O hímen é uma membrana situada na entrada da vagina. Normalmente possui uma abertura por onde são eliminadas secreções e a menstruação. Em certos casos, a abertura é muito estreita ou pode até não existir, sendo necessária uma pequena cirurgia para evitar a retenção de líquidos. Alguns dizem que o hímen não tem nenhuma função biológica. Essa película seria apenas um fragmento que resta do processo de desenvolvimento da vagina no feto. Na fase embrionária, a vagina é um tubo sólido, que ao longo dos meses vai sendo reabsorvido, tornando-se um tubo oco. Essa membrana não é totalmente consumida. Já outros afirmam que o hímen existe para proteger as fêmeas durante a sua infância dos riscos de infecções genitais.
O hímen é rompido quando a mulher pratica pela primeira vez o ato sexual. Criaram-se mitos sobre a ocorrência de dor e sangramentos abundantes durante a defloração, o que vem alimentando, por gerações, os receios de muitas mulheres com relação à primeira prática de coito, sendo este receio e a pressa do parceiro um dos maiores responsáveis por algum desconforto das mulheres na primeira vez. Mas, quando as coisas são bem feitas e com consciência de ambos, a maioria das mulheres não só não sentem dor nem ardor, como também não ocorre grande sangramento e, quando ocorre, é tão insignificante que é estancado pela própria pressão do pênis contra as paredes da vagina; apercebendo-se a mulher desse sangramento apenas quando, depois de vestir a sua roupa intima, verifica, ao tira-la, uma pequena mancha de sangue. Em casos raros, o hímen é mais espesso que o normal e, mesmo com uma perfeita dilatação e lubrificação, pode ocorrer alguma dor ou ardor no processo de defloração. Há, inclusive, casos em que a espessura da membrana obriga a uma pequena intervenção médica para tornar o coito o menos problemático possível. Há casos em que não ocorre o rompimento da membrana. Isso acontece quando o hímen é inexistente por razões congênitas (meninas nascem sem ele), quando existe um orifício único e este é largo, quando o hímen é complacente, ou seja, sua constituição é mais elástica do que o comum, ajustando-se ao diâmetro do pênis. Depois do coito, ele volta ao estado original, podendo se romper somente num coito mais apressado, em que a lubrificação e/ou dilatação não é a ideal, ou mesmo num parto.
Se você é homem e sua parceira ainda é virgem, seja delicado na primeira relação sexual. Lembre-se de que, para ela, é uma ocasião que marcará para sempre a sua vida.
Em média, no estado de flacidez (não ereto) em torno de 4 a 6cm, quando em ereção em torno de 12 a 15 cm e com 12 cm de circunferência, no homem caucasiano (branco). Existem variações para mais e para menos.
Não existe uma relação fiel entre o estado de flacidez e de ereção, isto é, o pênis é uma estrutura complexa, elástica e dinâmica, que tende a se retrair no frio ou em situações de “stress”, por exemplo. Assim, um pênis pequeno flácido pode se tornar o dobro ou mais quando ereto.
Não. Uma vez que os corpos cavernosos (que se enchem de sangue para a ereção - ver Anatomia) estão definitivamente formados, no final da adolescência ou início da juventude, não há possibilidade cirúrgica ou não de alongamento peniano. Existem técnicas que se destinam a corrigir defeitos congênitos(de nascença), onde encontramos alterações anatômicas graves, como hipospádia, epispádia, hermafroditisimo, genitália ambigüa, etc., onde tentamos “reconstruir” a natureza, isto é recriar um “pênis”. A grande maioria das consultas é por insatisfação do paciente, isto é, sua auto-percepção sobre o comprimento de seu membro está prejudicada. O indivíduo não se preocupa tanto com um alongamento na ereção, e sim no estado flácido para melhorar a “aparência” junto à parceira ou a auto-estima para freqüentar banheiros públicos, usar sunga, etc. As cirurgias que muitas vezes são anunciadas como de aumento peniano são meramente “cosméticas” e na verdade causam uma falsa impressão de alongamento, quer seja por lipoaspiração púbica (onde crescem os pêlos), secção do ligamento suspensor do pênis ou retalho cutâneo V-Y. Estas cirurgias têm inúmeras e freqüentes complicações para pouco ou nenhum benefício prático. Algumas cirurgias de “engrossamento” (aumento do diâmetro), são feitas por lipoescultura que geralmente fracassam, pois o tecido gorduroso injetado é 50 a 90% absorvido em um ano. Tal procedimento ainda pode causar assimetria, nódulos ou curvaturas iatrogênicas (causadas pela cirurgia). Com o acesso irrestrito à pornografia, muitos adolescentes e mesmo adultos, se acham insatisfeitos com seu desempenho e com o tamanho de seus pênis. Esquecem que existem truques de filmagem (como uso de drogas para ereção) que aumentam o “tamanho e o desempenho” do(s) ator(es). Após assistir um filme pornográfico, a maioria dos homens sente-se inferiorizada e incapaz de uma “performance” daquelas, o que é normal. Lembro aqui, que fisiologicamente, o pênis existe para levar a urina para fora do corpo e depositar o esperma no fundo da vagina, onde está o colo uterino, para uma possível fecundação. Se cumpre estas duas funções, mesmo que o indivíduo esteja insatisfeito com as medidas, é considerado anatomicamente normal.
Pode ser que sim, mas não está indicada a retirada desta apenas para este fim. Com certeza, por ficar exposta definitivamente, a glande vai perder muito em sensibilidade, assim talvez prolongando a ejaculação. É prudente preservar a pele e soltar apenas o frênulo(cabresto) bálano-prepucial (que liga a glande ao prepúcio), ou tentar algum tipo de tratamento não-cirúrgico antes.
A principal causa de encurvamento peniano, é a Doença de La Peyronie, ou simplesmente Peyronie. É a formação de uma placa fibrosa na túnica albugínea de um ou ambos corpos cavernosos, que perde sua elasticidade no local da placa, e na ereção encurva-se (entorta) no sentido oposto desta. Muitas vezes a ereção nestas condições, é acompanhada de dor quando se força a curvatura para a penetração vaginal. Para este diagnóstico devemos ter dor, formação da placa e encurvamento na ereção. A causa mais freqüente é o trauma (fratura de pênis ou injeções intracavernosas muito freqüentes), formando-se a placa na área de cicatrização da lesão traumática. Existe ainda, a forma criptogênica (onde não sabemos a origem da doença). Existe a possibilidade de tratamento clínico (com poucos resultados), aplicação de ondas de choque (como na litotripsia) e finalmente a correção cirúrgica, onde é feita a compensação do desvio no lado contrário à lesão, com ótimos resultados pós-operatórios do ponto de vista fisiológico e estético. A correção só deve ser tentada após seguidas avaliações da evolução ou estagnação da placa fibrosa.
im. Chama-se fratura dos corpos cavernosos, que é o tecido que se enche de sangue para a ereção e localizam-se um de cada lado do pênis, sendo perfeitamente palpáveis quando eretos. O canal da urina, uretra, passa bem no meio dos corpos cavernosos. Os corpos cavernos são revestidos por uma membrana fibrosa elástica e distensível, chamada túnica albugínea que dá a rigidez à ereção quando os corpos cavernosos estão cheios de sangue. A mesma albugínea está fixa por um ligamento (ligamento suspensório do pênis) no osso da púbis logo acima dele. É por isto que o pênis, flácido ou ereto, não pode ser puxado para fora. Para entender melhor, no estado flácido, o pênis é mole e maleável por que os corpos cavernosos estão vazios, podendo ser dobrado e sacudido, mas ainda assim está fixo no osso da púbis. Na ereção, (ver mecanismo da ereção) ele continua fixo no osso e fica duro (rígido) e não mais deformável, isto é, não pode ser entortado para os lados ou dobrado. O pênis ereto está sujeito a forças laterais (torção, dobradura, angulação), como as aplicadas por nós para quebrar um graveto ou apagar o cigarro contra o cinzeiro. A fratura dos corpos cavernosos pode acontecer quando há um trauma durante a relação em qualquer posição, isto é, o pênis ereto sai da vagina e ao tentar penetrar novamente encontra um obstáculo (nádega, coxa, púbis, períneo (entre a vagina e o ânus)) e sofre uma angulação súbita e vigorosa. Observamos com mais freqüência nas relações sexuais quando a mulher está por cima e nas relações sodômicas (anal). Este trauma pode romper a túnica albugínea causando hematomas (coleção de sangue na profundidade ) no pênis e bolsa escrotal , equimoses (pele arroxeada pelo hematoma), dor e edema (inchaço) local. O homem, quando sofre a a fratura, escuta habitualmente um “clec” seco como o destroncar de um dedo e só após o aparecimento da equimose (que pode escurecer todo o pênis, a região acima deste e a bolsa escrotal ) se dá conta do ocorrido. Geralmente o tratamento é conservador (clínico) e consiste em gelo local nas primeiras horas, na abstinência sexual e medicação sintomática, como por exemplo, analgésicos. Raramente, em fraturas mais graves com intensa dor local e grandes coleções de sangue na bolsa escrotal e pênis, podem requerer tratamento cirúrgico imediato, para estancar a hemorragia e drenar o hematoma. A cor escura da pele do pênis e bolsa escrotal, provocada pelo hematoma ou pela equimose, somem espontaneamente em alguns dias e raramente vemos seqüelas (complicações) do ocorrido. A seqüela mais comum é o encurvamento peniano (Doença de Peyronie), onde a cicatrização da fratura deixa uma parte da túnica albugínea sem elasticidade. Como um dos corpos cavernosos, devido a este fato, vai se encher menos, o que se enche mais empurra o outro para um dos lados, para cima ou para baixo . Se comprometer a ambos os corpos cavernosos, haverá a formação de uma cintura no pênis, com prejuízo da ereção e encurtamento do membro.
Sim. Pode ser estímulo da bexiga cheia (tesão de mijo) ou sonho erótico.
Os atores são selecionados (escolhidos) apenas pelo tamanho do pênis e não por outros atributos físicos (beleza, cabelo, cor, idade, músculos, etc.) e apenas usam substancias que mantém o pênis ereto artificialmente por mais tempo, mas do tamanho natural. Não existe maneira de aumentar as dimensões do pênis.
Não é pus, é sebo (gordura) que lubrifica a sua pele genital. Não esprema.
Mostre ao urologista para ter certeza.
O gubernáculo, preso à uretra, ao ser liberado para a reconstrução, aumentará proporcionalmente o comprimento do pênis. A uretra pode ser reconstruída até a glande, aproximando-se do normal. O prepúcio é usado na reconstrução da uretra.
Pelo pênis você não sabe da atividade sexual do homem. Não há diferenças, o homem não tem nada que se assemelhe a um hímem ou que mude no pênis depois do início da atividade sexual.
(1) Para a prática de sexo anal (penetração pelo ânus), é preciso primeiro que o casal descida por adotar essa prática. Depois é preciso um período de adaptação que dever ser de vagar e ao longo de vários dias.
O uso do gel além de facilitar a penetração irá proporcional maior conforto a sua companheira (ou companheiro) e não economize na quantidade a ser aplicada, tanto em volta do ânus como no dedo, conforme será explicado e, mais tarde, no pênis (sobre a camisinha).
Com este exercício a musculatura do ânus vai se adaptar gradativamente e não haverá rupturas ou sangramentos.
A introdução do penis no ânus deve seguir duas etapas. Na primeira introduza só a cabeça e espere a parceira (ou parceiro) relaxar, depois vá até a metade e espere, assim não haverá problemas de romper vasos ou tecidos. O canal por ser meio tortuoso, exige um procedimento sem pressa, até que ambos tenham se adaptado, um em introduzir e o outro em ser introduzido. Na primeira vez deixe que a parceira (ou parceiro) proceda com a introdução ao seu modo e tempo. Use lubrificantes a base de água e nunca dispense a camisinha. No ânus pode conter bacterias que se alojarão no canal da uretra e certametne provocarão doenças de dificil tratamento.
Se o parceiro tiver um penis muito grosso, poderá causar rompimento de tecidos e provocar um aflouxamento do anus ao longo do tempo. Para que isso não ocorra limite o sexo anal com intervalos de dois a tres dias, tempo suficiente para que a musculatura se recupere.
Não é nosso propostito indicar marcas de lubrificantes, mas nas farmacias e lojas especializadas exitem diversas marcas. Dê preferncia para as de empresas tradicionais.
Em caso de irritação com o uso do gel (o que é raro) procure o medico.
No primeiro dia, e nos demais também, lubrifique bem o ânus da parceira (ou parceiro) inclusive a área à sua volta. Com a ponta do dedo médio ou indicador igualmente lubrificado, toque a entrada. Nesse momento será natural ocorrer uma contração. Espere até que a pessoa relaxe e só aí introduza a ponta do dedo. Uma vez a ponta lá dentro, fique com ele aí parado por algum tempo. Veja que esse ato de introduzir o dedo deve seguir dois momentos. No primeiro momento é provável que a pessoa que esteja sendo penetrada vá contrair os músculos “fechando o ânus”. Espere relaxar e assim que estiver relaxado introduzindo só a ponta do dedo. Fique assim, parado e depois de certo tempo, retire o dedo espere para introduzir novamente no dia seguinte. Faça assim em toda a seqüência a seguir.
ps..:O ideal é que para este exercício preparatório você utilize uma luva cirúrgica (adquirida em farmácias ou lojas especializadas em equipamentos médicos). Pode-se usar camisinhas e não se esqueça do gel lubrificante a base de água.
No segundo dia repita a mesma operação e do mesmo jeito. Lubrifique em volta do ânus e lubrifique o dedo. Ao primeiro toque sentiu a contração espere relaxar e estando relaxado introduza o dedo anelar, desta vez, vá levando o dedo devagar até que entre por inteiro e espere, sem fazer qualquer movimento. Depois de um tempo retire e espere até o dia seguinte.
No terceiro dia repita a mesma operação e do mesmo jeito, só que desta vez você deverá introduzir o dedo indicador e o médio até, no máximo a metade. Do mesmo modo que nos preparativos anteriores, lubrifique em volta do ânus e os dois dedos. Ao primeiro toque sentiu a contração espere. Sentiu que o ânus ficou relaxado, introduza os dois dedos até a metade e espere sem fazer qualquer movimento. Depois de um tempo retire e aguarde até o dia seguinte.
No quarto dia repita a mesma operação e do mesmo jeito, só que desta vez você introduzirá os dois dedos por inteiro. Tocou contraiu, espere relaxar. Introduza, espere um pouco e, depois de certo tempo retire e aguarde até o dia seguinte.
No quinto dia repita a mesma operação e do mesmo jeito, tudo como antes, só que desta vez você irá introduzir três dedos (indicador, anelar é médio) até a metade como nos exercícios anteriores. Tocou contraiu, espere relaxar e introduza. Depois de certo tempo retire e espere até o dia seguinte.
No sexto dia repita a mesma operação e do mesmo jeito, tudo como antes, só que desta vez você irá introduzir os três dedos por inteiro. Tocou contraiu, espere relaxar e introduza. Deixe passar um tempo, retire e espere até o dia seguinte. Quanto mais apertado ficar as pontas dos dedos, um contra o outro, mais fácil a introdução e menor o risco de fissuras. é aconselhado que se use uma camisinha cobrindo os tres dedos.
Finalmente depois desse procedimento todo e de todo esse cuidado, chegou o momento de introduzir o pênis. - Ufa! Até que em fim? Nada disso! Não será dessa primeira vez que você irá introduzi-lo por completo e começar a “bombear”. Seja especialmente paciente e proceda com delicadeza. Isso é muito importante, senão todo a trabalho inicial visando o prazer poderá frustrar a ambos.
Hoje é o sétimo dia de preparação. Com o pênis ereto, coloque a camisinha conforme já foi explicado, em seguida lubrifique bem em volta do ânus da companheira (ou companheiro) e espalhe o mesmo gel lubrificante por toda a extensão da camisinha. Aproxime o pênis da entrada do ânus. Sentiu que contraiu espere relaxar. Será perfeitamente natural já que o pênis é bem mais grosso que os seus três dedos juntos. Espere relaxar, introduza só a ponta (cabeça) e, com o maior esforço que você puder, espere sem fazer nenhum movimento. Depois de certo tempo retire e só volte para a introdução completa no dia seguinte. HOJE SERÁ UM DIA DIFICIL PORQUE VOCÊ ACHARA FRUSTRANTE ESTAR ALÍ NA PORTA E NÃO FAZER NADA. RESISTA!
No oitavo dia, faça o mesmo procedimento. Lubrifique bem em volta do ânus, vista a camisinha no pênis ereto e acrescente o mesmo gel lubrificante que usou na companheira (ou companheiro). Aproxime-se do ânus e espere contrair e relaxar. Percebeu que relaxou introduza o pênis de vagar, primeiro a cabeça, se não doer vá empurrando até introduzi-lo por inteiro. Faça alguns movimentos de vai e vem de forma delicada e respeite o comando da sua amada.
Do oitavo dia em diante, vocês poderão desfrutar dessa modalidade sexual sem preconceito e sem restrições pelo resto de suas vidas. SEMPRE COM CAMISINHA. As mulheres podem gozar fazendo sexo anal, e voce poderá ajuda-las massageando o clitóris com os dedos ou usando um vibrador na vagina. No caso do sexo anal ser com parceiros, poderá masturba-lo durante a penetração.
Ao retirar o pênis de dentro do ânus, não o introduza na vagina. Isso certamente a contaminará com fezes. Retire a camisinha e coloque uma nova se pretenderem continuar a relação sexual na forma convencional. Isso também serve para o caso de sexo oral. O higienização do reto não é necessária, mas se assim o casal preferir, poderão optar pela lavagem interna para remover residuos de fezes. Há nas farmácias um aparelho para isso, com uma canola de ponta dura e rombuda que não machuca, acoplada a uma ampola de borracha. Use soro fisiológico ou porduto próprio para esse fim, adquiridos em farmácias. O ato de higienização é o mesmo para lavagem estomacal via anal.
Se a mulher não deseja ou não aceita sexo anal, não force.
O uso de preservativo antigamente era uma opção para não engravidar, mas hoje é necessário para não contrair inúmeras doenças elencadas como DST. Entre elas a AIDS. Ao colocar o preservativo, de modo a garantir sua perfeita eficácia, o usuário deve seguir a seqüência de passos recomendado a seguir:
A camisinha é um bem tão barato e que pode salvar a sua vida. Comprar camisinhas de boa qualidade é investir na vida, tanto sua quanto na da sua companheira (ou companheiro).
São muitos os modelos encontrados no mercado. Dê preferência às marcas conhecidas e com o selo do IMETRO. Uma boa camisinha é capaz de suportar dez vezes o tamanho dela própria quando cheia de água. Faça o teste e constate.
Quando optar por uma marca diferente de preservativo, faça o teste da água para verificar se estoura com facilidade ou apresenta micro furos e assim deduzir a qualidade do produto. Preservativos se rompem com facilidade se não forem usados adequadamente. Deve-se verificar o lado correto do preservativo antes de desenrolá-lo. O preservativo deve ser colocado a partir da ponta do pênis ereto. Aperte com os dedos indicador e o polegar o reservatório de semem evitando que o ar fique preso nessa extremidade e vá desenrolado-o no sentido da frente para traz, até chegar à base do pênis rente ao púbis.
Se você colocar o preservativo do lado errado ele não irá se desenrolar. Nesse caso, descarte aquele e providencie outro. É importante que o lado que vai ficar para fora não tenha contato com o pênis. Mesmo antes da ejaculação saí um liquido cristalino e liso. Esse líquido contém espermas e pode trazer consigo doenças, tudo o que se pretende evitar. Se o intuito e preservar a sua companheira de doenças ou gravidez, descarte o preservativo que, por erro na hora de colocá-lo, entrou em contato com o pênis. NÃO VÁ PRA CAMA SEM UM BOM ESTOQUE DE CAMISINHAS.
O preservativo deverá ser desenrolado ao longo do pênis, até terminar encostando aos pelos pubianos.
Se o preservativo estiver folgado poderá se romper. Se tiver apertado poderá causar problemas de circulação.
Quando um preservativo se rompe acontece uma sensação boa e gostosa, como se a vagina ficasse apertada de repente. Percebendo que a camisinha se rompeu, interrompa imediatamente o ato sexual e providencie outro preservativo. Nesse caso, se a mulher não utilizar outros métodos contraceptivos ou estiver fora do seu período fértil, prepare-se para uma paternidade indesejada.
Um preservativo folgado, mesmo que não se rompa, poderá permitir que o líquido seminal escorra para fora, tornando a proteção ineficaz.
Após a ejaculação, evite continuar os movimentos e retire o pênis da vagina segurando o preservativo com o dedo indicador e o polegar para evitar vazamentos ou que fique preso.
O pênis só pára de crescer quando atingimos a idade adulta entre 18 e 25 anos. Se você ainda é adolescente, e tem o membro pequeno, não se preocupe porque vai crescer e engrossar. Enquanto isso se for sexualmente ativo, adquira preservativos próprios para a sua idade e tamanho do seu Membro. Um preservativo mede, em média, 52 mm de diâmetro. Existem tamanhos variados, desde os especiais para adolescentes até os destinados aos superdotados (com pênis bem mais grosso que a média). Se, com os exercícios recomendado, seu pênis engrossar, é bom que mude o tamanho do preservativo adequando-o a nova realidade.
Ao contrário do que se pensa o uso de dois preservativos (um por cima do outro) ao mesmo tempo não é benéfico nem mais eficaz, porque pode prender a circulação sangüínea, diminuir a sensação e rasgar da mesma forma que um só rasgaria.
Conforme já dito, a camisinha deve ser colocada sem qualquer contato com qualquer das regiões genitais tanto de uma como da outra pessoa, isso impedirá que algumas doenças sejam transmitidas pelo contato. Além do fato de que sempre, durante a excitação algumas gotas de sêmen saem do pênis mesmo antes da ejaculação, propiciando risco de gravidez.
Existem muitos garotos que assistem estes filmes pornôs, e acham que todo homem quando ejacula solta um jato poderoso, algo mais parecido com uma tromba d água. Só que a realidade é outra: ele dá aquela espocada na silibita, recolhe o esperma na palma da mão, e acha a quantidade é tão “mixuruca”, que acaba achando que não é um cara normal. Sim, porque ele acha que ejacular deveria ser algo capaz de lavar a parceira com esperma, igual viu no ultimo filme “Molhadinhas e Safadas”, onde o cara deu uma “gozada nervosa”, que encheu um caneco!! Uau!! Um caneco? Peraí, você viu um homem ou uma baleia gozando? Sim, porque a média de sêmen em uma ejaculação fica entre 2 e 6ml.
Oras, meu amigo, cada vez que você ejacula, libera cerca de 200 a 400 milhões de espermatozóides, e ainda tem coragem de achar que é pouco?
Também é bom saber que esta quantidade varia muito, pois uma ejaculada nunca será igual a anterior. Por exemplo, quando você está morrendo de tesão, com o bingolim latejando de tão duro, só esperando chegar a hora de entrarem no motel, seu organismo começa um processo de fabricar mais espermas, e faz isso em grande quantidade, porque interpreta que a garota é tão boa, que é melhor carregar na quantidade para não ter erro de perder a chance de engravidá-la.
Sim, eu sei que você vai usar preservativos e ela toma pílulas, mas lá dentro do seu corpo o processo ocorre de acordo com as leis da natureza.
E também existe variação na quantidade e na pressão, porque quanto mais excitado, mais poderoso será o jato. Mas nada de exagerar, porque por mais forte que seja, o jato jamais irá passar de alguns centímetros. Sim, eu sei que aquela última gozada pareceu atingir cinco metros de distância, mas pode crer que, tirando o seu estado de excitação, ela não deve ter passado de 60, 80cm, o que já é um grande feito nas suas pretensões de bater o recorde mundial de gozada à distância!
Não meu amigo, a diminuição na quantidade expelida e, por conseqüência, menos densa, ocorre porque o seu corpo precisa de um tempo para fabricar mais, só isso. E se ele não tiver esse tempo, vai chegar uma hora em que você pode torcer e sacudir o bimbo,que não vai sair nenhuma gotinha.
Por exemplo, por mais que você esteja louco de tesão, se deu uma masturbada antes de se encontrar com sua garota, a quantidade será menor.
Neste caso, além de uma maior quantidade, seu esperma poderá ficar mais denso, bem branco mesmo. Ou até mesmo um pouco amarelado. E isso ocorre porque seu organismo produz e armazena o esperma para você usar mais tarde
Não é só com lingerie sexy, striptease e pole dance que se tira uma vida sexual da rotina. As práticas que ajudam a descobrir novas sensações, fontes diferentes de prazer ou meios mais interessante para se excitar são incontáveis.
Uma entrevista feia pelo yahoo, com a Thaisa Fernandes sobre o assunto:
O que é e para que serve o bondage?
“Bondage é uma forma de se amarrar, ou amarrar alguém, com foco no prazer. O controle total da pessoa imobilizada fica com o parceiro. Há também quem pratique com fins estéticos”.
Você pratica sempre com foco sexual?
“Nem sempre. O bondage também é uma manifestação artística. Adoro pensar em diferentes formas de amarração, gosto de aperfeiçoar as que já conheço, sempre deixando o trabalho visualmente bonito e, na medida do possível, confortável. Como o meu namorado é fotógrafo, a gente já fez diversos trabalhos focados em bondage. Algumas fotos estão aqui”.
Qual a relação entre o bondage e o sadomasoquismo?
“São coisas completamente dissociadas. O leigo costuma achar que é a mesma coisa, que SEMPRE haverá dor e humilhação, quando o bondage, na verdade, exige respeito mútuo e consenso”.
Qual o limite entre o bondage e a tortura?
“O bondage não envolve tortura, embora possa tornar-se uma se for feito de forma inadequada ou se o participante assim desejar. Algumas suspensões e poses difíceis podem ser dolorosas por si só. Exceto nesses casos, é errado dizer que existe um limite entre um e outro, já que não existe essa evolução linear do bondage a tortura. A amarração que se torna torturante ou é consentida ou está sendo feita de forma errada e deve ser abandonada o quanto antes. Convém citar um dos lemas das práticas do BDSM (Bondage, Dominação, Sadismo, Masoquismo): ‘São, seguro e consensual’”.
São necessárias cordas especiais pra não machucar?
“Todas as cordas podem machucar em maior ou menor grau, dependendo do que está sendo proposto. As cordas de poliéster normais, que você encontra em qualquer loja de materiais para construção, são muito boas e baratas para se iniciar a prática. Não recomendo cordas de fibras como cânhamo, que podem arranhar a pele. Além disso, até hoje não encontrei no Brasil nenhuma loja que vendesse corda especial para a prática, então a corda de poliéster é a alternativa mais viável. As cordas mais grossas, entre 5 e 10 mm de diâmetro, são melhores por não marcarem muito profundamente a pele. Uma dica legal: queime as pontas da corda antes de usá-la, pra que não desfiem. Jamais usem barbantes, linhas ou fios, pois eles cortam a pele”.
São necessários nós especiais pra conseguir desatar depois?
“Quanto menor a quantidade de nós prendendo a pessoa, melhor. E isso não só por razões de segurança, como também de estética. Esta busca por uma quantidade menor de nós é um exercício difícil e que requer muita prática. Eu costumo me desafiar e tentar fazer certos tipos de amarrações sem dar nós. Quando os nós são necessários, é bom não fazer aqueles tradicionais, que são mais difíceis de soltar. Uma boa dica é enrolar a ponta da corda em volta de uma parte já esticada, dessa forma a pressão segura a ponta no lugar, mas fica fácil de soltar.”
como fazer:

A auto-felação é a prática de sexo oral por um homem em si mesmo. A prática (hipotética) em mulheres, é a auto-cunilíngua. Segundo Kinsey, três em cada mil homens seriam capazes de realizar a performance de auto felação. Ainda de acordo com Kinsey, 3 em cada 10.000 homens seriam capazes de praticar a auto-penetração, inserindo o pénis no próprio ânus; ele ainda menciona que no total 1% dos homens consegue tal façanha (sexo oral em si mesmo),sendo que 99% tentam sem sucesso.
Como ato solitário que é a auto-felação não está relacionada com a orientação sexual podendo ser realizado por homens homossexuais ou heterossexuais. Para se praticar a auto-felação, um pênis de proporções acima da média e uma ótima flexibilidade, ajudam.
Sendo uma atividade que depende de uma ótima flexibilidade é possível que surjam problemas ósseos e musculares da sua prática caso não sejam tomadas precauções, especialmente no que toca a tendões e ligamentos das costas.
A recordar:
É verdade, no entanto, que a auto-felação continua sendo um dos maiores, senão o maior, dos tabus, e quando atrelado à sexualidade do homem há muitas pessoas que a confundem com a homossexualidade, e a proíbem, julgando que não se trate de uma prática masculina. Estas pessoas não sabem que a auto-felação é de fato um “exercício” geralmente benéfico, e que nada tem a ver com a orientação sexual. Mas é importante que a sociedade de forma geral venha demonstrando evoluir e começe a perceber essa realidade, fazendo com que a auto-felação seja vista cada vez mais como uma prática natural e saudável, e que ocorra de forma cada vez mais livre e sem receios por parte de quem a utiliza.
Apesar de ser um assunto ainda pouco abordado no meio científico, em relação a outros temas, podemos perceber diversas vantagens para a saúde e o bem estar que a auto-felação propicia, assim como outras práticas solitárias, que costumeiramente são mal vistas e condenadas por pessoas menos informadas. Esperamos ter auxiliado a muitos homens e mulheres que por temor ou vergonha não conseguem sequer comentar sobre esse tema com as pessoas mais próximas. Acima de tudo, é importante lembrar que todo tipo de prazer é válido, desde que não prejudique a um outro ser humano, e desde que a pessoa praticante respeite a si própria.
Fator Psicológico
Medo. Eis o argumento de boa parte das mulheres para não experimentar o sexo anal. Mas… medo de quê? A não ser que sofra de hemorroidas ou tenha qualquer outro problema na região do ânus, não há mal nenhum. A curiosidade em experimentar já movimenta a vida sexual. “Quando existe desejo, vontade e decisão, não dói”, afirma Aretusa Menezes, autora de 10 Mandamentos para a Felicidade Sexual da Mulher (Ed. Jaboticaba).
Treine sozinha
No banho, acaricie a região anal com movimentos circulares e delicados. Quando se sentir familiarizada com o toque, chame o parceiro para debaixo do chuveiro. Beije-o enquanto se alisa. Peça para que ele, sempre de forma gentil, toque seu ânus. Depois, que introduza um dedo, dois… até a hora em que se sentir à vontade para a penetração.
Posições
· Sentada sobre o parceiro: ótima para iniciantes, pois permite que a mulher controle a penetração.
· De lado: facilita o relaxamento e permite ao homem estimular seios e clitóris durante a penetração. IMPORTANTE: Jamais faça anal sem gel, que facilita a penetração. Ele deve ser à base de água e não conter anestésicos (assim, evita de você se machucar sem perceber).
E o parceiro?
Não há sexo anal bem-sucedido sem um parceiro carinhoso. “Ele deve penetrar devagarinho, parar por alguns segundos e então continuar”, ensinam os americanos Dan Andreson e Maggie Berman no livro Dicas de Sexo para Mulheres - Por Um Homem Gay (Ed. Jaboticaba). Se ele for principiante, você pode controlar o vaivém.
Kit obrigatório para praticar
· Camisinha: Comparado à vagina, o ânus tem mais chances de ser infectado por alguma doenças - mesmo sem haver cortes na região. Por isso, use preservativo. Se for fazer sexo vaginal em seguida, use outro. Senão, as bactérias que habitam o ânus vão para lá.
· Lubrificante: O ânus não é elástico nem dispõe de uma lubrificação natural, como acontece na vagina. Portanto, para amenizar o atrito, e evitar que a camisinha se rompa pela fricção, use um lubrificante de gel à base de água, vendido em farmácias.
· Higiene: Há quem recorra à lavagem intestinal para evitar a presença de detritos de fezes na hora H… Mas isso é exagero. “Uma boa higiene durante o banho é suficiente”, afirma a proctologista Karen Mallmann, de Porto Alegre (RS).