envergonhada, mas nós respeitamos a sua ideia. Quando a conheci com apenas 14 anos era virgem, revelação feita por Bela, que é a namorada do Pedro e que é a mais liberal do grupo é também as mais velha pois já contava com 25 anos, e de bastante experiencia a nível de namoros, quando á revelação da Joana penso que foi ao jeito de estarem a gozar com ela, quando estávamos todos do nosso grupo na garagem do Pedro, esta era utilizada por nós para as nossas paródias e alguns bailaricos que fazia-mos entre os amigos, a Joana tinha sido convidada pela Rita que é uma amiga nossa que também gosta de meninas, para se ambientar ao bairro visto que era a sua nova vizinha, alentejana de Évora e que tinha vindo para Lisboa, mas isso não interessa muito para o caso mas sim o que tenho para contar. Com o decorrer do tempo começamos a namorar eu sou mais velho do que ela tenho 23 anos com mais ou menos a mesma altura, e embora não seja tímido não tenho grande sucesso com as mulheres, pois tal como Joana ainda não tinha namorada, mas lá se foi passando o tempo, e por mentira que pareça não fui eu que lhe tirei a virgindade, com muita pena minha mas depois de ela me ter contado como foi fiquei um pouco triste, pois foi a Rita que lhe proporcionou a sua primeira relação sexual, segundo o relato que a minha namorada fez, foi passado na casa da Rita que ela tem junto ao mar e que todos nós do grupo frequentávamos, e que um certo dia, quando eu estava fora em trabalho a levou para jantar, depois como já era tarde acabou por ficar em casa dela entretanto foram dar uma volta pela praia, e como estava uma aragem um pouco fria elas iam bem agarradinhas e com a ratice da Rita, esta começou por lhe passar as mãos pelas mamas o que a minha namorada estranhou, pois tudo isso para ela era novo ia dando uns beijinhos e por vezes muito perto da boca, segundo o relato que ela me fês lá mais para diante á umas rochas, e foi aí que pararam um pouco, e claro a Rita atacou e como a miúda já estava excitada não demorou muito que não tivesse aos beijos na boca embora, os primeiros beijos não lhe dissessem nada, mas é claro que depois se torna fácil, a minha namorada na altura vestia uma saia de verão que era um pouco curta e um tope que lhe deixava a descoberto boa parte da barriga, entretanto e já se beijavam com muita sensualidade e as mãos da Rita começaram a fazer o trabalho de que estavam habituadas, entraram por debaixo do tope e massajaram as maminhas da minha miúda e depois quando ela sentiu que Rita lhe estava a mexer no sexo embora ainda por fora das cuecas, que já estava todas molhadas com os líquidos que ela deixava escorrer de dentro dela. Agora mais á vontade, Rita já estava de joelhos de frente a Joana, e esta com as cuecas já no meio das pernas, começou um grande minete e bem demorado pois a minha namorada diz que foram vários, os orgasmos que teve, a miúda contou-me estas cenas com uma lágrima no olho com um certo receio de que eu ficasse aborrecido com ela, mas que poderia eu fazer com tamanha sinceridade, e claro que eu logo vi de que ela foi a que menos culpa teve no cartório, embora consentisse mas, seria muito difícil não alinhar com a Rita, pois esta tinha arte na matéria da sedução, mas continuando com o relato feito por a minha miúda, e depois de se recomporem do seu momento de luxúria, e de regresso a casa passaram pelo bar da praia para se refrescarem e lá encontraram o Pedro que por ali estava como era habitual que logo se meteu com as duas raparigas fazendo o convite para se sentarem na sua mesa e estarem á vontade, perguntou por mim é claro o que lhe foi dito de que eu estava em viagem, mas que viria na próxima semana. O Pedro é nosso amigo e é o mais rebelde e também o que tem mais vantagem sobre as mulheres porque além de ser muito atiradiço goza da fama, e eu sei agora que o que dizem tem sentido, de que tem um grande caralho, pois e segundo dizem as más-línguas que só de comprimento ronda os 24 cm e do grosso uns 7 de diâmetro e não só pois parece que tem cá uma cabeçorra que é de meter medo e que por ironia do destino quis deus que fosse logo a minha namorada que me confirmasse de tal monstruosidade.  Rita acabou por convidar o Pedro para ir até lá a casa beber um copo e falar um pouco, Rita perguntou pela Bela e este disse que estava de turno e que só chegaria a casa depois das 24 horas. Com uns copos e muita conversa a Rita meteu música e começou a dançar sozinha e a dizer para nós dançarmos também, é claro que eu estou a relatar o que a minha namorada me disse; Olha amor então eu lá me agarrei ao Pedro e dançamos uma, duas, e sei lá mais que quantas pois sentia-me bem, mas sentindo sempre o sexo do Pedro colado na minha barriga e muito quente o que me fazia sentir ainda melhor, visto que já tinha levado uma esfrega e que estava bastante excitada e com uma vontade louca, de que a noite não acabasse pois sentia-me como nunca, até mesmo muito estranha e por mentira que possa parecer nem me lembrava de ti meu amor. Continuamos a dançar e a beber mais e eu sentia que Pedro estava cada vez mais atrevido pois já encostava a cara na minha e fazia festas na cabeça e por vezes lá chegava com as mãos do meu rabo mas como eu não o encorajava ele não ia mais além. Em certa altura tive necessidade de ir á casa de banho para fazer xixi e lavar-me pois sentia escorrer de dentro de mim um liquido muito quente, que me estava deixar desconfortável, quando me estava a limpar entrou a Rita e perguntou o que tinha e eu disse o que estava a acontecer ela riu, não te preocupes pois o que te está a acontecer é o mais natural possível, o que isso quer dizer é que estás pronta para receber um homem dentro de ti, então não estejas com medo, e deu-me um beijo nos lábios e eu mais uma vês gostei entretanto ela meteu a mão por debaixo do meu vestido e quando chegou á cueca viu que estava toda ensopada, meu Deus como tu estás miúda, tira lá as cuecas que isso te pode fazer mal, anda vamos para a sala que eu já te dou umas minha. Quando cheguei á sala lá estava o Pedro já de braços abertos á minha espera com uma musica de que eu gostava muito de dançar, embora um pouco rápida para a ocasião mas lá dançamos. Entretanto Rita aparece com uma taça de morangos já lavadinhos e com um tubo de chantilly, vai uma pausa para comer uns moranguitos? Ouve uma risada e uma concordância, sentamos no sofá e eu segredei á Rita pelas cuecas, ela riu e disse já trago não te preocupes, mas ela não resistiu e teve que dizer: Ó Pedro sabes que a Joana não tem cuecas? Mas porque está assim tanto calor brincou o Pedro, não disse Rita é que ao dançar contigo ele estava tão excitada que ficou toda molhadinha e para não constipar a passarinha teve que tirar, não acredito diz o Pedro; é verdade diz ela, então vê e vai na minha direcção para me levantar a saia mas eu segurei as mãos dela quando esta se preparava para me levantar a saia, foi nesta altura que eu dei uma gargalhada pois achei que era mesmo típico da minha namorada, mas continuando com o relato: Com o gesto que eu fiz em não ter deixado que me levantasse a saia foi logo uma galhofa e peras, ai eu fiquei um pouco mais solta, e então senti-me de coragem e disse ao Pedro: Então se não acreditas vê tu mesmo, cheguei-me mais perto do sofá onde ele estava sentado, vá então do que estás á espera e com as duas mãos levantou a minha saia até á cintura e disse lindoooo, mas afinal sempre era verdade, depois de tanto elogio ao meu sexo, o Pedro diz meu Deus como eu gostaria de beijar esta flor e foi aí que a Rita entrou e disse, porque não! E de joelhos de frente a mim e ao Pedro com uma das mãos passava por entre os meus lábios vaginais e com a outra agarrava na cabeça do Pedro e empurrava para entre as minhas pernas que permaneciam fechadas mas com vontade de as abrir mas não foi por muito tempo porque a Rita se encarregou de ela própria as abrir e assim o Pedro logo começou a beijar toda a minha zona por entre as pernas até que chegou aos meus lábios vaginais e depois foi o máximo porque ele era mesmo bom no que fazia, acabei por ter mais uns orgasmos, e foi a Rita que depois diz bem vamos lá dançar mais umas musicas, mas agora como já estamos mais soltos, o Pedro tem que tirar os calções, o que não foi preciso dizer duas vezes ele desce logo os calções e fica com aquela grande tora e em riste mesmo virada para cima com uma tuza que só visto, eu nem queria acreditar no que estava a ver, pois o único que tinha visto era o teu e nem para lá se chegava, então a Rita vai por detrás de mim e faz com que a minha saia me caia aos pés, depois acabei eu mesma por tirar o top e fique toda nua o Pedro fez o mesmo e começamos a dançar agora completamente todos descascados, o Pedro com o pau muito grande encostado a mim e que quase me chegava ás mamas, com as mãos no meu traseiro e eu agarrada ao seu pescoço estava-mos mesmo sincronizados, sempre  com os lábios serrados com os dele fomos dançando como se estivesse-mos na lua. Foi então que senti as mãos da Rita a massajarem as minhas mamas, e ela segredou ao meu ouvido, menina para baixo e fez pressão nos meus ombros para que eu ficasse de joelhos de frente ao Pedro, então ela agarrou no pau do Pedro e encaminhou para a minha boca e disse vá lá lambe com muito carinho e vai metendo na boca aos poucos até aguentares, e lá foi mas com grande dificuldade pois só a cabeça era descomunal como eu não era capaz de meter mais, então levantamos e de pé, com a Rita por detraz de mim disse ao Pedro para meter entre os meus lábios vaginais, e assim foi eu abri um pouco as pernas e o Pedro la meteu entre os lábios mas sem fazer força, eu estava a toda a hora á espera que ele metesse para dentro mas ele gostava de fazer aquele mete tira que me estava a deixar doida, então a Rita disse que é chegada a hora e puchou-nos para ir para a cama e quando estava-mos a entrar toca a campainha, merda diz a Rita, quem será, eu vou ver quando perguntou quem era, lá de baixo disse, sou a Bela; está aí o Pedro? É que sai de serviço e ele ficou de me apanhar no bar, e disseram que ele estava com vocês, está sim sobe entretanto com aquela conversa que nós ouvimos tratamos logo de nos vestirmos e ficamos junto da mesa que se encontrava na sala com as taças de morangos e as bebidas, é claro que quem nos visse teria a certeza de que alí havia coisa.  Com a chegada da namorada do Pedro que logo foi distribuindo beijinhos por todos, e como o Pedro ainda estava com o pau um pouco alterado eu ví que ela ao beija-lo lhe agarrou na ferramenta e disse credo amor como tú estás, quem te deixou neste estado!  Entretanto Rita chama por Bela para chegar á cozinha para a ajudar a preparar alguma coisa para comer, enquanto isso, e como eu estava junto da mesa a comer uns moranguitos, o Pedro aproximou-se de mim e disse, mas que sorte a nossa, logo havia de aparecer esta gaja, e deu-me um beijo no pescoço junto com um sussurro de como eu gostaria de entrar dentro de ti, e encostou-se ao meu rabo e eu logo senti o seu grande pau a ficar duro, então eu disse: cuidado que está cá a tua namorada; que se fôda diz o Pedro eu não consigo aguentar estar perto de ti sem que te esteja a tocar e nisto já eu sentia as mãos dele a levantar a minha saia e com a outra tirou o pau para fora e meteu dentro das minhas pernas por detrás, o que me dava um prazer dos diabos pois quando roçava no grelinho eu até soltava gemidos de prazer e com a minha mão mexia no seu grande cacete, com o entusiasmo te tinha-mos não demos pela presença de Bela que tinha chegado com mais morangos, mas Pedro nem se mexeu e Bela veio junto a mim e com muita meiguice pediu um beijo a Pedro e começou por apalpar as minhas maminhas por debaixo do meu tope o que me deixou a pensar o porquê de tamanha audácia, mas logo percebi que Rita já lhe devia de ter contado o que se estava a passar e onde tinha-mos ficado, então tirou o meu top e tirou a minha saia, e eu incrédula com tudo isto e vi pela cara do Pedro que este também estava surpreso, então Bela ajoelhou á minha frente e começou por me beijar por tudo o que era sitio até que chegou ao meu sexo e exclamou ummmmm que cheirinho tão bommmm enquanto isso Pedro que tinha o caralho metido entre as minhas pernas empurrou e apareceu junto da minha vagina com a grande cabeçorra de fora o que a namorada logo disse, esta conheço eu e lá foi direito para a boca dela o que tudo junto deveria dar um gozo do caralho com toda esta brincadeira da namorada senti que Pedro me estava abraçar com mais força e a emitir uns sons esquisitos, foi quando percebi que dele saiam jorradas de esperma que até a sua namorada se engasgava com isto tudo depois riu-se que nem um perdido. Pedro desencostou-se de mim e foi sentar-se no sofá como que cansado, enquanto Bela e Rita estavam de volta de mim mas agora já deitadas numa manta que rita tinha metido na sala e também estas todos nuas, eu deliciava-me com aquelas línguas que me faziam ir ao céu é claro que tive vários orgasmos, agora depois de saciadas deitaram-me de costas e depois de me abrirem bem as minhas pernas disseram bem Pedro agora é contigo, então este aproximou-se já com o caralho enm riste e de joelhos de fronte de mim deitou-se sobre mim e com muito cuidado encaminhou a sua tora na entrada da minha cona e depois começou a meter mas com muto cuidado mas as primeiras bombadas a que tive direito foram muito lentas dizia ele que era para me ambientar mas mesmo assim me doía muito e embora estivesse com medo pedi a Pedro que não me fizesse esperar mais e ele deu uma estucada que parecia que me estavam a cortar com laminas e claro que fiquei de rastos mas ao mesmo tempo estava muito feliz por poder rerceber um homen com aquel bacamarte todo e que tinha gozado umas tantas vezes que mais parecia que me estava a derreter quando Pedro tirou de dentro de mim o que me doeu bastante ao tirar deitei de dentro de mim jorradas d esperma e sangue que mais parecia que tinha ali tido um bébé, fomos-no lavar e rita depois deu-me um penso e umas cuecas para eu não estar a escorrer e lá tivemos todos a conversar e a rir das minhas figuras, eu estava um pouco intrigada com o facto de Bela estar ali a fazer estas coisas com o Namorado mas ela diz que o que ele tem dá para ela e sobra para as amigas e que quando quizer pode repetir, quanto ao teu namorado tens que lhe dizer o que aconteceu, que ele vai compreender com esta conversa eles foram embora e eu lá fiquei na casa da Rita que dorante a noite me propulsionou mais uma brincadeiras e foi assim que tudo se passou meu querido peço que me desculpes se poderes porque eu não soube resistir e tudo acabou com um grande beijo que eu dei á minha querida que se portou que nem uma valente e claro eu não me importei e até quero repetir a brincadeira mas agora comigo presente.

Treinando a empregada
Bom meu nome é Michel, o que narro a seguir é um fato real , a anos atrás após me separar da minha ex esposa acabei por contratar uma empregada, uma moça casada, evangélica, de 27 anos, não era bonita não, pelo contrario, gordinha, baixinha e se vestia mais ou menos com aqueles benditas saionas, bom a principio ela faria faxina duas vezes na semana, e o curioso é que ela vou chamar de Silvana era minha fã, sim eu trabalhava em uma tv local,a principio vivenciamos a relação patrão e empregada.Porém um dia fui tomar banho e esqueci de levar a toalha, no banheiro eu estava tocando uma punheta e quando percebi estar sem a toalha resolvi fazer algo, gritei pela porta para ela me trazer a toalha, quando ela me disse to levando a esperei com meia porta aberta, ao ve-la chegando abri a porta e ela ficou olhando fixamente minha pica de 18x5 , ela não falou nada , ficou muda ,ai peguei sua mão e pus na minha pica, ela segurou um pouco e saiu para a cozinha assustada.Quando sai do banheiro ela me disse que era errado o que eu fiz ela era casada , eu pedi desculpas e nisso me troquei e sai.Neste mesmo dia a noite ela me me manda um SMS que dizia, OLHA VC É LINDO SOU APAIXONADA POR VC, MAIS AMO MEU MARIDO, E SOU FEIA PARA VC E SEI QUE SÓ QUER ME USAR.Na quinta feira ela chegou para trabalhar e era minha folga no serviço ficaria o dia inteiro em casa , Silvana chegou me cumprimentou e eu a chamei para meu quarto para conversar e lá ela foi, disse que nunca pensei em usar ela, e que realmente não queria nada com ela porque ela era diferente das outras e que não saberia fazer o que gosto.nisso ela me perguntou por exemplo o que? E eu lhe disse por exemplo uma chupetinha, ela disse que isso não fazia porque tinha nojo, eu disse então viu realmente não daria certo vc e eu, ela ficou meio sem fala e falou se eu fizesse ela teria chances de ficar comigo, obvio respondi que sim..nisso ela falou nunca fiz então me ensina,nisso tirei minha pica e a fiz pegar e falei faz como quiser, ela começou a beijar e lamber a cabeça meio que com nojo, derepente a fiz engolir inteiro e a danada engasgou, ai lhe falei faz assim póe ele na boca e deixa ela bem aberta, vou controlando vc segurando sua cabeça tá, ela topou e chupou uns 10 minutos até que gozei e fiz ela beber, ela ficou brava mais engoliu.Disse então olha tenho de sair agora, mais mate aula hj a noite e venha aqui tá, seu marido te deixa na escola e vc desce pra cá, ela topou…Chegando a noite umas 7 e 30 ela entrou em casa, eu já a esperava pelado, a catei pelo braço fiz ajoelhar e lá ela começou a chupar, chupava melhor que a tarde e já estava acostumando , a fiz lamber minhas bolas e ela gostou , chupou até eu gozar, nisso a mandei voltar a escola mais antes a instrui que ela continuaria trabalhando só duas vezes por semana, mais que a partir de hj depois que fosse levar seu filho a creche de manha cedo que passasse aqui chupar,da mesma forma quando fosse busca-lo a tardezinha , e sempre que fosse a escola passasse aqui antes. E assim foi só na chupetinha 3 vezes por dia por uns 2 meses, bom depois disso veio o dia do cuzinho,mais este eu conto depois.

Treinando a empregada

Bom meu nome é Michel, o que narro a seguir é um fato real , a anos atrás após me separar da minha ex esposa acabei por contratar uma empregada, uma moça casada, evangélica, de 27 anos, não era bonita não, pelo contrario, gordinha, baixinha e se vestia mais ou menos com aqueles benditas saionas, bom a principio ela faria faxina duas vezes na semana, e o curioso é que ela vou chamar de Silvana era minha fã, sim eu trabalhava em uma tv local,a principio vivenciamos a relação patrão e empregada.Porém um dia fui tomar banho e esqueci de levar a toalha, no banheiro eu estava tocando uma punheta e quando percebi estar sem a toalha resolvi fazer algo, gritei pela porta para ela me trazer a toalha, quando ela me disse to levando a esperei com meia porta aberta, ao ve-la chegando abri a porta e ela ficou olhando fixamente minha pica de 18x5 , ela não falou nada , ficou muda ,ai peguei sua mão e pus na minha pica, ela segurou um pouco e saiu para a cozinha assustada.Quando sai do banheiro ela me disse que era errado o que eu fiz ela era casada , eu pedi desculpas e nisso me troquei e sai.

Neste mesmo dia a noite ela me me manda um SMS que dizia, OLHA VC É LINDO SOU APAIXONADA POR VC, MAIS AMO MEU MARIDO, E SOU FEIA PARA VC E SEI QUE SÓ QUER ME USAR.Na quinta feira ela chegou para trabalhar e era minha folga no serviço ficaria o dia inteiro em casa , Silvana chegou me cumprimentou e eu a chamei para meu quarto para conversar e lá ela foi, disse que nunca pensei em usar ela, e que realmente não queria nada com ela porque ela era diferente das outras e que não saberia fazer o que gosto.nisso ela me perguntou por exemplo o que? E eu lhe disse por exemplo uma chupetinha, ela disse que isso não fazia porque tinha nojo, eu disse então viu realmente não daria certo vc e eu, ela ficou meio sem fala e falou se eu fizesse ela teria chances de ficar comigo, obvio respondi que sim..nisso ela falou nunca fiz então me ensina,nisso tirei minha pica e a fiz pegar e falei faz como quiser, ela começou a beijar e lamber a cabeça meio que com nojo, derepente a fiz engolir inteiro e a danada engasgou, ai lhe falei faz assim póe ele na boca e deixa ela bem aberta, vou controlando vc segurando sua cabeça tá, ela topou e chupou uns 10 minutos até que gozei e fiz ela beber, ela ficou brava mais engoliu.Disse então olha tenho de sair agora, mais mate aula hj a noite e venha aqui tá, seu marido te deixa na escola e vc desce pra cá, ela topou…

Chegando a noite umas 7 e 30 ela entrou em casa, eu já a esperava pelado, a catei pelo braço fiz ajoelhar e lá ela começou a chupar, chupava melhor que a tarde e já estava acostumando , a fiz lamber minhas bolas e ela gostou , chupou até eu gozar, nisso a mandei voltar a escola mais antes a instrui que ela continuaria trabalhando só duas vezes por semana, mais que a partir de hj depois que fosse levar seu filho a creche de manha cedo que passasse aqui chupar,da mesma forma quando fosse busca-lo a tardezinha , e sempre que fosse a escola passasse aqui antes. E assim foi só na chupetinha 3 vezes por dia por uns 2 meses, bom depois disso veio o dia do cuzinho,mais este eu conto depois.

A garota que conheci no onibus
Olá, sou o Suspiro, 19 anos, tenho 1,80m, sou de cor clara, forte, cabelos curtos e negros. Este é o meu segundo conto ? o primeiro: ?Eu e Paty ? A filha da amiga de minha mãe?. Aos que leram, espero que tenham gostado. Muito bem! Sem mais delongas, quero dividir mais uma situação (verídica) a qual me ocorreu no inicio do ano passado - 2011.No começo do ano, eu fazia um curso pré-vestibular e como o local do curso é distante de onde moro, é necessário pegar ônibus. Pois bem, ia levando minha vida, minha rotina, indo para o curso assiduamente, sem muitas novidades e surpresas: fazia sempre o mesmo percurso, pegava o ônibus do mesmo horário, tudo sempre na mesma, sem nada de interessante. Em um determinado dia, peguei o ônibus de sempre e sentei no fundo. Estava ?desligado? ouvindo umas musicas no mp3, até que tive a sensação de estar sendo observado. Aquela sensação que muitos já devem ter tido! Foi então que reparei que tinha uma garota - aparentando uns 20 anos, bem magrinha, usava aparelho nos dentes e tinha os cabelos negros escovados até o ombro- me olhando muito! Olhando-me de um jeito que até fiquei sem graça. Ela estava sentada próximo ao cobrador que por sinal estavam até conversando. Ela conversava com ele e ao mesmo tempo me comia com os olhos. A garota ainda tinha um pirulito nas mãos, e para me provocar, talvez, lambia-o de um jeito meio sexy e me olhava. Eu achei engraçado, até dei risada da situação e acho que ela pensou que meu riso foi de retribuição ao flerte. No inicio, achei a situação engraçada, mas depois de um tempo, na minha mente pervertida, comecei a imaginar e fantasiar com aquela garota. O que ela fazia com o pirulito, o que no inicio, achei ?meio sexy?, depois, com minha mente a mil, comecei a achar delicioso a ponto de ficar de pau duro. Para minha sorte o ônibus não estava cheio e não tinha quase ninguém no fundo comigo, mas assim mesmo coloquei minha mochila sobre minhas pernas para esconder o quanto estava excitado.Fiquei pensando se a chamava pra conhecê-la e conversar ou não. E depois de um bom tempo pensando nas minhas opções e ainda de pau duro, o desejo e a vontade de pegar essa garota e ver no que ia dá respondeu por mim… E já estava próximo do ponto que eu ia ficar, quando a chamei. Fiz apenas um sinal, ela entendeu e não hesitou em dispensar a conversa com o cobrador e vir imediatamente ao meu encontro. Eu estava sentado e assim continuei até pra disfarçar como eu estava. Ela sentou no banco à minha frente e virou-se para conversarmos. E começaram as apresentações: Seu nome é Priscila (fictício), 21 anos, morava em uma cidade do interior e há pouco tempo havia se mudado para capital juntamente com sua irmã em busca de emprego, liberdade e independência já que em cidades do interior (geralmente pequenas) têm-se poucas oportunidades e todo mundo sabe da vida do outro. Descobri também que ela morava no mesmo bairro que eu. Falei de mim também, claro. Bom, feitas as apresentações básicas, perguntei se ela gostava de pirulito e dei um sorriso. Ela disse que adorava, dando mais uma lambida, e depois riu descaradamente. Conversa vai, conversa vem, tive a certeza que ela me queria. A maneira como ela admirava minha boca. O jeito que ela me olhava. Nossa! Parecia uma cadelinha sedenta doidinha pra ser fodida. Até que chegou o ponto em que eu ia descer. Enfim, só deu tempo de trocarmos telefones e ao levantar-me dei um cheiro acompanhado de um beijo no seu pescoço. Desci do ônibus com a duvida se um dia iria rever Priscila, apesar de morarmos no mesmo bairro. Passaram-se alguns dias sem nos encontrarmos e nem um telefonema, nem nada. Achei que o fogo foi momentâneo e já tinha acabado. Até que um dia recebi algumas mensagens dela no celular que nem lembro o que dizia, só sei que as respondi e no outro dia ela me ligou. Conversamos um pouco. Falamos sobre o não contato da gente e outras coisas, até o momento em que ela soltou que iria dormir sozinha em sua casa, pois a irmã foi dormir com o namorado. E com uma voz carente e faceira disse que não gostava de dormir sozinha. Eu entendi a maldade dela. E foi só ouvi-la dizer isso pra meu pau já ficar extremamente duro, já imaginando a situação e as sacanagens que poderíamos fazer. Tinha só um problema: Nesse dia eu não poderia dormir lá, poderia ir sim, mas teria que voltar no mesmo dia. Falei isso pra ela, que desanimou um pouquinho, mas ainda assim, quis que eu fosse lá. Tomei um banho, depilei o saco, coloquei umas camisinhas no bolso e no final da tarde (quando a irmã já tinha saído) eu fui. Como já moro nesse bairro a um tempão, conheço tudo aqui, ela me deu as ?coordenadas? de sua casa a qual achei facilmente. Chegando lá, dei um toque no seu celular e a chamei uma só vez pelo nome. Ela apareceu na janela do alto, pois morava num apartamento do 1° andar. Quando me viu, abriu o sorriso e rapidamente desceu para abrir a porta e me levar a seu ?apê? modesto e pequeno, porém arrumadinho, afinal ali só moravam ela e sua irmã. Priscila confessou que não acreditava que eu realmente apareceria. Ela me levou até o quarto, ligou a TV e disse que eu podia ficar a vontade e que era pra eu esperar um pouco, pois ela ia tomar um banhozinho. Podem estar se perguntando: Como uma garota tem coragem de levar um homem pra casa sem nem conhecê-lo direito? Afinal, só tivemos um encontro, que foi no ônibus e depois só trocamos algumas mensagens e ligações. E até este momento não tinha rolado nem um beijo na boca. Pois bem, eu também me pergunto isso. Mas isso foi o que tornou mais interessante e inusitada a história. Voltando… Enquanto esperava o ?banhozinho?, nem prestava atenção na TV, só queria que ela viesse logo para a sacanagem começar. Estava nervoso e o ?banhozinho? pareceu demorar. Até que ela finalmente sai do banheiro enrolada numa toalha caminhando em minha direção que ainda estava vestido: de bermuda e camisa. Ela veio, e eu agarrei com firmeza, a joguei na cama e abri sua toalha. Que peitinhos lindos e pequenos. Chupei os peitinhos daquela safadinha, lambi seu pescoço, barriga, e enfim cheguei a sua buceta que só tinha uma listra de pêlos ralos. Lambuzei aquela bucetinha que já estava molhada. Suguei com muita vontade. Mandei ela abrir bem os lábios deixando a mostra o seu clitóris e o chupei feito um louco. Nossa! Ela gemia muito… me chamava de cachorro, gostoso e mandava eu chupar ainda mais pois estava uma delícia. Feito isso, ela levantou e começou a tirar minha camisa, depois abriu o meu cinto e abaixou minha bernuda, deixando-me apenas de cueca. Ela pediu pra que eu deitasse. “Agora é minha vez!” - disse ela arrastando pra baixo minha cueca e segurando com firmeza meu pau duro. Sem demora pôs na boca. Começou a chupar freneticamente parecendo estar faminta. Ela me lambia todo, lambia minhas bolas, tentanva colocar todo o meu pau na boca…Depois que me chupou todo, coloquei a camisinha e ela prontamente se posicionou para sentar. Logo, segurou, e foi encaixando vagarosamente meu pau em sua buceta e enquanto o fazia, demonstrava com caras e bocas o prazer que estava sentido. Já toda encaixada no meu pau, começou um sobe e desce insano, gemendo alto e eu a incentivando cada vez mais. Estava muito gostoso. Enquanto ela sentava eu tocava em seu grelo afim de te dar mais prazer e foi o que aconteceu. Fiz isso enquanto ela subia e descia e logo ela começou a aumentar a velocidade e gozou dando uma tremida louca em cima de mim. Foi uma delícia satisfazer uma mulher daquele jeito! Ela ainda gozou mais uma vez nessa posição.Coloquei-a de quatro e mandei ela empinar bem deixando sua buceta bem amostra pra mim. Que cachorra! Fez direitinho o que eu mandei. Soquei com força naquela buceta quente e vermelha, meti com vontade e rápido dando tapas em sua bunda e puxando seu cabelo como ela queria ser tratada fazendo a safada gritar para os vizinhos ouvirem.Priscila é magrinha, mas é flexível, depois de arregaçar ela de quatro, pus ela de frente, levantei e empurrei suas pernas a ponto de tocar os seus ombros. Comi ela todinha desse jeito. Foi um sexo maravilhoso. Uma das melhores experiencias que tive!Depois de tanto meter, senti que eu ia gozar e a perguntei onde ela queria que eu gozasse. Ela falou: “Nos meus peitos, me mele toda, vá!”. E assim o fiz. Melei-a todinha. Nos limpamos, tomamos um banho juntos, me vesti e nos despedimos. Fui para casa leve e relaxado. No dia seguinte…. recebi várias mensagens dela dizendo o quanto tinha gostado e que queria repetir…Repetimos até! Fizemos mais umas 2 vezes em outras ocasiões, mas por motivo de força maior, Priscila teve que voltar para o interior (sua cidade natal). Depois disso, ainda conversamos pela Internet e Telefone algumas sacanagens, ela me mandando fotos, videos… Mas agora, por incrivel que pareça, Priscila se casou e tá morando em outro Estado. As conversas se tornaram raras, mas quando acontecem, ela mesmo casada agora, faz questão de lembrar o quanto foi bom e quanto ela sente falta. Espero que tenham curtido.Um abraço!Suspiro.Obs: Durante esse relato, várias vezes fiquei excitado digitando aqui lembrando o acontecido, tentando captar os detalhes para passar o maximo de realidade possivel. Acreditem, isso é verídico.

A garota que conheci no onibus

Olá, sou o Suspiro, 19 anos, tenho 1,80m, sou de cor clara, forte, cabelos curtos e negros. Este é o meu segundo conto ? o primeiro: ?Eu e Paty ? A filha da amiga de minha mãe?. Aos que leram, espero que tenham gostado. Muito bem! Sem mais delongas, quero dividir mais uma situação (verídica) a qual me ocorreu no inicio do ano passado - 2011.



No começo do ano, eu fazia um curso pré-vestibular e como o local do curso é distante de onde moro, é necessário pegar ônibus. Pois bem, ia levando minha vida, minha rotina, indo para o curso assiduamente, sem muitas novidades e surpresas: fazia sempre o mesmo percurso, pegava o ônibus do mesmo horário, tudo sempre na mesma, sem nada de interessante. 

Em um determinado dia, peguei o ônibus de sempre e sentei no fundo. Estava ?desligado? ouvindo umas musicas no mp3, até que tive a sensação de estar sendo observado. Aquela sensação que muitos já devem ter tido! Foi então que reparei que tinha uma garota - aparentando uns 20 anos, bem magrinha, usava aparelho nos dentes e tinha os cabelos negros escovados até o ombro- me olhando muito! Olhando-me de um jeito que até fiquei sem graça. Ela estava sentada próximo ao cobrador que por sinal estavam até conversando. Ela conversava com ele e ao mesmo tempo me comia com os olhos. A garota ainda tinha um pirulito nas mãos, e para me provocar, talvez, lambia-o de um jeito meio sexy e me olhava. Eu achei engraçado, até dei risada da situação e acho que ela pensou que meu riso foi de retribuição ao flerte. 

No inicio, achei a situação engraçada, mas depois de um tempo, na minha mente pervertida, comecei a imaginar e fantasiar com aquela garota. O que ela fazia com o pirulito, o que no inicio, achei ?meio sexy?, depois, com minha mente a mil, comecei a achar delicioso a ponto de ficar de pau duro. Para minha sorte o ônibus não estava cheio e não tinha quase ninguém no fundo comigo, mas assim mesmo coloquei minha mochila sobre minhas pernas para esconder o quanto estava excitado.



Fiquei pensando se a chamava pra conhecê-la e conversar ou não. E depois de um bom tempo pensando nas minhas opções e ainda de pau duro, o desejo e a vontade de pegar essa garota e ver no que ia dá respondeu por mim… E já estava próximo do ponto que eu ia ficar, quando a chamei. Fiz apenas um sinal, ela entendeu e não hesitou em dispensar a conversa com o cobrador e vir imediatamente ao meu encontro. 

Eu estava sentado e assim continuei até pra disfarçar como eu estava. Ela sentou no banco à minha frente e virou-se para conversarmos. E começaram as apresentações: Seu nome é Priscila (fictício), 21 anos, morava em uma cidade do interior e há pouco tempo havia se mudado para capital juntamente com sua irmã em busca de emprego, liberdade e independência já que em cidades do interior (geralmente pequenas) têm-se poucas oportunidades e todo mundo sabe da vida do outro. Descobri também que ela morava no mesmo bairro que eu. Falei de mim também, claro. Bom, feitas as apresentações básicas, perguntei se ela gostava de pirulito e dei um sorriso. Ela disse que adorava, dando mais uma lambida, e depois riu descaradamente. 

Conversa vai, conversa vem, tive a certeza que ela me queria. A maneira como ela admirava minha boca. O jeito que ela me olhava. Nossa! Parecia uma cadelinha sedenta doidinha pra ser fodida. Até que chegou o ponto em que eu ia descer. Enfim, só deu tempo de trocarmos telefones e ao levantar-me dei um cheiro acompanhado de um beijo no seu pescoço. 

Desci do ônibus com a duvida se um dia iria rever Priscila, apesar de morarmos no mesmo bairro. 

Passaram-se alguns dias sem nos encontrarmos e nem um telefonema, nem nada. Achei que o fogo foi momentâneo e já tinha acabado. Até que um dia recebi algumas mensagens dela no celular que nem lembro o que dizia, só sei que as respondi e no outro dia ela me ligou. Conversamos um pouco. Falamos sobre o não contato da gente e outras coisas, até o momento em que ela soltou que iria dormir sozinha em sua casa, pois a irmã foi dormir com o namorado. E com uma voz carente e faceira disse que não gostava de dormir sozinha. Eu entendi a maldade dela. E foi só ouvi-la dizer isso pra meu pau já ficar extremamente duro, já imaginando a situação e as sacanagens que poderíamos fazer. 

Tinha só um problema: Nesse dia eu não poderia dormir lá, poderia ir sim, mas teria que voltar no mesmo dia. Falei isso pra ela, que desanimou um pouquinho, mas ainda assim, quis que eu fosse lá. Tomei um banho, depilei o saco, coloquei umas camisinhas no bolso e no final da tarde (quando a irmã já tinha saído) eu fui. Como já moro nesse bairro a um tempão, conheço tudo aqui, ela me deu as ?coordenadas? de sua casa a qual achei facilmente. Chegando lá, dei um toque no seu celular e a chamei uma só vez pelo nome. 

Ela apareceu na janela do alto, pois morava num apartamento do 1° andar. Quando me viu, abriu o sorriso e rapidamente desceu para abrir a porta e me levar a seu ?apê? modesto e pequeno, porém arrumadinho, afinal ali só moravam ela e sua irmã. Priscila confessou que não acreditava que eu realmente apareceria. Ela me levou até o quarto, ligou a TV e disse que eu podia ficar a vontade e que era pra eu esperar um pouco, pois ela ia tomar um banhozinho. 



Podem estar se perguntando: Como uma garota tem coragem de levar um homem pra casa sem nem conhecê-lo direito? Afinal, só tivemos um encontro, que foi no ônibus e depois só trocamos algumas mensagens e ligações. E até este momento não tinha rolado nem um beijo na boca. Pois bem, eu também me pergunto isso. Mas isso foi o que tornou mais interessante e inusitada a história. 



Voltando… Enquanto esperava o ?banhozinho?, nem prestava atenção na TV, só queria que ela viesse logo para a sacanagem começar. Estava nervoso e o ?banhozinho? pareceu demorar. Até que ela finalmente sai do banheiro enrolada numa toalha caminhando em minha direção que ainda estava vestido: de bermuda e camisa. Ela veio, e eu agarrei com firmeza, a joguei na cama e abri sua toalha. Que peitinhos lindos e pequenos. Chupei os peitinhos daquela safadinha, lambi seu pescoço, barriga, e enfim cheguei a sua buceta que só tinha uma listra de pêlos ralos. Lambuzei aquela bucetinha que já estava molhada. Suguei com muita vontade. Mandei ela abrir bem os lábios deixando a mostra o seu clitóris e o chupei feito um louco. 

Nossa! Ela gemia muito… me chamava de cachorro, gostoso e mandava eu chupar ainda mais pois estava uma delícia. Feito isso, ela levantou e começou a tirar minha camisa, depois abriu o meu cinto e abaixou minha bernuda, deixando-me apenas de cueca. Ela pediu pra que eu deitasse. “Agora é minha vez!” - disse ela arrastando pra baixo minha cueca e segurando com firmeza meu pau duro. Sem demora pôs na boca. Começou a chupar freneticamente parecendo estar faminta. Ela me lambia todo, lambia minhas bolas, tentanva colocar todo o meu pau na boca…

Depois que me chupou todo, coloquei a camisinha e ela prontamente se posicionou para sentar. Logo, segurou, e foi encaixando vagarosamente meu pau em sua buceta e enquanto o fazia, demonstrava com caras e bocas o prazer que estava sentido. Já toda encaixada no meu pau, começou um sobe e desce insano, gemendo alto e eu a incentivando cada vez mais. 

Estava muito gostoso. Enquanto ela sentava eu tocava em seu grelo afim de te dar mais prazer e foi o que aconteceu. Fiz isso enquanto ela subia e descia e logo ela começou a aumentar a velocidade e gozou dando uma tremida louca em cima de mim. Foi uma delícia satisfazer uma mulher daquele jeito! Ela ainda gozou mais uma vez nessa posição.

Coloquei-a de quatro e mandei ela empinar bem deixando sua buceta bem amostra pra mim. Que cachorra! Fez direitinho o que eu mandei. Soquei com força naquela buceta quente e vermelha, meti com vontade e rápido dando tapas em sua bunda e puxando seu cabelo como ela queria ser tratada fazendo a safada gritar para os vizinhos ouvirem.

Priscila é magrinha, mas é flexível, depois de arregaçar ela de quatro, pus ela de frente, levantei e empurrei suas pernas a ponto de tocar os seus ombros. Comi ela todinha desse jeito. 

Foi um sexo maravilhoso. Uma das melhores experiencias que tive!

Depois de tanto meter, senti que eu ia gozar e a perguntei onde ela queria que eu gozasse. Ela falou: “Nos meus peitos, me mele toda, vá!”. E assim o fiz. Melei-a todinha. 



Nos limpamos, tomamos um banho juntos, me vesti e nos despedimos. 

Fui para casa leve e relaxado. 

No dia seguinte…. recebi várias mensagens dela dizendo o quanto tinha gostado e que queria repetir…

Repetimos até! Fizemos mais umas 2 vezes em outras ocasiões, mas por motivo de força maior, Priscila teve que voltar para o interior (sua cidade natal). Depois disso, ainda conversamos pela Internet e Telefone algumas sacanagens, ela me mandando fotos, videos… 

Mas agora, por incrivel que pareça, Priscila se casou e tá morando em outro Estado. As conversas se tornaram raras, mas quando acontecem, ela mesmo casada agora, faz questão de lembrar o quanto foi bom e quanto ela sente falta. 



Espero que tenham curtido.

Um abraço!



Suspiro.

Obs: Durante esse relato, várias vezes fiquei excitado digitando aqui lembrando o acontecido, tentando captar os detalhes para passar o maximo de realidade possivel. Acreditem, isso é verídico.

A briga do casalFoi neste carnaval de 2012…Estava meio cabisbaixo com uma brigas com minha esposa e como ela foi passar o carnaval com a mãe dela e levou as crianças, eu fique chateado, porém livre.Liguei prá um amigo meu que falou de um churrasco na casa de uma amiga em comum nossa. Marcamos e fui lá buscar ele no local combinado e partimos para casa desta amiga. Chamarei ela de Magna (fictício), Mas ao chegarmos, levamos cervejas, colocamos ascervejas no freezer, e ficamos pela festa; Haviam algumas pessoas que não conhecíamos. Fato que eu e a Magna já havíamos nos pegado algumas vezes, mas no entanto, estava de olho em outras pessoas por lá. A festa foi rolando maneira e fomos devidamente apresentados aos demais e começamos a brincar com todos. Havia uma menina , Andressa( fictício), que estava com o namorado, e ficavam sempre juntos, daí começou a rolar um funk e as meninas começaram a dançar e requebrar até o chão…O namorado da Andressa não gostou muito, pois a rapaziada estava de olho.Com o passar das horas e o papo rolando, ela resolveu pegar no meu pé dizendo que eu não dançava, que estava meio paradão, então quando começaram as músicas dos anos 90, comecei a dançar com a galera, depois colocaram um funk novamente, e o namorado dela havia ido buscar mais cervejas juntamente com o marido de Valkíria, Eu continuei na pista dançando, mais pelo fato de ter bebido e com isso ela veio em minha direção e ficou de costas prá mim e dançando. teve uma hora que a música começou um tal de ? empina, empina?, e ela sem a menor cerimônia colocou as mãos no chão e sem encolher as pernas ficou esfregando a bunda na minha rola, que no mesmo instante deu sinal de vida, com ela esfregando a bunda em mim…Ficamos dançando e ela esfregando, quando o namorado dela chegou e viu a cena. Nossa o cara fez um puta carão de bravo, chamou ela e foram pro lado de fora e meu amigo, veio me falar que tava feia a coisa que o carinha estava puto, que ela vacilou coisa e tal. fiquei na minha e os dois voltaram, mas percebi que ela não sentou ao lado dele e que foi se achegar com a Valkíria, depois foram prá dento da casa da Valkíria e o carinha se despediu da rapaziada e foi embora…Mas a festa continuou rolando e meu amigo já se pegava com a Valesca, uma loirinha gostosa prá caceta, mas estavam nos beijinhos e passadas de mãos de boa…Me deu uma puta vontade de ir ao banheiro e Valkíria me indicou o de dentro da casa, então eu fui entrando e me direcionei ao banheiro. Ao sair depois de mijada, passando pelo corredor, escuto uns choramingados e vou dar uma olhada, e era a Andressa, deitada de bruços com o bundão empinado dentro de um shortinho jeans. Perguntei prá ela se se podia fazer alguma coisa e ela pediu que eu conversasse com ela, pois estava se sentindo chateada e coisa e tal. Falou que o namorado dela havia terminado com ela, que ficou puto de ver ela dançando comigo e tal…Sentei-me na cama e coloquei a cabeça dela em meu colo e fiz uns cafunés, falando que isso é maior bobeira, mas que depois com calma os dois se entenderiam…Ela então falou que não queria mais se entender com ele, e eu falei melhor, pois havia dado conta do que queria…rsrsrs. Enfim voltamos prá festa e continuamos dançando, mas desta vez ela resolveu dançar e se soltar comigo…daí então ela olha prá mim e diz, Você que foi o culpado da minha separação, pois eu fiquei louca de tesão, ainda mais com que a Magna me falou de você. Então ela me deu um beijo na boca, mas rápido, não deu nem tempo de reação. Quando colocaram um pagodinho, ela veio e me abraçou e colou o corpo junto ao meu e começamos a dançar e foi inevitável minha ereção, ela percebendo se esfregava ainda mais e começamos a nos beijar deliciosamente…Eu sentia a língua dela dentro de minha boca buscando a minha língua. Ela disfarçadamente desceu a mão e procurou minha pica que estava dura como ferro, e deu uma apalpada sentindo ele duro e disse em meu ouvido: Nossa, que delícia, vamos lá dentro…Ela saiu como se fosse ao banheiro e entrou, uns minutinhos depois eu fui…Encontrei ela no corredor e ela me disse vamos pros fundos, pois tem casal no quarto ( era meu amigo que estava comendo a loira, a Valesca), mas ao chegar nos fundos, em uma área de serviços, ela foi me empurrando prá um sofá velho que estava ali e me colocou sentado ali e subiu em meu colo e ficamos nos beijando e acariciando. Fui passando minhas mãos nos seios dela (pequenos, mas deliciosos), e os tirei de sua blusa e comecei a chupar os biquinhos, e ela beijava meu pescoço, minha orelha, com as mãos eu passava no bundão gostoso dela, que ficava esfregando em mim . Eu a coloquei deitada no sofá e desci beijando seus seios, barriguinha,e deparei-me com a bermuda jeans, que desci junto com uma calcinha preta de renda. Beijei a virilha dela que contorcia e jogava o quadril de encontro ao meu rosto. A bucetinha dela rosadinha e bem molhadinha, me dava uma visão maravilhosa.Enfiei minha lígua na bucetinha dela que gemeu forte e com uns cinco minutos comigo chupando a bucetinha e passando minha língua no grelinho dela ela segurou forte minha nuca e puxou de encontro a buceta dela e começou a tremer e gemer coisas desconexas tipo…Aiiiiiiii chupa! to gozando na sua boca!!!! Chupa delícia!!!!!! Aiiiiiiiiiii AHHHHHHHHHHHHHHHH!! E começou a dar solavancos com os quadris de encontro a minha boca e depois caiu molinha no sofá… Tirei minha bermuda e coloquei meu pau duro como rocha e bati no rosto dela e disse chupa gostoso, vai…Ela abriu a boca e engoliu a cabeça da minha rola e deu uma chupada forte que nooossa! Então ela segurou na base do meu pau e começou a passar a língua por todo ele e enfiava na boca e tentava engolir todo, mas acabava engasgando. Ela salivou ele bastante e chupava tudo deixando limpinho, então eu a virei de costas prá mim, com o rosto prá o encosto do sofá…Ela empinou a bundinha, Nossa que visão era aquela, uma bocetinha rosadinha e um cuzinho depiladinho, hummmmmDei uma chupada da buceta até o cuzinho e ela olhando prá trás dizia : Enfia, vem fode essa putinha!!Coloquei a cabeça da rola encostada na entradinha da bucetinha e deixei ir deslisando devagarinho prá dentro.Ela começou a rebolar e gemer: Ahhhhhhhhh!! Isso fode essa buceta, fode!Soca forte! Forte!! Machuca essa bucetinha Hummmmm Ahhhhhhhhh!!!Eu cadenciei o ritmo das estocadas e segurava ekla pelo cabelo puxando forte fazendo ela ficar só com os joelhos apoiados no sofá. E ela gritava e pedia prá fuder forte…Até que ela começou a ficar mole…sentia o corpo dela não respondendo mais as minhas estocadas..Ahhhhhhhhh! to gozandooooooooooo!!!Ahhhhhhhhhh!! Issooooo Ai iiiiiAhhhhhhhhhhhhhhh! Então ela se jogou prá frente, apoiando o corpo no encosto do sofá e olhando prá trás dizia, eu sabia que você era gostoso (palavras dela),Estou molinha!!!E eu ali com a piroca dura sem ter gozado…Olhei pro cuzinho dela que piscava por causa do gozo forte e meti minha língua, e comecei a lamber aquele cuzinho delicioso. Ela voltou a gemer e rebolava aquele bundão, falando: Ahhhh! Safado! você não sussega!AhhhhhhhhhhhhhhhEla então falou: Vem come esse cuzinho, mete tudo!!!Seu safado!!Fode esse cuzinho!Não esperei outra ordem, me posicionei atrás dela e apontei a cabeça da rola pro cuzinho dela, e fui forçando…Ela então olhou prá trás e com uma carinha de carente disse: Shiiiiiiiiiiiii aiiiiiiiiiiiiiiii devagarrrrrrrrrmmmmm!!!Quando a cabeça passou, ela deu uma rebolada e eu fiquei ali imóvel, fazendo um carinho nas costas dela…Ela então depois de uns dois minutos rebolando jogou o corpo prá trás e fez minha rola sumir inteira no cuzinho dela, com um gritinho abafado..ahhhhhhhhhhhhh!Segurei nos cabelos dela com força e fui enfiando e tirando, havia vezes que deixava só a cabeça dentro e voltava com tudo prá dentro daquele cuzinho que apertava minha pica, parecendo mastigar …Ahhhhhhhhhh!! Que pica gostosa! Fode esse cuzinho, fode!!! Isso Aiiiinnnnnnnnnn! Huuuuuuuuuuushhhhhhh!acariciava o peitinho dela e as vezes dava apertões nos mamilos, até que não aguentandio mais avisei que ia gozar…ela saiu rápido da minha pica e sentou segurando minha rola e abrindo a boca…Enfiou só a ponta da cabeça na boca e despejei uma quantidade enorme de porra na boca dela, que sugava na busca da última gota. Nisso olho pro lado e vejo Valkíria chegando a porta , e sem graça disse: Pô foi mai!! e foi saindo novamente…Nos recompomos e voltamos prá festa, onde a galera ficou zuando, onde vcs tavam heim???Meu amigo também já havia voltado.. e a festa foi rolando e depois ainda fomos prá um bloco perto do centro de Campo Grande- RJ.Até a próxima!!!

A briga do casal

Foi neste carnaval de 2012…Estava meio cabisbaixo com uma brigas com minha esposa e como ela foi passar o carnaval com a mãe dela e levou as crianças, eu fique chateado, porém livre.Liguei prá um amigo meu que falou de um churrasco na casa de uma amiga em comum nossa. Marcamos e fui lá buscar ele no local combinado e partimos para casa desta amiga. Chamarei ela de Magna (fictício), Mas ao chegarmos, levamos cervejas, colocamos ascervejas no freezer, e ficamos pela festa; Haviam algumas pessoas que não conhecíamos. Fato que eu e a Magna já havíamos nos pegado algumas vezes, mas no entanto, estava de olho em outras pessoas por lá. A festa foi rolando maneira e fomos devidamente apresentados aos demais e começamos a brincar com todos. Havia uma menina , Andressa( fictício), que estava com o namorado, e ficavam sempre juntos, daí começou a rolar um funk e as meninas começaram a dançar e requebrar até o chão…O namorado da Andressa não gostou muito, pois a rapaziada estava de olho.Com o passar das horas e o papo rolando, ela resolveu pegar no meu pé dizendo que eu não dançava, que estava meio paradão, então quando começaram as músicas dos anos 90, comecei a dançar com a galera, depois colocaram um funk novamente, e o namorado dela havia ido buscar mais cervejas juntamente com o marido de Valkíria, Eu continuei na pista dançando, mais pelo fato de ter bebido e com isso ela veio em minha direção e ficou de costas prá mim e dançando. 

teve uma hora que a música começou um tal de ? empina, empina?, e ela sem a menor cerimônia colocou as mãos no chão e sem encolher as pernas ficou esfregando a bunda na minha rola, que no mesmo instante deu sinal de vida, com ela esfregando a bunda em mim…

Ficamos dançando e ela esfregando, quando o namorado dela chegou e viu a cena. Nossa o cara fez um puta carão de bravo, chamou ela e foram pro lado de fora e meu amigo, veio me falar que tava feia a coisa que o carinha estava puto, que ela vacilou coisa e tal. 

fiquei na minha e os dois voltaram, mas percebi que ela não sentou ao lado dele e que foi se achegar com a Valkíria, depois foram prá dento da casa da Valkíria e o carinha se despediu da rapaziada e foi embora…

Mas a festa continuou rolando e meu amigo já se pegava com a Valesca, uma loirinha gostosa prá caceta, mas estavam nos beijinhos e passadas de mãos de boa…

Me deu uma puta vontade de ir ao banheiro e Valkíria me indicou o de dentro da casa, então eu fui entrando e me direcionei ao banheiro. Ao sair depois de mijada, passando pelo corredor, escuto uns choramingados e vou dar uma olhada, e era a Andressa, deitada de bruços com o bundão empinado dentro de um shortinho jeans. Perguntei prá ela se se podia fazer alguma coisa e ela pediu que eu conversasse com ela, pois estava se sentindo chateada e coisa e tal. Falou que o namorado dela havia terminado com ela, que ficou puto de ver ela dançando comigo e tal…Sentei-me na cama e coloquei a cabeça dela em meu colo e fiz uns cafunés, falando que isso é maior bobeira, mas que depois com calma os dois se entenderiam…Ela então falou que não queria mais se entender com ele, e eu falei melhor, pois havia dado conta do que queria…rsrsrs. Enfim voltamos prá festa e continuamos dançando, mas desta vez ela resolveu dançar e se soltar comigo…daí então ela olha prá mim e diz, Você que foi o culpado da minha separação, pois eu fiquei louca de tesão, ainda mais com que a Magna me falou de você. Então ela me deu um beijo na boca, mas rápido, não deu nem tempo de reação. Quando colocaram um pagodinho, ela veio e me abraçou e colou o corpo junto ao meu e começamos a dançar e foi inevitável minha ereção, ela percebendo se esfregava ainda mais e começamos a nos beijar deliciosamente…Eu sentia a língua dela dentro de minha boca buscando a minha língua. Ela disfarçadamente desceu a mão e procurou minha pica que estava dura como ferro, e deu uma apalpada sentindo ele duro e disse em meu ouvido: Nossa, que delícia, vamos lá dentro…

Ela saiu como se fosse ao banheiro e entrou, uns minutinhos depois eu fui…Encontrei ela no corredor e ela me disse vamos pros fundos, pois tem casal no quarto ( era meu amigo que estava comendo a loira, a Valesca), mas ao chegar nos fundos, em uma área de serviços, ela foi me empurrando prá um sofá velho que estava ali e me colocou sentado ali e subiu em meu colo e ficamos nos beijando e acariciando. Fui passando minhas mãos nos seios dela (pequenos, mas deliciosos), e os tirei de sua blusa e comecei a chupar os biquinhos, e ela beijava meu pescoço, minha orelha, com as mãos eu passava no bundão gostoso dela, que ficava esfregando em mim . Eu a coloquei deitada no sofá e desci beijando seus seios, barriguinha,e deparei-me com a bermuda jeans, que desci junto com uma calcinha preta de renda. Beijei a virilha dela que contorcia e jogava o quadril de encontro ao meu rosto. A bucetinha dela rosadinha e bem molhadinha, me dava uma visão maravilhosa.Enfiei minha lígua na bucetinha dela que gemeu forte e com uns cinco minutos comigo chupando a bucetinha e passando minha língua no grelinho dela ela segurou forte minha nuca e puxou de encontro a buceta dela e começou a tremer e gemer coisas desconexas tipo…Aiiiiiiii chupa! to gozando na sua boca!!!! Chupa delícia!!!!!! Aiiiiiiiiiii AHHHHHHHHHHHHHHHH!! 

E começou a dar solavancos com os quadris de encontro a minha boca e depois caiu molinha no sofá… Tirei minha bermuda e coloquei meu pau duro como rocha e bati no rosto dela e disse chupa gostoso, vai…Ela abriu a boca e engoliu a cabeça da minha rola e deu uma chupada forte que nooossa! Então ela segurou na base do meu pau e começou a passar a língua por todo ele e enfiava na boca e tentava engolir todo, mas acabava engasgando. Ela salivou ele bastante e chupava tudo deixando limpinho, então eu a virei de costas prá mim, com o rosto prá o encosto do sofá…Ela empinou a bundinha, Nossa que visão era aquela, uma bocetinha rosadinha e um cuzinho depiladinho, hummmmm

Dei uma chupada da buceta até o cuzinho e ela olhando prá trás dizia : Enfia, vem fode essa putinha!!

Coloquei a cabeça da rola encostada na entradinha da bucetinha e deixei ir deslisando devagarinho prá dentro.

Ela começou a rebolar e gemer: Ahhhhhhhhh!! Isso fode essa buceta, fode!Soca forte! Forte!! Machuca essa bucetinha Hummmmm Ahhhhhhhhh!!!

Eu cadenciei o ritmo das estocadas e segurava ekla pelo cabelo puxando forte fazendo ela ficar só com os joelhos apoiados no sofá. E ela gritava e pedia prá fuder forte…Até que ela começou a ficar mole…sentia o corpo dela não respondendo mais as minhas estocadas..Ahhhhhhhhh! to gozandooooooooooo!!!Ahhhhhhhhhh!! Issooooo Ai iiiiiAhhhhhhhhhhhhhhh! 

Então ela se jogou prá frente, apoiando o corpo no encosto do sofá e olhando prá trás dizia, eu sabia que você era gostoso (palavras dela),Estou molinha!!!

E eu ali com a piroca dura sem ter gozado…Olhei pro cuzinho dela que piscava por causa do gozo forte e meti minha língua, e comecei a lamber aquele cuzinho delicioso. Ela voltou a gemer e rebolava aquele bundão, falando: Ahhhh! Safado! você não sussega!Ahhhhhhhhhhhhhhh

Ela então falou: Vem come esse cuzinho, mete tudo!!!Seu safado!!Fode esse cuzinho!

Não esperei outra ordem, me posicionei atrás dela e apontei a cabeça da rola pro cuzinho dela, e fui forçando…Ela então olhou prá trás e com uma carinha de carente disse: Shiiiiiiiiiiiii aiiiiiiiiiiiiiiii devagarrrrrrrrrmmmmm!!!

Quando a cabeça passou, ela deu uma rebolada e eu fiquei ali imóvel, fazendo um carinho nas costas dela…Ela então depois de uns dois minutos rebolando jogou o corpo prá trás e fez minha rola sumir inteira no cuzinho dela, com um gritinho abafado..ahhhhhhhhhhhhh!

Segurei nos cabelos dela com força e fui enfiando e tirando, havia vezes que deixava só a cabeça dentro e voltava com tudo prá dentro daquele cuzinho que apertava minha pica, parecendo mastigar …Ahhhhhhhhhh!! Que pica gostosa! Fode esse cuzinho, fode!!! Isso Aiiiinnnnnnnnnn! Huuuuuuuuuuushhhhhhh!acariciava o peitinho dela e as vezes dava apertões nos mamilos, até que não aguentandio mais avisei que ia gozar…ela saiu rápido da minha pica e sentou segurando minha rola e abrindo a boca…Enfiou só a ponta da cabeça na boca e despejei uma quantidade enorme de porra na boca dela, que sugava na busca da última gota. Nisso olho pro lado e vejo Valkíria chegando a porta , e sem graça disse: Pô foi mai!! e foi saindo novamente…

Nos recompomos e voltamos prá festa, onde a galera ficou zuando, onde vcs tavam heim???

Meu amigo também já havia voltado.. e a festa foi rolando e depois ainda fomos prá um bloco perto do centro de Campo Grande- RJ.

Até a próxima!!!

Trepada gostosaTem quem ache que para se ter prazer precisa sempre ter muita elaboração no ato em si, eu posso afirmar que as coisas não são bem assim, se existe duas pessoas e muito desejo facilmente da pra fazer amor bem gostoso. Fui visitar um amigo, Gabriel, em Pernambuco, ele mora sozinho naquele lugar maravilhoso de praias espetaculares. Logo que cheguei ele me buscou no aeroporto e me levou pra casa dele onde eu ia ficar hospedada. Ele foi super gentil, me ofereceu logo um banho, aquela terra é muito quente e eu aceitei. Sai do banho cabelos molhados, um vestidinho bem fresquinho pra poder suportar o calor, ele olhou para mim com um olhar diferente e disse que eu tava muito bonita, então comemos alguma coisa e em seguida ele me convidou para ir até uma praia onde ira acontecer um lual. Tava ótimo, muita gente bonita bronzeada, musicas, bebidas.. e por sinal acho que exagerei nos coquetéis, Gabriel percebeu e me convidou pra sair dali, tomar um pouco de ar, então caminhamos um pouco na praia até chegar em umas pedras e nos sentamos ali e ficamos tomando aquela brisa deliciosa, quando senti o Gabriel carinhoso demais, e eu tava gostando daquilo, ele passou os braços sobre meus ombros, me aconcheguei naquele peito negro, quando ele percebeu que eu estava gostando das investidas não se fez de rogado e veio beijando minha orelha, pescoço dizendo que eu tava muito gostosa naquele vestidinho e me deu um longo e entusiasmado beijo que quase me tira o fôlego, então ele se afastou repentinamente e disse que era melhor irmos pra casa.. ele ficou meio sem graça, eu disse a ele que estava tudo bem e fomos para a casa. Chegamos e ele foi direto pro chuveiro, disse que estava com muito calor e precisava se refrescar, mas sei que ele tava era muito excitado, que dizer deu pra sentir.. um belo volume ai quem acabou ficando excitada fui eu, mas me contive, ele saiu do banho e eu entrei.. quando sai do banho coloquei uma camisolinha preta de seda bem bonita, passei pela sala onde ele estava e fui até a cozinha buscar um como d’água, pude senti o perfume dele de longe e tenho certeza que ele o meu.. cheguei perto dele depois e perguntei se ele poderia passar creme em minhas costas ele aceitou de bom grado e ofereceu uma massagem coisa que eu adoro e ele faz muito bem, nossa podia sentir a excitação dele nas mãos, no modo como me tocava e me apertava, o que me fazia arrepiar inteirinha, quando eu percebi q não estávamos mais aguentando disse q ia me deitar, dei um beijo no rosto dele e desejei boa noite, torcendo para q ele fosse atrás de mim, mas o Gabriel não foi, então um tempo depois ouvi uns barulhos e fui espiar o que ele estava fazendo, estava no quarto dele em frente ao computador vendo uns vídeos pornôs e batendo um deliciosa punheta e dizendo meu nome e o quanto ele desejava meter em mim, filho da mãe.. pensei eu, amanhã ele vai ver comigo conheço a tara dele por mini-saias e vestidos curtinhos, voltei ao meu quarto e me toquei deliciosamente até gozar para aliviar todo o tesão que eu tava sentindo. Mas pela manhã. Gabriel levantou primeiro que eu e estava sentado no sofá vendo TV, passei atrás dele dei bom dia e um beijo pertinho da orelha por traz mesmo, fui até a cozinha e perguntei se podia fazer um suco e claro que ele permitiu, fiz um delicioso suco de morango, fui até a sala parei na frente dele e perguntei se ele não gostaria de provar do suco que eu tinha feito e ele então olhou pra mim pra responder quando me viu vestida com uma minúscula saia preta que deixava minhas pernas grossas de fora e quase que a beirinha do bumbum e uma camisetinha branca sem sutiã com os bicos dos seios já durinhos de desejos transparecendo, cabelos molhados e bem perfumada.. e ai eu refiz a pergunta porque ele ainda não havia respondido apenas me olhava de boca aberta, deseja provar do meu suco ou não e ele então respondeu “desse jeito você me mata e eu não resisto né, claro que eu quero provar desse suco”, então eu tomei um gole e estiquei o copo em direção ao Gabriel, ele pegou o copo colocou em um mesinha e me puxou pra cima dele e me disse “quero provar daqui” e deu um beijo… mas um beijo que me amoleceu o corpo, quando ele me soltou eu olhei bem pra ele e disse que sabia que assim ele não ia resistir. Eu me coloquei de pé na frente dele ergui a minha saia eu estava sem calcinha propositalmente, me virei e fiz como se fosse pegar algo no chão e deixei minha bunda quase toda de fora toda virada pra ele, me virei de frente e ele pode ver parte da minha bucetinha que tava lisinha, nesse momento o short que ele tava usando tava quase rasgando com o volume que o pau dele fazia, então me ofereci para ajudar cheguei bem perto ajudei ele a se livrar da pouca roupa que ele usava e carinhosa e desejosamente com as duas mãos comecei a fazer um carinho naquele pau, enquanto apertava subindo e descendo as mãos comecei a dizer que já estava imaginando aquele pau dentro de mim, que eu sempre desejei provar aquele ferro quente, que não via a hora de saber do que ele era capaz, quero que você meta bem gostoso até eu não agüentar mais, quero gozar pra você e com você.. nisso ele virou a cabeça pra traz no sofá e já estava muito excitado, e eu o presenteei com a minha boquinha carnuda, Gabriel se surpreendeu ao sentir minha boca na cabeça do seu pau e soltou um delicioso gemido e soltou um “assim você me mata”, eu disse que não que queria ele muito vivo, subi e desci minha boquinha naquele vigoroso membro, podia sentir as veias altas e fui chupando com gosto e deixei aquele pau todo babado e fui subindo por aquele peito, cravei minhas unhas nas costas dele lhe dei um beijo bem gostoso, cheguei a boca bem pertinho do ouvido dele dei uma mordidinha e disse e ai o que você tem pra me oferecer. Humm pra que eu fui perguntar ele me pegou com força com aqueles braços fortes e começou a me beijar por toda parte, meteu suas mãos por debaixo da minha camiseta e apertou meus seios que me arrancou um grito, ele logo me tirou a camiseta e se perdeu nos meus seios fartos, mãos.. boca.. língua.. dentes.. ai que delicia, fico excitada só de lembrar, eu que sou muito branquinha em alguns minutos estava com os seios marcados pelo desejo do Gabriel ele esfregava o rosto neles segurava com as mãos e parecia que tava tentando engolir eles.. humm delicioso.. Então ele pegou meus cabelos com uma das mãos e falou bem juntinho do meu ouvido “vou te da o que você merece.. safada” aquela respiração ofegante sobre mim hamm, ele me pegou pela cintura me fazendo erguer o corpo colocou aquele delicioso pau na entradinha da minha bucetinha e ordenou “senta”, deixei meu corpo cai sobre aquele pau que de uma só vez me tocou fundo e me arrancou um gemido alto e eu instintivamente retribui com minhas unhas cravadas em seus ombros e um sonoro canalha filho da puta, depois de sentir aquele pau me preenchendo comecei a fazer movimentos com os quadris sem tirar o pau de dentro de mim, nooosssaa .. que delicia, por mim ficaria ali por horas daquele jeito eu rebolando ele me beijando e me apertando por toda a parte eu gemendo bem gostoso.. ai ai.. hummm  Então ele disse que me queria de costas eu tava obedecendo a tudo que ele queria me levantei e sentei de costas sobre ele, Gabriel começo a fazer movimentos socando seu pau dentro de mim enquanto uma de suas mãos apertava meus seios e a outra esfregava meu grelo aceleradamente me deixando louca de desejo, eu pedindo mais.. mais .. não pare.. quero mais.. ele tava ofegante e começou a falar coisas descomeças “ safada.. minha puta.. quero.. mais… tomaa.. agüenta.. você não queria.. safada.. gostosa.. da pra mim.. que grelinho duro, que bucetinha apertada.. que vulcão.. agora quero de quatro” num impulso me tirou de cima dele me colocou de quatro ali no sofá mesmo sobre o encosto, eu não tinha como esta mais meladinha, quando ele olhou pra minha bunda não resistiu e me deu um belo tapa e soltou um “ gostosa, que rabo delicioso, você vai da ele pra mim vai..” e já veio com uma boca gulosa pra cima de mim.. humm que delicia, parecei que ele queria entrar dentro de mim forçando a boca a língua até o fundo de cima a baixo e eu delirando de prazer e pedindo pra ele não parar, adoro uma boca gulosa e então eu soltei um gozo maravilhoso na boca dele e ele parece que ficou ainda mais excitado e foi chupando parecendo que ia arrancar um pedaço. Então ele parou e me deu uma bela mordida na bunda e soltou um “agora você vai gozar direito, quero seus gemidos de orgasmo, você vai gemer alto pra mim minha branquinha safada”, Gabriel veio como um garanhão pra cima de mim apertou minha bunda e colocou o pau na entradinha da minha bucetinha que tava encharcada ficou esfregando aquela cabecinha ali me deixando ainda mais excitada e eu fui querendo aquilo cada vez mais e comecei a pedir.. mete logo.. deixa de covardia.. coloca tudo pra dentro vai, deixa eu sentir você dentro de mim vai e ele só na provocação, apertando minha bunda, alisando minhas costas e esfregando aquele pau pra todo lado, quando de repente ele encaixou bem, segurou meus ombros e socou de uma só vez, hummmmm, acho q eu nunca gemi tão alto, ele não quis nem saber começou a meter e dizia “não era isso que você queria minha safada deliciosa, você agora vai gozar no meu pau minha gostosa, toma, vai ter que agüentar tudinho..” é olha que ele é bem dotado.. Gabriel não parava, me segurava ora pelos ombros ora pelos cabelos, e metia como um louco e então veio com a mão por baixo e enquanto metia freneticamente esfregava meu grelo que dilatava de tanto prazer eu não agüentei e fui invadida por uma onda de orgasmo MARAVILHOSA… gemi alto e disse que ele era delicioso e que eu queria repetir aquilo todo dia toda hora, como eu fui amolecendo por causa do orgasmo ele me deixou cair no sofá me virou de frente pra ele e soltou seu gozo sobre os meus seios e ainda bateu aquele pau na minha cara enquanto terminava de gozar, eu fiz um agrado é claro e ainda dei um chupadinha no final.. ele tão exausto quanto eu se juntou a mim e ficamos ali ofegantes e realizados. Depois de um tempo tomamos um banho nos arrumamos e fomos para a praia com uns amigos dele, nos divertimos a beça. No fim da tarde ele chegou perto de mim e disse que gostaria de me mostrar uma coisa, juntamos as nossas coisas e saímos dali de moto e fomos parar numa outra praia, linda por sinal, mas uma praia deserta, ele disse que ali tinha um lindo pôr-do-sol e queria que eu visse, ficamos ali deitados aguardando o sol se esconder enquanto namorando um pouquinho é claro, eu disse a ele que adoro praia e que tinha um desejo enorme de fazer amor no mar, ele não pensou meia vez, foi logo me levantando e me levando pro mar e a água esquentou, em alguns minutos estávamos completamente excitados ele meteu aquele pau quente em mim e ficamos ali nos movimentando com a ajuda das ondas, foi delicioso, diferente e bem prazeroso.. e nesse ritmo gozamos enquanto apreciávamos o sol se esconder e em seguida a lua chegar iluminando toda a noite.   Fomos para casa tomamos um bom banho juntos, não perdíamos tempo, onde estávamos tinha mãos, braços e bocas em constante movimento, agitação e habilidade. Saímos do banho me deitei na cama dele e exigi uma massagem ai vocês já viram, ele me massageou inteira, da cabeça aos dedos dos pés, cheguei molhar a cama dele de tão excitada que eu fiquei com aquelas mãos no meu corpo, então ele me virou de frente pra ele e começou a massagear meu rosto, seios.. e quando chegou na minha bucetinha ele ficou todo animado por sentir que ela já estava encharcada, ele passou por ela e começou a massagear os meus pés e veio subindo quando chegou nela novamente começou uma massagem usando a boca, segundo ele uma técnica antiga, pra não fazia diferença se nova ou se antiga desde que ele não parasse, começou apenas por fora, como minha bucetinha é mais gordinha é bem fechadinha, ele veio passando a língua, como se tivesse tomando um picolé e não parava de lamber, aquilo me dava arrepios e me fazia soltar uns gemidinhos, depois ele começou a meter a língua dentro da minha fenda, ai que delicia hummm como isso é bom, num impulso ele ergueu as minhas pernas e se perdeu ali no meio delas, lambuzou seu rosto todo no meu melzinho gozei duas vezes seguidas com aquele boca sedenta e gulosa, depois de se fartar ele veio subindo pra cima de mim sugou meus seios como um bebê que tem fome, segurou meus braços pra cima e sem a ajuda das mãos acertou bem no alvo, e começou a meter bem gostoso com força e carinho ao mesmo tempo, uma mistura excitante, me fazendo gemer, enlacei minhas pernas nas dele e ele não parava, estava tomado pelo tesão, respiração ofegante e uma agitação tremenda, Gabriel então chegou perto do meu ouvido e suplicou enquanto socava seu pau na minha fenda, “não agüento mais, diz que vai me da esse rabinho diz, não consigo parar de pensar nele desde o momento que te peguei no aeroporto, sonhei com ele, da ele pra mim, deixa eu socar meu pau nele e encher ele com minha porra, deixa vai..”, fiz com que ele saísse de cima de mim, me virei de costas , fiquei com o rosto colado na cama e comecei a passar um produto certo no meu rabinho e ia passando a mão, esfregando o dedinho, e ele alucinado observando, então olhei pra ele e disse vem brincar com ele vem, foi como da doce pra criança, ele veio e começou a esfregar tudo, enfiou o dedo na minha xoxotinha primeiro e depois no meu buraquinho apertado, então ficou ali por alguns minutos se divertindo e me proporcionando sensações deliciosas, até que eu disse que queria aquele pau quente dentro de mim, ele tava de joelhos na cama, colocou aquele pau na entradinha do um cuzinho e foi forçando de pouquinho em pouquinho, quando percebeu que já tinha passado da parte mais apertada num movimento brusco e forte socou tudo de um so vez, o que me arrancou um grito e me fez desabar na cama, ficamos assim por um tempinho, ele dentro de mim, o peso do seu corpo sobre o meu e a boca dele devorando o meu pescoço, até que ele se ergueu um pouco e ergueu meus quadris e pernas também, ai sim começou o entra e sai, nossa parecia que ele tava me rasgando, no começo até me preocupei, mas a coisa foi ficando boa e comecei a ter muito prazer sentindo aquele pau entrando e saindo de um buraquinho tão pequeno e apertado, quando ele percebeu que eu estava gostando ai sim começou a se divertir, ora metia bem lento, apertando o minha bunda, ora era rápido e agressivo, tira o pau de dentro de mim e soca de uma só vez, segurava os meus quadris com força e metia freneticamente, e repetia sem parar “minha branquinha safada, como você é gostosa, como você é apertada, bem do jeito que eu gosto, to sentindo seu cuzinho apertando o meu pau, ai que delicia de cuzinho, toma minha safadinha toma o que você merece.. gostosa, filha da mãe..” hummmm como a brincadeira tava boa , comecei a esfregar meu grelinho, tava parecendo que eu estava anestesiada, como a sensação era boa, quando eu tava quase gozando senti a respiração dele ficar acelerada, vi que ele tava quase gozando também e queria gozar junto comecei a esfregar meu grelinho ainda mais rápido, e fui gemendo.. hammm e pedindo mais.. mais .. não para.. to quase meu amor.. safado. Acaba com sua branquinha aqui, me faz gozar vai.. quero sentir seu leitinho dentro de mim e ele não agüentou, jorrou sua porra dentro de mim deliciosamente, eu que tava quase gozando delirei com aquele liquido quente dentro de mim e gozei em seguida e quase desmaiei sobre aquela cama como foi bom, Gabriel me abraçou e ficamos ali de conchinha e caímos no sono. Bem fiquei a semana toda em Pernambuco, pelo que eu relatei vocês conseguem imaginar como foi o restante dos dias, quantas sainhas e camisolinhas eu usei para provocá-lo, foi uma semana maravilhosa, adoraria passar uma nova temporada naquela terra quente, apesar de que acho que eu estava mais quente do que o sol de la, rsrss.

Trepada gostosa
Tem quem ache que para se ter prazer precisa sempre ter muita elaboração no ato em si, eu posso afirmar que as coisas não são bem assim, se existe duas pessoas e muito desejo facilmente da pra fazer amor bem gostoso. Fui visitar um amigo, Gabriel, em Pernambuco, ele mora sozinho naquele lugar maravilhoso de praias espetaculares. Logo que cheguei ele me buscou no aeroporto e me levou pra casa dele onde eu ia ficar hospedada. Ele foi super gentil, me ofereceu logo um banho, aquela terra é muito quente e eu aceitei. Sai do banho cabelos molhados, um vestidinho bem fresquinho pra poder suportar o calor, ele olhou para mim com um olhar diferente e disse que eu tava muito bonita, então comemos alguma coisa e em seguida ele me convidou para ir até uma praia onde ira acontecer um lual. Tava ótimo, muita gente bonita bronzeada, musicas, bebidas.. e por sinal acho que exagerei nos coquetéis, Gabriel percebeu e me convidou pra sair dali, tomar um pouco de ar, então caminhamos um pouco na praia até chegar em umas pedras e nos sentamos ali e ficamos tomando aquela brisa deliciosa, quando senti o Gabriel carinhoso demais, e eu tava gostando daquilo, ele passou os braços sobre meus ombros, me aconcheguei naquele peito negro, quando ele percebeu que eu estava gostando das investidas não se fez de rogado e veio beijando minha orelha, pescoço dizendo que eu tava muito gostosa naquele vestidinho e me deu um longo e entusiasmado beijo que quase me tira o fôlego, então ele se afastou repentinamente e disse que era melhor irmos pra casa.. ele ficou meio sem graça, eu disse a ele que estava tudo bem e fomos para a casa. Chegamos e ele foi direto pro chuveiro, disse que estava com muito calor e precisava se refrescar, mas sei que ele tava era muito excitado, que dizer deu pra sentir.. um belo volume ai quem acabou ficando excitada fui eu, mas me contive, ele saiu do banho e eu entrei.. quando sai do banho coloquei uma camisolinha preta de seda bem bonita, passei pela sala onde ele estava e fui até a cozinha buscar um como d’água, pude senti o perfume dele de longe e tenho certeza que ele o meu.. cheguei perto dele depois e perguntei se ele poderia passar creme em minhas costas ele aceitou de bom grado e ofereceu uma massagem coisa que eu adoro e ele faz muito bem, nossa podia sentir a excitação dele nas mãos, no modo como me tocava e me apertava, o que me fazia arrepiar inteirinha, quando eu percebi q não estávamos mais aguentando disse q ia me deitar, dei um beijo no rosto dele e desejei boa noite, torcendo para q ele fosse atrás de mim, mas o Gabriel não foi, então um tempo depois ouvi uns barulhos e fui espiar o que ele estava fazendo, estava no quarto dele em frente ao computador vendo uns vídeos pornôs e batendo um deliciosa punheta e dizendo meu nome e o quanto ele desejava meter em mim, filho da mãe.. pensei eu, amanhã ele vai ver comigo conheço a tara dele por mini-saias e vestidos curtinhos, voltei ao meu quarto e me toquei deliciosamente até gozar para aliviar todo o tesão que eu tava sentindo. Mas pela manhã. Gabriel levantou primeiro que eu e estava sentado no sofá vendo TV, passei atrás dele dei bom dia e um beijo pertinho da orelha por traz mesmo, fui até a cozinha e perguntei se podia fazer um suco e claro que ele permitiu, fiz um delicioso suco de morango, fui até a sala parei na frente dele e perguntei se ele não gostaria de provar do suco que eu tinha feito e ele então olhou pra mim pra responder quando me viu vestida com uma minúscula saia preta que deixava minhas pernas grossas de fora e quase que a beirinha do bumbum e uma camisetinha branca sem sutiã com os bicos dos seios já durinhos de desejos transparecendo, cabelos molhados e bem perfumada.. e ai eu refiz a pergunta porque ele ainda não havia respondido apenas me olhava de boca aberta, deseja provar do meu suco ou não e ele então respondeu “desse jeito você me mata e eu não resisto né, claro que eu quero provar desse suco”, então eu tomei um gole e estiquei o copo em direção ao Gabriel, ele pegou o copo colocou em um mesinha e me puxou pra cima dele e me disse “quero provar daqui” e deu um beijo… mas um beijo que me amoleceu o corpo, quando ele me soltou eu olhei bem pra ele e disse que sabia que assim ele não ia resistir. Eu me coloquei de pé na frente dele ergui a minha saia eu estava sem calcinha propositalmente, me virei e fiz como se fosse pegar algo no chão e deixei minha bunda quase toda de fora toda virada pra ele, me virei de frente e ele pode ver parte da minha bucetinha que tava lisinha, nesse momento o short que ele tava usando tava quase rasgando com o volume que o pau dele fazia, então me ofereci para ajudar cheguei bem perto ajudei ele a se livrar da pouca roupa que ele usava e carinhosa e desejosamente com as duas mãos comecei a fazer um carinho naquele pau, enquanto apertava subindo e descendo as mãos comecei a dizer que já estava imaginando aquele pau dentro de mim, que eu sempre desejei provar aquele ferro quente, que não via a hora de saber do que ele era capaz, quero que você meta bem gostoso até eu não agüentar mais, quero gozar pra você e com você.. nisso ele virou a cabeça pra traz no sofá e já estava muito excitado, e eu o presenteei com a minha boquinha carnuda, Gabriel se surpreendeu ao sentir minha boca na cabeça do seu pau e soltou um delicioso gemido e soltou um “assim você me mata”, eu disse que não que queria ele muito vivo, subi e desci minha boquinha naquele vigoroso membro, podia sentir as veias altas e fui chupando com gosto e deixei aquele pau todo babado e fui subindo por aquele peito, cravei minhas unhas nas costas dele lhe dei um beijo bem gostoso, cheguei a boca bem pertinho do ouvido dele dei uma mordidinha e disse e ai o que você tem pra me oferecer. Humm pra que eu fui perguntar ele me pegou com força com aqueles braços fortes e começou a me beijar por toda parte, meteu suas mãos por debaixo da minha camiseta e apertou meus seios que me arrancou um grito, ele logo me tirou a camiseta e se perdeu nos meus seios fartos, mãos.. boca.. língua.. dentes.. ai que delicia, fico excitada só de lembrar, eu que sou muito branquinha em alguns minutos estava com os seios marcados pelo desejo do Gabriel ele esfregava o rosto neles segurava com as mãos e parecia que tava tentando engolir eles.. humm delicioso.. Então ele pegou meus cabelos com uma das mãos e falou bem juntinho do meu ouvido “vou te da o que você merece.. safada” aquela respiração ofegante sobre mim hamm, ele me pegou pela cintura me fazendo erguer o corpo colocou aquele delicioso pau na entradinha da minha bucetinha e ordenou “senta”, deixei meu corpo cai sobre aquele pau que de uma só vez me tocou fundo e me arrancou um gemido alto e eu instintivamente retribui com minhas unhas cravadas em seus ombros e um sonoro canalha filho da puta, depois de sentir aquele pau me preenchendo comecei a fazer movimentos com os quadris sem tirar o pau de dentro de mim, nooosssaa .. que delicia, por mim ficaria ali por horas daquele jeito eu rebolando ele me beijando e me apertando por toda a parte eu gemendo bem gostoso.. ai ai.. hummm  Então ele disse que me queria de costas eu tava obedecendo a tudo que ele queria me levantei e sentei de costas sobre ele, Gabriel começo a fazer movimentos socando seu pau dentro de mim enquanto uma de suas mãos apertava meus seios e a outra esfregava meu grelo aceleradamente me deixando louca de desejo, eu pedindo mais.. mais .. não pare.. quero mais.. ele tava ofegante e começou a falar coisas descomeças “ safada.. minha puta.. quero.. mais… tomaa.. agüenta.. você não queria.. safada.. gostosa.. da pra mim.. que grelinho duro, que bucetinha apertada.. que vulcão.. agora quero de quatro” num impulso me tirou de cima dele me colocou de quatro ali no sofá mesmo sobre o encosto, eu não tinha como esta mais meladinha, quando ele olhou pra minha bunda não resistiu e me deu um belo tapa e soltou um “ gostosa, que rabo delicioso, você vai da ele pra mim vai..” e já veio com uma boca gulosa pra cima de mim.. humm que delicia, parecei que ele queria entrar dentro de mim forçando a boca a língua até o fundo de cima a baixo e eu delirando de prazer e pedindo pra ele não parar, adoro uma boca gulosa e então eu soltei um gozo maravilhoso na boca dele e ele parece que ficou ainda mais excitado e foi chupando parecendo que ia arrancar um pedaço. Então ele parou e me deu uma bela mordida na bunda e soltou um “agora você vai gozar direito, quero seus gemidos de orgasmo, você vai gemer alto pra mim minha branquinha safada”, Gabriel veio como um garanhão pra cima de mim apertou minha bunda e colocou o pau na entradinha da minha bucetinha que tava encharcada ficou esfregando aquela cabecinha ali me deixando ainda mais excitada e eu fui querendo aquilo cada vez mais e comecei a pedir.. mete logo.. deixa de covardia.. coloca tudo pra dentro vai, deixa eu sentir você dentro de mim vai e ele só na provocação, apertando minha bunda, alisando minhas costas e esfregando aquele pau pra todo lado, quando de repente ele encaixou bem, segurou meus ombros e socou de uma só vez, hummmmm, acho q eu nunca gemi tão alto, ele não quis nem saber começou a meter e dizia “não era isso que você queria minha safada deliciosa, você agora vai gozar no meu pau minha gostosa, toma, vai ter que agüentar tudinho..” é olha que ele é bem dotado.. Gabriel não parava, me segurava ora pelos ombros ora pelos cabelos, e metia como um louco e então veio com a mão por baixo e enquanto metia freneticamente esfregava meu grelo que dilatava de tanto prazer eu não agüentei e fui invadida por uma onda de orgasmo MARAVILHOSA… gemi alto e disse que ele era delicioso e que eu queria repetir aquilo todo dia toda hora, como eu fui amolecendo por causa do orgasmo ele me deixou cair no sofá me virou de frente pra ele e soltou seu gozo sobre os meus seios e ainda bateu aquele pau na minha cara enquanto terminava de gozar, eu fiz um agrado é claro e ainda dei um chupadinha no final.. ele tão exausto quanto eu se juntou a mim e ficamos ali ofegantes e realizados. Depois de um tempo tomamos um banho nos arrumamos e fomos para a praia com uns amigos dele, nos divertimos a beça. No fim da tarde ele chegou perto de mim e disse que gostaria de me mostrar uma coisa, juntamos as nossas coisas e saímos dali de moto e fomos parar numa outra praia, linda por sinal, mas uma praia deserta, ele disse que ali tinha um lindo pôr-do-sol e queria que eu visse, ficamos ali deitados aguardando o sol se esconder enquanto namorando um pouquinho é claro, eu disse a ele que adoro praia e que tinha um desejo enorme de fazer amor no mar, ele não pensou meia vez, foi logo me levantando e me levando pro mar e a água esquentou, em alguns minutos estávamos completamente excitados ele meteu aquele pau quente em mim e ficamos ali nos movimentando com a ajuda das ondas, foi delicioso, diferente e bem prazeroso.. e nesse ritmo gozamos enquanto apreciávamos o sol se esconder e em seguida a lua chegar iluminando toda a noite.   Fomos para casa tomamos um bom banho juntos, não perdíamos tempo, onde estávamos tinha mãos, braços e bocas em constante movimento, agitação e habilidade. Saímos do banho me deitei na cama dele e exigi uma massagem ai vocês já viram, ele me massageou inteira, da cabeça aos dedos dos pés, cheguei molhar a cama dele de tão excitada que eu fiquei com aquelas mãos no meu corpo, então ele me virou de frente pra ele e começou a massagear meu rosto, seios.. e quando chegou na minha bucetinha ele ficou todo animado por sentir que ela já estava encharcada, ele passou por ela e começou a massagear os meus pés e veio subindo quando chegou nela novamente começou uma massagem usando a boca, segundo ele uma técnica antiga, pra não fazia diferença se nova ou se antiga desde que ele não parasse, começou apenas por fora, como minha bucetinha é mais gordinha é bem fechadinha, ele veio passando a língua, como se tivesse tomando um picolé e não parava de lamber, aquilo me dava arrepios e me fazia soltar uns gemidinhos, depois ele começou a meter a língua dentro da minha fenda, ai que delicia hummm como isso é bom, num impulso ele ergueu as minhas pernas e se perdeu ali no meio delas, lambuzou seu rosto todo no meu melzinho gozei duas vezes seguidas com aquele boca sedenta e gulosa, depois de se fartar ele veio subindo pra cima de mim sugou meus seios como um bebê que tem fome, segurou meus braços pra cima e sem a ajuda das mãos acertou bem no alvo, e começou a meter bem gostoso com força e carinho ao mesmo tempo, uma mistura excitante, me fazendo gemer, enlacei minhas pernas nas dele e ele não parava, estava tomado pelo tesão, respiração ofegante e uma agitação tremenda, Gabriel então chegou perto do meu ouvido e suplicou enquanto socava seu pau na minha fenda, “não agüento mais, diz que vai me da esse rabinho diz, não consigo parar de pensar nele desde o momento que te peguei no aeroporto, sonhei com ele, da ele pra mim, deixa eu socar meu pau nele e encher ele com minha porra, deixa vai..”, fiz com que ele saísse de cima de mim, me virei de costas , fiquei com o rosto colado na cama e comecei a passar um produto certo no meu rabinho e ia passando a mão, esfregando o dedinho, e ele alucinado observando, então olhei pra ele e disse vem brincar com ele vem, foi como da doce pra criança, ele veio e começou a esfregar tudo, enfiou o dedo na minha xoxotinha primeiro e depois no meu buraquinho apertado, então ficou ali por alguns minutos se divertindo e me proporcionando sensações deliciosas, até que eu disse que queria aquele pau quente dentro de mim, ele tava de joelhos na cama, colocou aquele pau na entradinha do um cuzinho e foi forçando de pouquinho em pouquinho, quando percebeu que já tinha passado da parte mais apertada num movimento brusco e forte socou tudo de um so vez, o que me arrancou um grito e me fez desabar na cama, ficamos assim por um tempinho, ele dentro de mim, o peso do seu corpo sobre o meu e a boca dele devorando o meu pescoço, até que ele se ergueu um pouco e ergueu meus quadris e pernas também, ai sim começou o entra e sai, nossa parecia que ele tava me rasgando, no começo até me preocupei, mas a coisa foi ficando boa e comecei a ter muito prazer sentindo aquele pau entrando e saindo de um buraquinho tão pequeno e apertado, quando ele percebeu que eu estava gostando ai sim começou a se divertir, ora metia bem lento, apertando o minha bunda, ora era rápido e agressivo, tira o pau de dentro de mim e soca de uma só vez, segurava os meus quadris com força e metia freneticamente, e repetia sem parar “minha branquinha safada, como você é gostosa, como você é apertada, bem do jeito que eu gosto, to sentindo seu cuzinho apertando o meu pau, ai que delicia de cuzinho, toma minha safadinha toma o que você merece.. gostosa, filha da mãe..” hummmm como a brincadeira tava boa , comecei a esfregar meu grelinho, tava parecendo que eu estava anestesiada, como a sensação era boa, quando eu tava quase gozando senti a respiração dele ficar acelerada, vi que ele tava quase gozando também e queria gozar junto comecei a esfregar meu grelinho ainda mais rápido, e fui gemendo.. hammm e pedindo mais.. mais .. não para.. to quase meu amor.. safado. Acaba com sua branquinha aqui, me faz gozar vai.. quero sentir seu leitinho dentro de mim e ele não agüentou, jorrou sua porra dentro de mim deliciosamente, eu que tava quase gozando delirei com aquele liquido quente dentro de mim e gozei em seguida e quase desmaiei sobre aquela cama como foi bom, Gabriel me abraçou e ficamos ali de conchinha e caímos no sono. Bem fiquei a semana toda em Pernambuco, pelo que eu relatei vocês conseguem imaginar como foi o restante dos dias, quantas sainhas e camisolinhas eu usei para provocá-lo, foi uma semana maravilhosa, adoraria passar uma nova temporada naquela terra quente, apesar de que acho que eu estava mais quente do que o sol de la, rsrss.

Estou com vinte e cinco anos, e embora saísse com garotas, tinha em meu intimo uma vontade de conhecer como seria fazer sexo passivo, com outro homem. Nos banhos mesmo, já tinha acostumado a me masturbar com um dedo enfiado em mim, ou ainda, colocava um preservativo naquele pino que segura o rolo de papel higiênico, introduzia em mim e sentava no chão forçando ele para dentro enquanto me masturbava. Nunca dei pinta nenhuma desse meu lado, e a vida foi passando. Certo dia, no bar com vários amigos, um deles, o Pedrão, sem nenhuma cerimônia informou que gostava mesmo era de pegar travestis e mandar ver na bunda deles. Todos riram e ele apenas confirmou que realmente era a preferência dele, porém somente era ativo.Aquilo ficou em minha cabeça, e à um mês mais ou menos, num sábado a tarde, saí para dar umas voltas de carro, quando vi o Pedrão sentado sozinho em uma lanchonete. Rapidamente estacionei e fui conversar com ele, enquanto tomávamos umas cervejas. Rodeando, cheguei no papo que ele tinha comentado no outro dia, e ele confirmou realmente. Perguntei se ele saía apenas com travestis, e ele me disse que gostava de uma bunda de homem, pois eles não faziam frescuras e gostavam de dar. Com vergonha, mas já quase sem controle, perguntei se ele comeria te amigos. Ele disse que sim, que se quisesse dar, ele estaria a disposição. Pedi então a ele para guardar segredo, e confidenciei minha vontade de experimentar. Ele sorriu e perguntou se eu era virgem ainda. Falei que só tinha feito algumas coisas durante o banho e que nunca tinha saído com nenhum homem e que se ele aceitasse, que marcasse uma data que eu toparia. Ele rapidamente falou que seria hoje e agora. Assustado, quis comentar alguma coisa e ele interrompeu, dizendo que se era para fazer, que fizesse logo. Foi se levantando da mesa e pagou a conta. Olhou para mim e mandou eu segui-lo até sua casa. Tremendo, fiz conforme ele pediu. Chegamos lá, entramos e logo ele ficou só de cueca. Me disse que era para deixar de vergonha, que já tinha aberto a verdade para ele e que não precisava me fazer de difícil, e me mandou tirar a roupa também. Me pegou pela mão e me levou até o banheiro para tomarmos uma ducha. Tirou sua cueca e mandou eu também tirar. Olhei incrédulo para ele nu na minha frente e até onde eu tinha chegado em menos de uma hora. Enquanto sua pênis já dava sinais de vida, o meu estava totalmente encolhido. Meus olhos não saiam daquele pênis em estado de quase ereção e ele ficava tentando olhar minha bunda, seu objeto de desejo. Entramos no chuveiro, a água morna atingiu nossos corpos, e ele já me abraçou por trás, apertando seu pênis já quente em minha bunda, já lambendo e beijando meu pescoço. Enquanto fazia isso, começou com uma das mãos a ensaboar meu peito e enquanto me sugava o pescoço e eu já me contorcia e força minha bunda de encontro a ele, dizia que eu aprenderia a ser uma boa menina, que ele iria me ensinar tudo. Com meu corpo ensaboado, ele começou a beliscar meus mamilos, aperta-los e isso foi me deixando mais mole ainda. Embora assustado e envergonhado, meus braços já buscavam sua cabeça e forçava contra meu pescoço, aceitando seus carinhos que estavam me deixando zonzo. Ele então me virou e mandou eu ajoelhar na sua frente, colocando seu membro viril bem na altura de minha boca. Sem jeito, comecei e beijar sua cabeça quente, e aos poucos fui começando a suga-lo. Era um sabor de sabonete e de macho que entrava em mina boca. Comecei então sugar sua cabeça e punheta-lo ao mesmo tempo, alternando com massagens suaves em suas bolas. Ele começou a a gemer e descobri que estava no caminho certo. Com jeito fui colocando cada vez mais dentro da boca, e já alternava sugando suas bolas peludas para dentro de minha boca. Logo ele estava urrando de tesão, e cada vez mais eu conseguia coloca-lo para dentro de minha boca, com cuidado para não bater os dentes, visto que uso aparelho. Ele forçava cada vez mais minha cabeça contra seu membro, parecia estar comendo minha boca, quando ele de repente apertou tanto que a cabeça foi na minha garganta, quase me sufocando. Nesse momento ele segurou forte e senti ele pulsar na minha garganta, ejaculando seu esperma no fundo de minha garganta, onde nada mais eu podia fazer a não ser engolir aquele elixir de homem. Apesar do susto, me recompus rapidamente e ainda terminei de limpar todinho com a ponta da língua, olhando para os olhos dele, ajoelhado submisso na sua frente, e já fazendo um sorriso maroto no rosto. Terminamos o banho e ele em silencio disse apenas que eu estava indo bem. Fomos ao quarto onde ele tirou um tubo de lubrificante de uma gaveta e um preservativo. De pé no quarto, ele começou a passar óleo em todo meu corpo, me deixando todinho besuntado. Era um óleo cheiroso, que aromatizou o ar. Em minhas nádegas e anus ele dispensou um tremendo tempo, já introduzindo um dedo em mim, que me fazia empinar a bunda e ficar na ponta dos pés, para aceitar ao máximo seus carinhos. Cada enfiada de seu dedo eu me arrepiava todo, e enquanto estava dentro, eu já ensaiava umas reboladinhas tímidas. Então ele começou a me abraçar por trás e também seu corpo foi ficando coberto pelo óleo. Estávamos lisos, deliciosamente em seus braços quando ele me levou até sua cama e me mandou deitar. De barriga para cima ele continuou a bolinar meus mamilos de forma frenética, com apertões e sugadas, que logo deixaram eles anestesiados. Eu estava sentindo coisas que nunca imaginava existir, quando ele anunciou que chegara minha hora. Ergueu minhas pernas em seus ombros, colocou o preservativo e lubrificou mais meu anel. Se aproximou, encostou a cabeça e começou a forçar. Eu estava com meia ereção e cobria meu pênis com a mão, me sentia mal de estar recebendo um macho e ele vendo aquilo. Quando começou a entrar a cabeça doeu muito e brochei na mesma hora. Sem parar, mas lentamente, ele foi invadindo meu corpo e só parou quando suas bolas encostaram em minhas nádegas. Foi quando abri os olhos, sem acreditar que tinha entrado tudo aquilo em mim. Parecia que ele estava forçando minha barriga, quando ele começou a tirar lentamente e entrar novamente em mim. Estava desconfortável aquele mastro enfiado em mim, eu me contorcia um pouco quando ele falou que já iria passar, que logo eu subiria pelas paredes de tesão. E assim ele foi aumentando o ritmo das estocadas, e realmente aquilo foi passando e me dando um tesão enorme. Sentia meu anel ferver de quente com a fricção de seu membro entrando e saindo de mim, e logo comecei a gemer de tesão e pedir por mais rola. Ele continuou me comendo com volúpia, até que sem tirar de dentro, me abraçando me virou de quatro e continuou o serviço, perguntando o que eu queria, no que eu respondia que queria mais homem, mais pau dentro de mim. Louco de tesão meu corpo parece que deu um curto circuito e gozei fartamente embora estivesse brocha. Ele continuou me fodendo fortemente por mais de vinte minutos, quando enfim atolou de vez em mim e gozou também. Ao final de tudo, eu estava exausto, tinha gozado pela primeira vez sem tocar no meu pau. Ele perguntou se eu tinha gostado. Logicamente disse que sim, no que ele disse que estaria sempre a disposição, porém sem envolvimento emocional. Contente com o que tinha acontecido, concordei, até porque não podia jamais dar bandeira que tinha sido consumado que era gay. Tomei uma ducha com ele, nos beijamos, e fui embora, com a cabeça a mil e com meu anel todo esfolado e ardente. Na segunda-feira ele me ligou para perguntar se estava tudo bem e se queria repetir, pois ele tinha adorado minha bunda e queira mais. Disse que estava tudo ótimo e que também estava totalmente disponível quando ele quisesse. Ele então me disse para fazermos exames de HIV para podermos transar sem preservativo. Nem pensei duas vezes e na mesma semana fizemos nossos testes que deram negativo. Após isso ele me ligou dizendo que faria um churrasco no sábado em sua casa só para nós dois, para transarmos pela primeira vez sem nenhuma proteção. No sábado no almoço, me dirigi até sua casa, já com meu anel piscando de tesão. Entrei e fui recebido por ele usando uma bermuda de ginástica, que marcava bem seu membro. Após entrarmos ele me deu um tremendo beijo na boca, de uns cinco minutos, e sua mão já explorava minhas nádegas. Fomos até a área de lazer, onde vi que já estava tudo preparado. Ficamos conversando futilidades, quando ele perguntou se eu faria algo por ele, além de transarmos sem preservativo. Perguntei o que. Ele me pegou pela mão e foi me levando para seu quarto. Pensei que iríamos transar já, naquele momento, mas ele pediu se eu podia vestir um maiô e um tamanco de salto enquanto faríamos o churrasco. Meio sem entender direito, pedi para ver. Ele então pegou n guarda roupas uma sacola e me entregou. Antes de eu abrir, ele me disse que isso não tinha nada haver, que gay eu já era mesmo, mas ele queria eu um pouco mais feminino, que isso excita ele. Eu estava meio envergonhado de usar aquilo, mas com ele pedindo e me colocando esses argumentos, abri a sacola e tirei um maiô feminino branco de elastano (sei porque li na etiqueta), e um tamanco plataforma de salto cristal. Olhei para ele e ele apenas com cara de ?pidão? disse, veste vai! Sorri e falei que vestiria. Ele saiu do quarto e fui tirando minhas roupas. Olhei para mim e vi meus pelos na área sexual. Aproveitei então e fui até o banheiro e raspei tudo. Meu corpo tem poucos pelos e são loiros, então o resto deixei para ninguém perceber nada. Deu o maior trabalho entrar naquele maiô. O tecido era muito apertado, embora esticasse, era difícil entrar nele. Com jeito fui colocando, até conseguir passar os braços pelas alças e acabar de acerta-lo no corpo. Percebi bem a idéia dele. Logo que coloquei as alças, senti ele subindo, aliás, para acertar no corpo tinha que ergue-lo bem, o que fazia com que ele entrasse na minha bunda, e suas cavas ficassem bem altas, deixando as pernas totalmente expostas. Coloquei meu pênis bem para trás, que com a pressão do maio tratou de quase sumir com ele. Calcei então o tamanco, afivelei nos tornozelos e fui até a área de lazer onde ele me esperava. Andando com dificuldade, fui bem devagar e ensaiando rebolar, colocando um pé na frente do outro. Ele ao me ver ficou louco, disse que eu estava um tesão. Mandou um dar uma volta para ele. Assim que terminei, ele me agarrou me beijando e dizendo que eu seria estuprado naquele dia, de tanto tesão que ele estava. Eu já fui tirando sua bermuda, e seu membro rígido já saltou para fora. Sem pudor, me agachei e fui loucamente sugando aquele mastro do prazer. Punhetando e chupando, massageando suas bolas e colocando ambas na boca, ele logo estava arfando de tesão. Eu acelerava mais meus movimentos, louco pelo desfecho daquilo, quando iria tomar seu leite de homem. Senti ele então estremecendo e forçando minha cabeça ao encontro de seu pau, e sabia que estava acontecendo. Abri o mais que pude a boca, engoli o mais que pude sua pica e ele gozou novamente no fundo de minha garganta. Limpei todo seu pau com a língua sorrindo para ele e segurando com carinho aquele objeto de desejo. Com ambos mais calmos, começamos a beber umas cervejas e conversar, enquanto assava a carne. Eu já me sentia bem vestido daquele modo, o maiô dava umas curvas em mim, além da contração no copo que também era uma coisa prazerosa, socado em meu rego, com o corpo todo a mostra e de salto altíssimo, que fazia as pernas ficarem tesas e mais duras, além de me fazer empinar mais a bunda. O Pedrão. Lógico que via isso também e me comia com os olhos, enquanto eu andava de um lado para o outro justamente para provoca-lo. Não agüentando mais, ele pulou para cima de mim dizendo que estava fudido, não devia ter provocado ele assim. Começou a beijar loucamente falando que queira me comer ali, naquele momento, me chamando de putinha, de bichinha, enfim, aquilo me dava mais tesão ainda. Logo ele se sentou na cadeira com seu mastro ereto e me mandou ficar de pé, de costas para ele. Tirou o maiô do rego, como o lubrificante tinha ficado em seu quarto, ele pegou o azeite mesmo que estava sobre a mesa, lubrificou seu pênis e me mandou ir sentando. Aquela vara deliciosamente lisa foi escorregando para dentro de minha bunda gulosa, me tirando gritinhos de tesão, pois como eu estava de salto, me desequilibrava e entrava mais rápido em alguns momentos. Vendo que eu não tinha o controle mesmo, acabei por me entregar e sentei de uma vez, entrando tudo de uma vez, me arrancando um grito de dor mas também de tesão. Comecei então a subir e descer de seu pau lindo, enquanto gemia de tesão e ele arfava. Ele então tomou conta da situação e me segurando pela cintura foi ditando o ritmo das estocadas me deixando totalmente passivo, à sua mercê. Ele então foi se levantando ainda dentro de mim, fiquei de pé, mas ele me mandou abrir bem as pernas e colocar as mãos nos joelhos. Pegou forte em minha cintura, e continuou mandando ver em minha bunda, dando tapas ardidos que me davam mais tesão ainda. Eu arrebitava bem a bunda e tentava manter o equilíbrio naquele salto, e ele foi me comendo até que eu disse que iria gozar. Ele então me mandou segurar, pois queria gozar junto, já que seria minha primeira injeção de porra. Fui segurando e ele controlando seu tesão, até que anunciou que estava chegando a hora. Aumentou o ritmo, e conseguimos juntos. Enquanto meu rabo apertava seu membro, seu pau pulsava dentro de mim e senti deliciosamente seu esperma entrando em mim, o que me fez gozar mais gostoso ainda. Após ele somente tirar de dentro quando estava mole, beijei-o e sentia sua porra escorrendo em minhas pernas. Olhava aquilo, comigo de maiô e de salto, a porra escorrendo, e parecia mesmo uma puta de filmes pornôs. Fui então até o banheiro me lavar, mas não parava de sair porra do meu rabo. Chamei ele e perguntei o que fazia, além a ducha interna que já tinha tomado. Meu anel estava arrombado, aberto, não conseguia contrair ele para fechar. Ele rindo, abriu o toucador e pegou um OB tamanho super e me deu. Falou que se eu não soubesse usar, para ler na caixa. Li e após duas tentativas frustadas, consegui enfim colocar aquela coisa em mim, ficando só o barbante para fora. Quando saí do banheiro, sobre a cama tinha uma calcinha. Logo entendi que era para colocar, pois o maiô tinha sujado de porra. Coloquei e voltei a calçar os tamancos e fui ficar com ele na área de lazer. Ele ao me ver, mandou eu arrebitar a bunda para ele, e tirando a calcinha do rego, viu o barbante pendurado. Disse que queria só se certificar que eu estava usando o OB e se estava confortável. Disse que estava estranho, mas pelo menos tinha tapado o buraco que tinha ficado e tinha parado de vazar, me mantendo seco. Ele riu e comentou como minha vida mudou em pouco mais de uma semana. Eu já usava salto e até absorvente interno. No final do dia ainda paguei outro boquete para ele, nos despedimos e fui embora. Domingo passou sem nos falarmos e na segunda-feira eu já estava subindo pelas paredes de vontade de dar, mas não queria ligar para ele. Sem vergonha nenhuma, fui até um sex shop e comprei um dildo cônico e um vibrador de bom tamanho, para poder me satisfazer enquanto estivesse sozinho. Nessa noite, após me banhar e me divertir com meu brinquedo novo, coloquei o dildo cônico e fui acessar meus e-mails. Queria manter meu anel meio dilatado, pois pensava que assim entraria mais facilmente quando fossemos transar. Logo que abri meu e-mail, tinha um e-mail dele me perguntado quando que iríamos sair de novo. Respondi que a qualquer momento, e contei os brinquedos que tinha comprado, e como eu estava teclando, com um dildo enfiado em mim. Ele ficou louco ao ler isso, e disse que na terça-feira iria me pegar com uma surpresa, já que eu gostava de brinquedos. Mal pude esperar pela terça-feira, e a noite quando ele me pegou em casa, fomos direto até sua casa. Ele perguntou se meus mamilos ainda estavam doloridos, disse que sim. Ele então falou que estava ótimo assim. Me tirou a camisa e começou a belisca-los com força, e dizia que era mesmo para deixar mais doloridos. Embora estivesse doendo bastante, seus beliscões davam tesão e suas mordidas molhadas arrepiavam os bicos sensíveis depois de tanto esfolar eles. Perguntei porque aquilo. Ele então me disse para tirar toda a roupa. Com um sorriso maroto tirei. Já nu em sua frente, ele pegou uma caixa e me entregou, estava escrito em inglês, mas pela foto, entendi o que era. Tratava-se de sugadores de mamilos. Sorri para ele e devolvi a caixa. Ele perguntou se podia colocar em mim. Disse que lógico que sim. Ele então encostou uma das ventosas em meu mamilos esquerdo e começou a bombar a bomba de vácua. Aquilo foi sugando meu peito e meu mamilo para dentro da ventosa. Ardia, doía, mas era prazeroso. Ele deixou com muita sucção, o que fazia com que quase parecesse um seio dentro da ventosa. Repetiu a operação no peito direto, perguntando se estava gostoso. Quase gemendo, disse que sim. Me mostrou então sobre a cama o maiô já lavado, e os tamancos. Sorrindo para ele, virei de costas e bari minhas nádegas. M ostrei para ele que tinha vindo com o dildo enfiado em mim. Ele adorou, ficou mas louco ainda, e me mandou me vestir rápido, pois estava louco para me pegar. Tirei o dildo em sua frente com cara de tesão, fui me contorcendo para entrar naquele maiô, calcai os tamancos e disse que estava pronto. Os sugadores ficaram sob o maiô, formando volumes que pareciam seios. Deitei na cama e já fiquei de quatro, de pernas abertas, com a cabeça no travesseiro, abrindo as nádegas e tirando o maiô de lado, deixando o caminho livre para ele. Ele me lubrificou, lubrificou seu pênis e logo já estava fincado em mim. Realmente o dildo ajudou na dilatação, e ele entrou se causar nenhum desconforto, nem no inicio. Foi deliciosamente engolido pela minha bunda. E assim, mais uma vez, após transarmos por mais de meia hora, conseguimos gozar juntos, com ele mais uma me inundando de leite de homem, me deixando cada dia mais submisso a ele e a seus desejos. Tirei a roupa, fomos tomar uma ducha, lá paguei um boquete delicioso para ele, tomando seu leite agora por via oral. Tapei meu buraco com mais um absorvente tamanho super, nos despedimos e fui dormir tranqüilo, sabendo que realmente o gostoso do sexo é dar. Nem pensava mais em garotas, e até agora estou divinamente feliz com essa escolha que fiz. Conto mais conforme ele for inventando coisas novas que apimentem nossa relação. Afinal, em apenas um mês e pouco, passei de hetero para homo submisso e passivo, logo, muita coisa ainda deve rolar, com ele, ou quem sabe, com outras pessoas também.Bjos.

Estou com vinte e cinco anos, e embora saísse com garotas, tinha em meu intimo uma vontade de conhecer como seria fazer sexo passivo, com outro homem. Nos banhos mesmo, já tinha acostumado a me masturbar com um dedo enfiado em mim, ou ainda, colocava um preservativo naquele pino que segura o rolo de papel higiênico, introduzia em mim e sentava no chão forçando ele para dentro enquanto me masturbava. Nunca dei pinta nenhuma desse meu lado, e a vida foi passando. Certo dia, no bar com vários amigos, um deles, o Pedrão, sem nenhuma cerimônia informou que gostava mesmo era de pegar travestis e mandar ver na bunda deles. Todos riram e ele apenas confirmou que realmente era a preferência dele, porém somente era ativo.

Aquilo ficou em minha cabeça, e à um mês mais ou menos, num sábado a tarde, saí para dar umas voltas de carro, quando vi o Pedrão sentado sozinho em uma lanchonete. Rapidamente estacionei e fui conversar com ele, enquanto tomávamos umas cervejas. Rodeando, cheguei no papo que ele tinha comentado no outro dia, e ele confirmou realmente. Perguntei se ele saía apenas com travestis, e ele me disse que gostava de uma bunda de homem, pois eles não faziam frescuras e gostavam de dar. Com vergonha, mas já quase sem controle, perguntei se ele comeria te amigos. Ele disse que sim, que se quisesse dar, ele estaria a disposição. Pedi então a ele para guardar segredo, e confidenciei minha vontade de experimentar. Ele sorriu e perguntou se eu era virgem ainda. Falei que só tinha feito algumas coisas durante o banho e que nunca tinha saído com nenhum homem e que se ele aceitasse, que marcasse uma data que eu toparia. Ele rapidamente falou que seria hoje e agora. Assustado, quis comentar alguma coisa e ele interrompeu, dizendo que se era para fazer, que fizesse logo. Foi se levantando da mesa e pagou a conta. Olhou para mim e mandou eu segui-lo até sua casa. Tremendo, fiz conforme ele pediu. Chegamos lá, entramos e logo ele ficou só de cueca. Me disse que era para deixar de vergonha, que já tinha aberto a verdade para ele e que não precisava me fazer de difícil, e me mandou tirar a roupa também. Me pegou pela mão e me levou até o banheiro para tomarmos uma ducha. Tirou sua cueca e mandou eu também tirar. Olhei incrédulo para ele nu na minha frente e até onde eu tinha chegado em menos de uma hora. Enquanto sua pênis já dava sinais de vida, o meu estava totalmente encolhido. Meus olhos não saiam daquele pênis em estado de quase ereção e ele ficava tentando olhar minha bunda, seu objeto de desejo. Entramos no chuveiro, a água morna atingiu nossos corpos, e ele já me abraçou por trás, apertando seu pênis já quente em minha bunda, já lambendo e beijando meu pescoço. Enquanto fazia isso, começou com uma das mãos a ensaboar meu peito e enquanto me sugava o pescoço e eu já me contorcia e força minha bunda de encontro a ele, dizia que eu aprenderia a ser uma boa menina, que ele iria me ensinar tudo. Com meu corpo ensaboado, ele começou a beliscar meus mamilos, aperta-los e isso foi me deixando mais mole ainda. Embora assustado e envergonhado, meus braços já buscavam sua cabeça e forçava contra meu pescoço, aceitando seus carinhos que estavam me deixando zonzo. Ele então me virou e mandou eu ajoelhar na sua frente, colocando seu membro viril bem na altura de minha boca. Sem jeito, comecei e beijar sua cabeça quente, e aos poucos fui começando a suga-lo. Era um sabor de sabonete e de macho que entrava em mina boca. Comecei então sugar sua cabeça e punheta-lo ao mesmo tempo, alternando com massagens suaves em suas bolas. Ele começou a a gemer e descobri que estava no caminho certo. Com jeito fui colocando cada vez mais dentro da boca, e já alternava sugando suas bolas peludas para dentro de minha boca. Logo ele estava urrando de tesão, e cada vez mais eu conseguia coloca-lo para dentro de minha boca, com cuidado para não bater os dentes, visto que uso aparelho. Ele forçava cada vez mais minha cabeça contra seu membro, parecia estar comendo minha boca, quando ele de repente apertou tanto que a cabeça foi na minha garganta, quase me sufocando. Nesse momento ele segurou forte e senti ele pulsar na minha garganta, ejaculando seu esperma no fundo de minha garganta, onde nada mais eu podia fazer a não ser engolir aquele elixir de homem. Apesar do susto, me recompus rapidamente e ainda terminei de limpar todinho com a ponta da língua, olhando para os olhos dele, ajoelhado submisso na sua frente, e já fazendo um sorriso maroto no rosto. Terminamos o banho e ele em silencio disse apenas que eu estava indo bem. Fomos ao quarto onde ele tirou um tubo de lubrificante de uma gaveta e um preservativo. De pé no quarto, ele começou a passar óleo em todo meu corpo, me deixando todinho besuntado. Era um óleo cheiroso, que aromatizou o ar. Em minhas nádegas e anus ele dispensou um tremendo tempo, já introduzindo um dedo em mim, que me fazia empinar a bunda e ficar na ponta dos pés, para aceitar ao máximo seus carinhos. Cada enfiada de seu dedo eu me arrepiava todo, e enquanto estava dentro, eu já ensaiava umas reboladinhas tímidas. Então ele começou a me abraçar por trás e também seu corpo foi ficando coberto pelo óleo. Estávamos lisos, deliciosamente em seus braços quando ele me levou até sua cama e me mandou deitar. De barriga para cima ele continuou a bolinar meus mamilos de forma frenética, com apertões e sugadas, que logo deixaram eles anestesiados. Eu estava sentindo coisas que nunca imaginava existir, quando ele anunciou que chegara minha hora. Ergueu minhas pernas em seus ombros, colocou o preservativo e lubrificou mais meu anel. Se aproximou, encostou a cabeça e começou a forçar. Eu estava com meia ereção e cobria meu pênis com a mão, me sentia mal de estar recebendo um macho e ele vendo aquilo. Quando começou a entrar a cabeça doeu muito e brochei na mesma hora. Sem parar, mas lentamente, ele foi invadindo meu corpo e só parou quando suas bolas encostaram em minhas nádegas. Foi quando abri os olhos, sem acreditar que tinha entrado tudo aquilo em mim. Parecia que ele estava forçando minha barriga, quando ele começou a tirar lentamente e entrar novamente em mim. Estava desconfortável aquele mastro enfiado em mim, eu me contorcia um pouco quando ele falou que já iria passar, que logo eu subiria pelas paredes de tesão. E assim ele foi aumentando o ritmo das estocadas, e realmente aquilo foi passando e me dando um tesão enorme. Sentia meu anel ferver de quente com a fricção de seu membro entrando e saindo de mim, e logo comecei a gemer de tesão e pedir por mais rola. Ele continuou me comendo com volúpia, até que sem tirar de dentro, me abraçando me virou de quatro e continuou o serviço, perguntando o que eu queria, no que eu respondia que queria mais homem, mais pau dentro de mim. Louco de tesão meu corpo parece que deu um curto circuito e gozei fartamente embora estivesse brocha. Ele continuou me fodendo fortemente por mais de vinte minutos, quando enfim atolou de vez em mim e gozou também. Ao final de tudo, eu estava exausto, tinha gozado pela primeira vez sem tocar no meu pau. Ele perguntou se eu tinha gostado. Logicamente disse que sim, no que ele disse que estaria sempre a disposição, porém sem envolvimento emocional. Contente com o que tinha acontecido, concordei, até porque não podia jamais dar bandeira que tinha sido consumado que era gay. Tomei uma ducha com ele, nos beijamos, e fui embora, com a cabeça a mil e com meu anel todo esfolado e ardente. Na segunda-feira ele me ligou para perguntar se estava tudo bem e se queria repetir, pois ele tinha adorado minha bunda e queira mais. Disse que estava tudo ótimo e que também estava totalmente disponível quando ele quisesse. Ele então me disse para fazermos exames de HIV para podermos transar sem preservativo. Nem pensei duas vezes e na mesma semana fizemos nossos testes que deram negativo. Após isso ele me ligou dizendo que faria um churrasco no sábado em sua casa só para nós dois, para transarmos pela primeira vez sem nenhuma proteção. No sábado no almoço, me dirigi até sua casa, já com meu anel piscando de tesão. Entrei e fui recebido por ele usando uma bermuda de ginástica, que marcava bem seu membro. Após entrarmos ele me deu um tremendo beijo na boca, de uns cinco minutos, e sua mão já explorava minhas nádegas. Fomos até a área de lazer, onde vi que já estava tudo preparado. Ficamos conversando futilidades, quando ele perguntou se eu faria algo por ele, além de transarmos sem preservativo. Perguntei o que. Ele me pegou pela mão e foi me levando para seu quarto. Pensei que iríamos transar já, naquele momento, mas ele pediu se eu podia vestir um maiô e um tamanco de salto enquanto faríamos o churrasco. Meio sem entender direito, pedi para ver. Ele então pegou n guarda roupas uma sacola e me entregou. Antes de eu abrir, ele me disse que isso não tinha nada haver, que gay eu já era mesmo, mas ele queria eu um pouco mais feminino, que isso excita ele. Eu estava meio envergonhado de usar aquilo, mas com ele pedindo e me colocando esses argumentos, abri a sacola e tirei um maiô feminino branco de elastano (sei porque li na etiqueta), e um tamanco plataforma de salto cristal. Olhei para ele e ele apenas com cara de ?pidão? disse, veste vai! Sorri e falei que vestiria. Ele saiu do quarto e fui tirando minhas roupas. Olhei para mim e vi meus pelos na área sexual. Aproveitei então e fui até o banheiro e raspei tudo. Meu corpo tem poucos pelos e são loiros, então o resto deixei para ninguém perceber nada. Deu o maior trabalho entrar naquele maiô. O tecido era muito apertado, embora esticasse, era difícil entrar nele. Com jeito fui colocando, até conseguir passar os braços pelas alças e acabar de acerta-lo no corpo. Percebi bem a idéia dele. Logo que coloquei as alças, senti ele subindo, aliás, para acertar no corpo tinha que ergue-lo bem, o que fazia com que ele entrasse na minha bunda, e suas cavas ficassem bem altas, deixando as pernas totalmente expostas. Coloquei meu pênis bem para trás, que com a pressão do maio tratou de quase sumir com ele. Calcei então o tamanco, afivelei nos tornozelos e fui até a área de lazer onde ele me esperava. Andando com dificuldade, fui bem devagar e ensaiando rebolar, colocando um pé na frente do outro. Ele ao me ver ficou louco, disse que eu estava um tesão. Mandou um dar uma volta para ele. Assim que terminei, ele me agarrou me beijando e dizendo que eu seria estuprado naquele dia, de tanto tesão que ele estava. Eu já fui tirando sua bermuda, e seu membro rígido já saltou para fora. Sem pudor, me agachei e fui loucamente sugando aquele mastro do prazer. Punhetando e chupando, massageando suas bolas e colocando ambas na boca, ele logo estava arfando de tesão. Eu acelerava mais meus movimentos, louco pelo desfecho daquilo, quando iria tomar seu leite de homem. Senti ele então estremecendo e forçando minha cabeça ao encontro de seu pau, e sabia que estava acontecendo. Abri o mais que pude a boca, engoli o mais que pude sua pica e ele gozou novamente no fundo de minha garganta. Limpei todo seu pau com a língua sorrindo para ele e segurando com carinho aquele objeto de desejo. Com ambos mais calmos, começamos a beber umas cervejas e conversar, enquanto assava a carne. Eu já me sentia bem vestido daquele modo, o maiô dava umas curvas em mim, além da contração no copo que também era uma coisa prazerosa, socado em meu rego, com o corpo todo a mostra e de salto altíssimo, que fazia as pernas ficarem tesas e mais duras, além de me fazer empinar mais a bunda. O Pedrão. Lógico que via isso também e me comia com os olhos, enquanto eu andava de um lado para o outro justamente para provoca-lo. Não agüentando mais, ele pulou para cima de mim dizendo que estava fudido, não devia ter provocado ele assim. Começou a beijar loucamente falando que queira me comer ali, naquele momento, me chamando de putinha, de bichinha, enfim, aquilo me dava mais tesão ainda. Logo ele se sentou na cadeira com seu mastro ereto e me mandou ficar de pé, de costas para ele. Tirou o maiô do rego, como o lubrificante tinha ficado em seu quarto, ele pegou o azeite mesmo que estava sobre a mesa, lubrificou seu pênis e me mandou ir sentando. Aquela vara deliciosamente lisa foi escorregando para dentro de minha bunda gulosa, me tirando gritinhos de tesão, pois como eu estava de salto, me desequilibrava e entrava mais rápido em alguns momentos. Vendo que eu não tinha o controle mesmo, acabei por me entregar e sentei de uma vez, entrando tudo de uma vez, me arrancando um grito de dor mas também de tesão. Comecei então a subir e descer de seu pau lindo, enquanto gemia de tesão e ele arfava. Ele então tomou conta da situação e me segurando pela cintura foi ditando o ritmo das estocadas me deixando totalmente passivo, à sua mercê. Ele então foi se levantando ainda dentro de mim, fiquei de pé, mas ele me mandou abrir bem as pernas e colocar as mãos nos joelhos. Pegou forte em minha cintura, e continuou mandando ver em minha bunda, dando tapas ardidos que me davam mais tesão ainda. Eu arrebitava bem a bunda e tentava manter o equilíbrio naquele salto, e ele foi me comendo até que eu disse que iria gozar. Ele então me mandou segurar, pois queria gozar junto, já que seria minha primeira injeção de porra. Fui segurando e ele controlando seu tesão, até que anunciou que estava chegando a hora. Aumentou o ritmo, e conseguimos juntos. Enquanto meu rabo apertava seu membro, seu pau pulsava dentro de mim e senti deliciosamente seu esperma entrando em mim, o que me fez gozar mais gostoso ainda. Após ele somente tirar de dentro quando estava mole, beijei-o e sentia sua porra escorrendo em minhas pernas. Olhava aquilo, comigo de maiô e de salto, a porra escorrendo, e parecia mesmo uma puta de filmes pornôs. Fui então até o banheiro me lavar, mas não parava de sair porra do meu rabo. Chamei ele e perguntei o que fazia, além a ducha interna que já tinha tomado. Meu anel estava arrombado, aberto, não conseguia contrair ele para fechar. Ele rindo, abriu o toucador e pegou um OB tamanho super e me deu. Falou que se eu não soubesse usar, para ler na caixa. Li e após duas tentativas frustadas, consegui enfim colocar aquela coisa em mim, ficando só o barbante para fora. Quando saí do banheiro, sobre a cama tinha uma calcinha. Logo entendi que era para colocar, pois o maiô tinha sujado de porra. Coloquei e voltei a calçar os tamancos e fui ficar com ele na área de lazer. Ele ao me ver, mandou eu arrebitar a bunda para ele, e tirando a calcinha do rego, viu o barbante pendurado. Disse que queria só se certificar que eu estava usando o OB e se estava confortável. Disse que estava estranho, mas pelo menos tinha tapado o buraco que tinha ficado e tinha parado de vazar, me mantendo seco. Ele riu e comentou como minha vida mudou em pouco mais de uma semana. Eu já usava salto e até absorvente interno. No final do dia ainda paguei outro boquete para ele, nos despedimos e fui embora. Domingo passou sem nos falarmos e na segunda-feira eu já estava subindo pelas paredes de vontade de dar, mas não queria ligar para ele. Sem vergonha nenhuma, fui até um sex shop e comprei um dildo cônico e um vibrador de bom tamanho, para poder me satisfazer enquanto estivesse sozinho. Nessa noite, após me banhar e me divertir com meu brinquedo novo, coloquei o dildo cônico e fui acessar meus e-mails. Queria manter meu anel meio dilatado, pois pensava que assim entraria mais facilmente quando fossemos transar. Logo que abri meu e-mail, tinha um e-mail dele me perguntado quando que iríamos sair de novo. Respondi que a qualquer momento, e contei os brinquedos que tinha comprado, e como eu estava teclando, com um dildo enfiado em mim. Ele ficou louco ao ler isso, e disse que na terça-feira iria me pegar com uma surpresa, já que eu gostava de brinquedos. Mal pude esperar pela terça-feira, e a noite quando ele me pegou em casa, fomos direto até sua casa. Ele perguntou se meus mamilos ainda estavam doloridos, disse que sim. Ele então falou que estava ótimo assim. Me tirou a camisa e começou a belisca-los com força, e dizia que era mesmo para deixar mais doloridos. Embora estivesse doendo bastante, seus beliscões davam tesão e suas mordidas molhadas arrepiavam os bicos sensíveis depois de tanto esfolar eles. Perguntei porque aquilo. Ele então me disse para tirar toda a roupa. Com um sorriso maroto tirei. Já nu em sua frente, ele pegou uma caixa e me entregou, estava escrito em inglês, mas pela foto, entendi o que era. Tratava-se de sugadores de mamilos. Sorri para ele e devolvi a caixa. Ele perguntou se podia colocar em mim. Disse que lógico que sim. Ele então encostou uma das ventosas em meu mamilos esquerdo e começou a bombar a bomba de vácua. Aquilo foi sugando meu peito e meu mamilo para dentro da ventosa. Ardia, doía, mas era prazeroso. Ele deixou com muita sucção, o que fazia com que quase parecesse um seio dentro da ventosa. Repetiu a operação no peito direto, perguntando se estava gostoso. Quase gemendo, disse que sim. Me mostrou então sobre a cama o maiô já lavado, e os tamancos. Sorrindo para ele, virei de costas e bari minhas nádegas. M ostrei para ele que tinha vindo com o dildo enfiado em mim. Ele adorou, ficou mas louco ainda, e me mandou me vestir rápido, pois estava louco para me pegar. Tirei o dildo em sua frente com cara de tesão, fui me contorcendo para entrar naquele maiô, calcai os tamancos e disse que estava pronto. Os sugadores ficaram sob o maiô, formando volumes que pareciam seios. Deitei na cama e já fiquei de quatro, de pernas abertas, com a cabeça no travesseiro, abrindo as nádegas e tirando o maiô de lado, deixando o caminho livre para ele. Ele me lubrificou, lubrificou seu pênis e logo já estava fincado em mim. Realmente o dildo ajudou na dilatação, e ele entrou se causar nenhum desconforto, nem no inicio. Foi deliciosamente engolido pela minha bunda. E assim, mais uma vez, após transarmos por mais de meia hora, conseguimos gozar juntos, com ele mais uma me inundando de leite de homem, me deixando cada dia mais submisso a ele e a seus desejos. Tirei a roupa, fomos tomar uma ducha, lá paguei um boquete delicioso para ele, tomando seu leite agora por via oral. Tapei meu buraco com mais um absorvente tamanho super, nos despedimos e fui dormir tranqüilo, sabendo que realmente o gostoso do sexo é dar. Nem pensava mais em garotas, e até agora estou divinamente feliz com essa escolha que fiz. Conto mais conforme ele for inventando coisas novas que apimentem nossa relação. Afinal, em apenas um mês e pouco, passei de hetero para homo submisso e passivo, logo, muita coisa ainda deve rolar, com ele, ou quem sabe, com outras pessoas também.

Bjos.

Depois de muito tempo lendo os contos desse site, resolvi escrever o que aconteceu comigo no ano passado. Mas antes, deixa eu me descrever. Sou loira, tenho 32 anos, com 1,73 de altura, 58kg bem distribuídos, apesar de ter dois filhos e uma filha, e sou casada a 11 anos. Apesar de ter sido traída pelo meu marido várias vezes, inclusive com a minha prima, eu nunca pensei em traí-lo, quer dizer, nunca pensei que fosse traí-lo. Mas, com as decepções que vem do casamento, comecei a reparar num rapaz um pouco mais novo que eu que trabalha conosco. Aliás, as mulheres que trabalham comigo sempre reparavam nele, mas ninguém falava nada pra ele porque ele sempre foi bem fechado, por ser tímido. Ele é moreno, alto, com cerca de 1,85 de altura, pesa uns 90 kgs, faz academia, e todas ficávamos imaginando qual seria “o tamanho dele”, já que ele calça 46.De uns tempos pra cá, comecei a ter um convivio maior com ele no serviço, principalmente depois que eu passei a pedir ajuda pra ele em uns trabalhos de inglês. Ficávamos até depois do horário de expediente do escritório que trabalhamos, e com isso, fomos ficando cada vez mais próximos. Eu fui me apaixonando com ele, e queria muito ficar com ele, ainda mais quando chegava em casa e só encontrava problemas com meu marido que, já a algum tempo venho pedindo pra nos separar e nada.Certa vez, tinha que apresentar um trabalho de inglês e, por isso, ficamos quase uma semana direto ficando pelo menos 3 horas após o nosso trabalho, preparando esse meu trabalho de inglês. No dia que eu ia apresentar, ele me acompanhou até o meu carro, que estava no estacionamento da firma, e, do nada, ele me disse que eu ficava muito gostosa com aquela calça. Quando ele disse isso eu perdi o rumo. Fiquei muito indecisa com o que fazer, pois não queria dar esperanças a ele por causa do meu marido, pelo menos não enquanto não resolvesse a situação com ele. Mas o tesão falou mais forte, e no fim de semana ficamos trocando mensagens. Eu estava com medo, ainda mais depois que ele me disse que queria ficar a sós comigo depois do trabalho, queria me levar pra um lugar pra ficarmos mais a vontade. Como moramos em cidades pequenas, diferentes, mas próximas, e meu marido trabalha na mesma cidade que eu trabalho, precisavamos ir pra um lugar que meu marido não conhecesse ninguém, e foi o que ele fez.Saindo do trabalho na segunda-feira, eu entrei correndo dentro do carro desse meu amigo, pra que ninguém nos visse, e de lá fomos para um motel. Minha consciencia começou a ficar pesada, e assim que entramos no quarto, estava decidida a não fazer nada. Mas ele começou a me beijar, a passar a mão sobre o meu corpo, a beijar meu pescoço e falar obcenidades que queria fazer comigo ali, e mesmo eu dizendo pra ele que não poderia acontecer nada entre nós, o tesão tomou conta de mim. joguei ele na pra trás, pois a gente tava sentado na cama, e subi em cima dele. comecei a beijar sua boca como se fosse a última boca que beijaria na minha vida. Tirei a camisa dele e beijava-lhe o pescoço, os ombros, mordia o pescoço e as orelhas dele, e ele fazia o mesmo comigo. Enquanto isso, ele começou a desabotoar minha camisa, tirando-a no final, me deixando de calça jeans e sutien. Continuamos nos beijando, esfregando nossos corpos já suados um no outro, e eu sentia o pau dele já duríssimo por baixo do se jeans. Não aguentando mais, eu voltei atrás com a minha decisão de não fazer nada e desabotoei a calça dele, gemendo baixinho no seu ouvido, e fui descendo, beijando o seu corpo e tirando a calça dele, mas não tirei a cueca. Quando terminei de tirar a calça dele, ele me jogou pro outro lado da cama e veio por cima de mim, e continuamos naquele amasso gostoso, e o fogo aumentando cada vez mais em mim. Nessa hora, até a minha jeans já estava ensopada com o líquido que escorria da minha xana. daí, ele chegou até o meu ouvido e disse com uma voz de tarado: “vou tirar a sua calça porque não meu pau, duro do jeito que tá, vai ficar machucado se ficarmos nos esfregando assim. mas prometo que só farei o que você quiser fazer.” e eu balancei a cabeça dando permissão pra ele tirar minha calça.Finalmente não tinha mais aqueles panos duros entre nós, apenas a cueca dele e minha calcinha separavam os nossos sexos. Subi sobre ele de novo, e num movimento rápido, ele puxou meu sutien pra baixo, deixando meus seios expostos. Quando ele viu meus peitos saltarem em seu rosto, mamou como se estivesse querendo tirar leite deles, de tanto que chupava, mordia, apertava…. tava uma delícia. Não resistindo mais, ainda por cima dele, fui passando minha mão pelo peito dele, e fui descendo, passando pela barriga, até chegar na cintura dele. Levantei sua cueca e finalmente pude sentir em minhas mãos aquele membro cumprido, grosso, latejando em minhas mãos. Eles estava muito duro e molhado. Devia ter uns 22 centimetros, muito maior que o do meu marido. Sentindo aquele mastro na minha mão, comecei a punhetá-lo lentamente, enquanto colocava minha linha na boca do meu amante. Ele foi descendo com as duas mãos pelas minhas costas até chegar na minha bunda, e começou a acariciá-la por cima da calcinha, depois por baixo, e por fim, seus dedos, indo por trás, tocaram minha chaninha que mais parecia um chafariz, de tanto que estava molhada. Sentindo que eu estava com o tesão a flor da pele, ele simplesmente rasgou a minha calcinha, me deixando apenas com o sutien, que estava encoberto pelas minhas tetas. Com o tesão a flor da pele, fui novamente descendo beijando o corpo dele, até ver aquela tora linda, com uma cabeça enorme, bem em frente ao meu rosto. Não resistindo, fiz o que nunca tinha feito com o meu marido… coloquei pela primeira vez um pau na minha boca. Passei a lingua pela cabeça, em circulos, e abocanhava aquele mastro. Como é bom ter um pau na boca. Fiquei uns 5 minutos chupando, me deliciando, colocando fundo dentro da garganta, engasgando por não saber como fazer direito. Não aguentava mais e precisava sentir aquele monstro negro dentro de mim. Quando comecei a subir, ele me jogou pro lado de novo e veio por cima de mim, perguntando “o que essa putinha quer que eu faça? vamos ficar só no amasso como você queria no começo?” Meu corpo me entregava… eu precisava de um pau com urgência. Falei no ouvido dele. “Não. Eu quero que você me foda…. fode sua putinha… enfia esse pau gostoso até tocar no meu útero”. Ele, sem dó nem piedade, nem esperou eu terminar de falar e socou tudo, até as bolas, me fazendo soltar um grito de dor e prazer. Nunca tinha sentido um pau desse tamanho dentro de mim. Ficamos no papai e mamãe um tempo, depois eu montei nele e cavalguei que nem uma louca. Gozei como nunca antes, e continuei cavalgando. Depois ele me mandou ficar de quatro, e veio enfiando a jeba dele de novo, até os ovos, numa velocidade frenética, me fazendo gozar mais duas vezes, quando ele anunciou o gozo. Ele perguntou: “O que eu faço? Onde você quer que eu goze?” Tomada pelo tesão e sem lembrar que não estava tomando as pílulas (pois estava separada do meu marido, apenas morando debaixo do mesmo teto), falei pra ele encher minha buceta de porra. Ele aumentou a velocidade das estocadas e gozou um rio de porra dentro de mim. E, por incrivel que pareça, mesmo me fudendo por mais de 20 minutos, o pau dele, diferente do meu marido, não muchou. Continuava apontando para cima. Mas eu estava exausta e pedi pra que ele me desse um tempo, pra repor as energias. Ficamos 5 minutos deitados, e eu ficava brincando com o pau dele nas minhas mãos. Enquanto a gente descansava, ele passava a mão pelo meu corpo, quando colocou um dedo no meu cuzinho. Na hora eu levantei e disse: “Tira esse dedo daí que aí eu ainda sou virgem. Minha mãe sempre disse que por aí só sai, não entra nada.” Levantei e fui em direção ao banheiro para tomar um banho pra recompor, e quando cheguei na porta do banheiro, olhei por cima do ombro meu macho deitado na cama, me olhando, e disse que precisava de alguem pra ensaboar as minhas costas. Rapidamente ele se levantou para tomarmos um banho junto, mas continuarei essa história no próximo conto.

Depois de muito tempo lendo os contos desse site, resolvi escrever o que aconteceu comigo no ano passado. Mas antes, deixa eu me descrever. Sou loira, tenho 32 anos, com 1,73 de altura, 58kg bem distribuídos, apesar de ter dois filhos e uma filha, e sou casada a 11 anos. Apesar de ter sido traída pelo meu marido várias vezes, inclusive com a minha prima, eu nunca pensei em traí-lo, quer dizer, nunca pensei que fosse traí-lo. Mas, com as decepções que vem do casamento, comecei a reparar num rapaz um pouco mais novo que eu que trabalha conosco. Aliás, as mulheres que trabalham comigo sempre reparavam nele, mas ninguém falava nada pra ele porque ele sempre foi bem fechado, por ser tímido. Ele é moreno, alto, com cerca de 1,85 de altura, pesa uns 90 kgs, faz academia, e todas ficávamos imaginando qual seria “o tamanho dele”, já que ele calça 46.

De uns tempos pra cá, comecei a ter um convivio maior com ele no serviço, principalmente depois que eu passei a pedir ajuda pra ele em uns trabalhos de inglês. Ficávamos até depois do horário de expediente do escritório que trabalhamos, e com isso, fomos ficando cada vez mais próximos. Eu fui me apaixonando com ele, e queria muito ficar com ele, ainda mais quando chegava em casa e só encontrava problemas com meu marido que, já a algum tempo venho pedindo pra nos separar e nada.

Certa vez, tinha que apresentar um trabalho de inglês e, por isso, ficamos quase uma semana direto ficando pelo menos 3 horas após o nosso trabalho, preparando esse meu trabalho de inglês. No dia que eu ia apresentar, ele me acompanhou até o meu carro, que estava no estacionamento da firma, e, do nada, ele me disse que eu ficava muito gostosa com aquela calça. Quando ele disse isso eu perdi o rumo. Fiquei muito indecisa com o que fazer, pois não queria dar esperanças a ele por causa do meu marido, pelo menos não enquanto não resolvesse a situação com ele. Mas o tesão falou mais forte, e no fim de semana ficamos trocando mensagens. Eu estava com medo, ainda mais depois que ele me disse que queria ficar a sós comigo depois do trabalho, queria me levar pra um lugar pra ficarmos mais a vontade. Como moramos em cidades pequenas, diferentes, mas próximas, e meu marido trabalha na mesma cidade que eu trabalho, precisavamos ir pra um lugar que meu marido não conhecesse ninguém, e foi o que ele fez.

Saindo do trabalho na segunda-feira, eu entrei correndo dentro do carro desse meu amigo, pra que ninguém nos visse, e de lá fomos para um motel. Minha consciencia começou a ficar pesada, e assim que entramos no quarto, estava decidida a não fazer nada. Mas ele começou a me beijar, a passar a mão sobre o meu corpo, a beijar meu pescoço e falar obcenidades que queria fazer comigo ali, e mesmo eu dizendo pra ele que não poderia acontecer nada entre nós, o tesão tomou conta de mim. joguei ele na pra trás, pois a gente tava sentado na cama, e subi em cima dele. comecei a beijar sua boca como se fosse a última boca que beijaria na minha vida. Tirei a camisa dele e beijava-lhe o pescoço, os ombros, mordia o pescoço e as orelhas dele, e ele fazia o mesmo comigo. Enquanto isso, ele começou a desabotoar minha camisa, tirando-a no final, me deixando de calça jeans e sutien. Continuamos nos beijando, esfregando nossos corpos já suados um no outro, e eu sentia o pau dele já duríssimo por baixo do se jeans. Não aguentando mais, eu voltei atrás com a minha decisão de não fazer nada e desabotoei a calça dele, gemendo baixinho no seu ouvido, e fui descendo, beijando o seu corpo e tirando a calça dele, mas não tirei a cueca. Quando terminei de tirar a calça dele, ele me jogou pro outro lado da cama e veio por cima de mim, e continuamos naquele amasso gostoso, e o fogo aumentando cada vez mais em mim. Nessa hora, até a minha jeans já estava ensopada com o líquido que escorria da minha xana. daí, ele chegou até o meu ouvido e disse com uma voz de tarado: “vou tirar a sua calça porque não meu pau, duro do jeito que tá, vai ficar machucado se ficarmos nos esfregando assim. mas prometo que só farei o que você quiser fazer.” e eu balancei a cabeça dando permissão pra ele tirar minha calça.

Finalmente não tinha mais aqueles panos duros entre nós, apenas a cueca dele e minha calcinha separavam os nossos sexos. Subi sobre ele de novo, e num movimento rápido, ele puxou meu sutien pra baixo, deixando meus seios expostos. Quando ele viu meus peitos saltarem em seu rosto, mamou como se estivesse querendo tirar leite deles, de tanto que chupava, mordia, apertava…. tava uma delícia. Não resistindo mais, ainda por cima dele, fui passando minha mão pelo peito dele, e fui descendo, passando pela barriga, até chegar na cintura dele. Levantei sua cueca e finalmente pude sentir em minhas mãos aquele membro cumprido, grosso, latejando em minhas mãos. Eles estava muito duro e molhado. Devia ter uns 22 centimetros, muito maior que o do meu marido. Sentindo aquele mastro na minha mão, comecei a punhetá-lo lentamente, enquanto colocava minha linha na boca do meu amante. Ele foi descendo com as duas mãos pelas minhas costas até chegar na minha bunda, e começou a acariciá-la por cima da calcinha, depois por baixo, e por fim, seus dedos, indo por trás, tocaram minha chaninha que mais parecia um chafariz, de tanto que estava molhada. Sentindo que eu estava com o tesão a flor da pele, ele simplesmente rasgou a minha calcinha, me deixando apenas com o sutien, que estava encoberto pelas minhas tetas. Com o tesão a flor da pele, fui novamente descendo beijando o corpo dele, até ver aquela tora linda, com uma cabeça enorme, bem em frente ao meu rosto. Não resistindo, fiz o que nunca tinha feito com o meu marido… coloquei pela primeira vez um pau na minha boca. Passei a lingua pela cabeça, em circulos, e abocanhava aquele mastro. Como é bom ter um pau na boca. Fiquei uns 5 minutos chupando, me deliciando, colocando fundo dentro da garganta, engasgando por não saber como fazer direito. Não aguentava mais e precisava sentir aquele monstro negro dentro de mim. Quando comecei a subir, ele me jogou pro lado de novo e veio por cima de mim, perguntando “o que essa putinha quer que eu faça? vamos ficar só no amasso como você queria no começo?” Meu corpo me entregava… eu precisava de um pau com urgência. Falei no ouvido dele. “Não. Eu quero que você me foda…. fode sua putinha… enfia esse pau gostoso até tocar no meu útero”. Ele, sem dó nem piedade, nem esperou eu terminar de falar e socou tudo, até as bolas, me fazendo soltar um grito de dor e prazer. Nunca tinha sentido um pau desse tamanho dentro de mim. Ficamos no papai e mamãe um tempo, depois eu montei nele e cavalguei que nem uma louca. Gozei como nunca antes, e continuei cavalgando. Depois ele me mandou ficar de quatro, e veio enfiando a jeba dele de novo, até os ovos, numa velocidade frenética, me fazendo gozar mais duas vezes, quando ele anunciou o gozo. Ele perguntou: “O que eu faço? Onde você quer que eu goze?” Tomada pelo tesão e sem lembrar que não estava tomando as pílulas (pois estava separada do meu marido, apenas morando debaixo do mesmo teto), falei pra ele encher minha buceta de porra. Ele aumentou a velocidade das estocadas e gozou um rio de porra dentro de mim. E, por incrivel que pareça, mesmo me fudendo por mais de 20 minutos, o pau dele, diferente do meu marido, não muchou. Continuava apontando para cima. Mas eu estava exausta e pedi pra que ele me desse um tempo, pra repor as energias. Ficamos 5 minutos deitados, e eu ficava brincando com o pau dele nas minhas mãos. Enquanto a gente descansava, ele passava a mão pelo meu corpo, quando colocou um dedo no meu cuzinho. Na hora eu levantei e disse: “Tira esse dedo daí que aí eu ainda sou virgem. Minha mãe sempre disse que por aí só sai, não entra nada.” Levantei e fui em direção ao banheiro para tomar um banho pra recompor, e quando cheguei na porta do banheiro, olhei por cima do ombro meu macho deitado na cama, me olhando, e disse que precisava de alguem pra ensaboar as minhas costas. Rapidamente ele se levantou para tomarmos um banho junto, mas continuarei essa história no próximo conto.